Têm aparecido cada vez mais jogos onde podemos explorar masmorras, e não há dúvidas que um dos Dungeon Crawlers mais espectaculares e realistas que temos disponível na App Store é este Warhammer Quest 2 da Perchang, que podemos encontrá-lo grátis a partir de hoje e durante uma semana inteira.
Neste jogo temos o nosso herói a viajar de cidade em cidade, onde iremos ter sempre uma aventura para viver, o que normalmente se traduz em ajudar o povo da cidade que estamos a visitar, entrando de seguida numa masmorra carregada de perigos e também muitos tesouros. No seu interior, teremos que avançar até chegar ao nosso objectivo, pelo caminho eliminando todos os monstros, bandidos, morcegos sanguinários, aranhas gigantes, etc, que nos aparecerem pela frente.
Cada herói tem um número de pontos de acção, que tanto nos permitem mover o nosso personagem através dos "quadrados" no terreno, ou atacar os vários monstros. É aqui que entra a parte da estratégia destes combates por turnos. Decidir entre mover um herói ou então aproveitar os seus pontos de acção e efectuar ataques certeiros é algo que vamos ter de pesar constantemente.
Ao nível gráfico o jogo é lindíssimo, podendo-se observar os reflexos das armas em acção na armadura do capitão, todo o tipo de sombras e fumo (ou nevoeiro), o que é simplesmente espectacular. Ao contrário do primeiro jogo, agora temos um verdadeiro 3D, podendo manipular a imagem no ecrã com 2 dedos, variando o ângulo de visão, aproximando bem perto do chão para ver tudo com maior detalhe, etc.
Para quem aprecia estes Role Playing Games, com os seus combates estratégicos por turnos, não há mesmo melhor jogo que este para iPhone ou iPad. Warhammer Quest 2 é o jogo que têm de ter instalado se são mínimamente fãs deste tipo de jogo. Podem ver aqui em cima o vídeo oficial que nos mostra toda a beleza que acompanha este magnífico jogo, que devem instalar já no vosso iPhone ou iPad, ainda para mais estando em promoção completamente grátis, e com a oferta imediata de um novo herói, o Guarda das Sepulturas, um morto-vivo extremamente potente e duro de matar. Para recrutar este herói, basta abrir o jogo, ir à taverna e recrutá-lo para a nossa equipa.
Com a chegada de Elder Scrolls: Blades o universo da exploração de masmorras está ao rubro, e se calhar por isso temos agora Perchang a colocar em promoção durante uma semana o seu espectacular Warhammer Quest 2, que é com toda a certeza a referência neste tipo de Dungeon Crawlers, e podem encontrá-lo por apenas 1€ na App Store.
Neste jogo temos de andar a viajar de cidade em cidade, onde iremos ter sempre uma aventura para viver, normalmente para ajudar o povo da cidade em questão, entrando de seguida numa masmorra carregada de perigos. No seu interior, teremos que avançar até chegar ao nosso objectivo, pelo caminho eliminando todos os monstros, bandidos, morcegos sanguinários, aranhas gigantes, etc, que nos aparecerem à frente.
Cada herói tem um número de pontos de acção, que tanto nos permitem mover o nosso personagem através dos quadrados no terreno, ou atacar os monstros. É aqui que entra a estratégia destes combates por turnos. Decidir mover um herói ou então aproveitar os seus pontos de acção e efectuar ataques certeiros é algo que vamos ter de pesar constantemente.
Ao nível gráfico o jogo é lindíssimo, podendo observar reflexos das armas em acção na armadura do capitão, todo o tipo de sombras e fumo (ou nevoeiro), o que é simplesmente espectacular. Ao contrário do primeiro jogo, agora temos um verdadeiro 3D, podendo manipular a imagem no ecrã com 2 dedos, variando o ângulo de visão, aproximando para ver tudo com maior detalhe, etc.
Para quem aprecia estes Role Playing Games, com os seus combates estratégicos por turnos, não há mesmo melhor jogo que este para iPhone ou iPad. Warhammer Quest 2 é o jogo que têm de ter instalado se são mínimamente fãs deste tipo de jogo. Podem ver aqui em cima o vídeo oficial que nos mostra toda a beleza que acompanha este magnífico jogo, que pelo preço actual é mesmo obrigatório de o ter instalado num iPhone ou iPad.
E eis que é chegado finalmente o momento de termos nas nossas mãos o espectacular The Elder Scrolls: Blades da Bethesda, um jogo gratuito baseado na série de jogos The Elder Scrolls que já tinha sido anunciado numa apresentação da Apple em Setembro de 2018, e que tanto nos fez esperar até agora (e ainda mais um pouco para algumas pessoas, portanto haja paciência), mas que tenho a certeza valeu bem a pena a espera.
Inspirado num mundo aberto de fantasia também usado em jogos como o famoso Skyrim, este dungeon crawler vai-nos pôr a explorar um mundo carregado de perigos, a salvar pessoas, a completar todo o tipo de missões que nos são dadas por habitantes espalhados por todo o lado, e até a reconstruir uma cidade totalmente destruída por monstros.
Vamos ter muitos combates pela frente, e o sistema de combate está muito porreiro (mesmo que pareça estranho nas primeiras lutas). Temos de tocar no ecrã para activar a arma, e soltar para desferir o golpe no momento certo. Se esperarmos até o círculo que aparece no ecrã ficar preenchido, desferimos um golpe com a sua potência máxima. Temos também no ecrã um botão para levantar o escudo e assim nos protegermos dos ataques dos monstros.
Navegar neste mundo é tão fácil como tocar no chão para nos deslocarmos para esse local, e tocar nos objectos que estiverem a brilhar faz com que estes passem para o nosso inventário. Comida e outros items como plantas podem recuperar a nossa energia perdida, e os materiais como madeira, ferro, cobre, etc, poderão ser vendidos ou usados para fabricar armas e reconstruir edifícios na cidade destruída.
À medida que vamos encontrando baús com ouro e outras coisas boas, e encontrando mais materiais, conseguiremos ter dinheiro e items suficientes para ir reconstruíndo a cidade, e começamos logo pelo ferreiro, que este poderá assim fabricar novas armas e armaduras, e também arranjar equipamento que se esteja a deteriorar com o uso.
É a falar com os habitantes da cidade que vamos conseguindo novas missões, que nos darão mais ouro e materiais sempre que as completemos com sucesso, e há também um quadro na cidade onde serão afixados diáriamente trabalhos para nós executarmos, o que faz com que haja sempre qualquer coisa para fazer neste jogo. Tanto podemos perder alguns minutos numa missão, como passar horas a completar trabalhos e todas as missões que nos aparecerem pela frente.
Como RPG é um jogo bem completo, pois temos todos os sistemas que estão normalmente presentes neste tipo de jogos. Criar o nosso herói à nossa medida em relação ao seu aspecto físico, e depois armá-lo com todo o tipo de armas que nos apetecer, e vesti-lo com armaduras desde a cabeça aos pés para maior protecção. Temos uma árvore de habilidades para ir melhorando, poderes especiais, e magias como seria de esperar.
Para quem tem uma conta da Bethesda criada já há algum tempo, e tiver um iPhone acima do 6S, é bem provável que possa começar a jogar mal faça login no jogo, podendo avançar de imediato para a primeira missão em modo de tutorial. Todos os outros poderão ter de aguardar um pouco para ter acesso ao jogo, pois este está a dar acesso aos jogadores de forma faseada neste momento.
Portanto há que registar conta no site da Bethesda e pedir para aceder ao jogo o mais rápido possível nesta página. Depois é só aguardar pelo email a avisar que já podem entrar no jogo e começar a explorar este mundo deslumbrante de fantasia. Ainda não temos o modo multijogador activo, mas está prometido para breve os combates na Arena entre jogadores de todo o mundo, como se pode ver na imagem aqui em cima. O jogo é gratuito, mas é possível comprar esmeraldas para adquirir baús com ouro, armas e materiais, e até para acelerar a abertura de baús ou construção de edifícios ou armas, etc.
Onde andam os fãs de Game of Thrones? A próxima temporada ainda vem longe no horizonte, como aquele inverno que nunca mais chega, só lá para 2019 é que teremos mais notícias. Mas hoje estreou-se na App Store o brilhante Reigns: Game of Thrones da Devolver Digital, um jogo que nos vai pôr a acompanhar as aventuras dos nossos personagens favoritos a comandar o reino de Westeros.
Para quem já jogou algum dos jogos anteriores, Reigns e Reigns: Her Masjesty, já sabe o que esperar deste Reigns: Game of Thrones, um jogo onde somos o rei, e teremos que tomar decisões sobre tudo o que se passa no reino, tentando manter equilibradas as várias facções que nos rodeiam e que acabarão por ditar a nossa morte antecipada.
Como na app Tinder, vão aparecendo cartas com personagens à nossa frente, que nos darão informações sobre algo que se passa no reino, e teremos que decidir arrastando a carta para a esquerda ou para a direita, não como um simples sim ou não, mas muitas vezes como uma resposta mais complexa que pode ter influências bem gravosas mais para a frente.
Todas as nossas decisões podem aumentar o nosso crédito com qualquer uma das facções ou aspectos do reino, como por exemplo a satisfação do povo, do exército, da igreja, e do estado das finanças. Estas facções aparecem assinaladas na parte superior do ecrã, e temos de jogar muito bem com as nossas decisões para manter todos eles equilibrados, porque se algum deles chegar ao máximo ou a zero, é morte certa.
Mas Melisandre está atenta, e logo logo vai começar com teorias de quem é o escolhido, e poderemos começar novamente o jogo com o mesmo rei, ou outro personagem novo se já o tivermos desbloqueado. Podemos ter como reis Daenerys, Tyrion, Cersei, Sansa, Jon Snow, entre outros, como se pode ver na imagem em cima.
Com as visões de Melisandre podemos criar narrativas alternativas ao que aconteceu de facto na série, podendo ver o que seria do reino se Sansa fosse rainha e tivesse casado com Jaime Lannister. Temos mini jogos para descortinar, temos muitos segredos para descobrir em cada uma das diferentes narrativas de cada rei, e há poderes especiais para desbloquear.
Por exemplo, para quem tiver um iPhone X, XS ou XS Max, é possível obter do deus da luz o poder da visão, que nos possibilita analisar se uma personagem está a ser verdadeira ou falsa connosco, bastando olhar para o iPhone e ver se estes nos olham nos olhos ou se desviam o olhar. É apenas um extra interessante que não muda muito a jogabilidade, mas que é um bom uso da câmara do Face ID.
A banda sonora é aquela que bem conhecemos da série, e vai mudando de forma dinâmica conforme os acontecimentos que estiverem a decorrer diante dos nossos olhos. Há dragões para aterrorizar e dizimar os inimigos, há o inverno a chegar, e os White Walkers vão complicar e muito a nossa vida. Vejam aqui em baixo um vídeo que nos mostra o jogo em acção, e não percam este grande jogo, especialmente se forem fãs de GOT.
Depois de uma campanha de crowdfunding bem sucedida no Indiegogo, a Chorus Worldwide concluiu finalmente o seu RPGolf, um jogo que mistura uma aventura RPG com um clássico jogo de golf, e que nos transporta facilmente para os jogos que tanto se apreciava jogar nos anos 90.
A ideia por detrás do jogo é simples. Para os apreciadores de jogos de golf, navegar de buraco em buraco em paisagens lindíssimas, e não poder apreciar todo aquele cenário de uma forma livre, era com toda a certeza uma pena. Foi assim que os criadores de RPGolf se lembraram de implementar um sistema de RPG num mundo livre para ser explorado entre buracos.
Reza a história que numa ilha paradisíaca toda a gente era feliz e passava os dias a jogar golf. Mas um dia a ilha foi invadida por monstros e os seus habitantes, cheios de medo, esconderam-se das bestas e deixaram de jogar golf. Passado algum tempo chegou a heroína de quem ninguém estava à espera, uma menina que queria jogar nos melhores campos de golf de todos os tempos.
Como é sabido, os campos estão pejados de monstros, e como tal para jogar os 9 lendários buracos, a menina terá de combater com o seu taco todos os monstros que lhe aparecerem pela frente, inclusive entrar nas cavernas e masmorras para poder obter algum item importante, ou mesmo para viajar de um local para o próximo.
Vamos por partes, como jogo de golf, sempre que chegamos à bola do próximo buraco, entramos em modo de golf, e é aquilo que já conhecemos dos jogos de golf. Escolher o taco (que nos dá diferentes distâncias para atirar a bola) e apontar na direcção pretendida usando o joystick, escolher onde acertar na bola, e tocar no ecrã no momento certo para definir a força da tacada.
Como é uma mistura entre RPG e golf, convém bater o par do buraco em questão, para aparecer no mapa o próximo buraco a jogar, e também para que o monstro a combater no final nos ache dignos da sua atenção, e apareça para combater no último buraco.
Como RPG temos um mundo inteiro para explorar livremente, pois não somos obrigados a seguir as estradas de pedra para viajar entre buracos. Podemos ir às vilas protegidas pelas montanhas, visitar bares, vendedores, receber pedidos dos habitantes, assim como dicas importantes de estranhos, que nos ajudam a resolver certos puzzles para avançar na aventura.
Há que combater muito, pois só assim subiremos de nível, e com isso podemos gastar os pontos de habilidades nas áreas que acharmos mais importantes (força de ataque, defesa, inteligência, etc, etc). Estas habilidades são válidas para o golf (uma tacada mais forte, ignorar o vento, etc), como para os combates (ataque mais forte, maior capacidade de evitar ataques, etc).
Acho que os criadores de RPGolf conseguiram obter um belíssimo jogo, que tanto deve agradar os fãs de jogos de golf 8-bit como de um bom RPG estilo Zelda. É uma boa mistura que torna bem mais interessante um jogo que podia ser só uma coisa, mas que afinal é um dois em um, e funciona muito bem, mantendo-nos agarrados ao jogo até completarmos os 9 buracos. E depois quem sabe, tentar fazer os buracos novamente e ficar abaixo do par.
Dos melhores RPG's e combates por turnos que existe para iOS, Warhammer Quest, um espectacular jogo já de 2013 ganhou uma sequela bem melhorada. Com a participação de alguns elementos da equipa responsável pelo jogo original, temos agora na App Store o Warhammer Quest 2 da Perchang, que nos volta a transportar para este fantástico universo Warhammer, e as suas masmorras carregadas de monstros.
Com um rei maldito a trazer o caos e destruição para a terra de Middenland, teremos que reunir os heróis mais improváveis para tentar derrubar todo o mal que assola a terra. Começando com uma união improvável entre um humano e uma elfa feiticeira, levaremos o Capitão Marcus Hammerfall e a feiticeira Meharva Darkshade através das primeiras masmorras à procura do Martelo de Helstrum, que dizem pegar fogo às suas vítimas.
O jogo é bastante idêntico ao original Warhammer Quest, na sua estrutura e na sua mecânica de movimento e combates dos nossos heróis. A ideia é andar de cidade em cidade, onde iremos ter sempre uma aventura para viver, normalmente para ajudar a cidade em questão, entrando de seguida numa masmorra carregada de perigos.
No seu interior, teremos que avançar até chegar ao nosso objectivo, pelo caminho eliminando todas as forças inimigas (monstros guerreiros, morcegos sanguinários, aranhas gigantes, etc). Cada herói tem um número de pontos de acção, que tanto nos permitem mover o nosso personagem através dos quadrados no terreno, ou usar em ataques.
É aqui que entra a estratégia destes combates por turnos. Decidir mover um herói 6 por quadrados, ou então aproveitar os seus pontos de acção e efectuar dois ataques certeiros. Colocar um herói com escudo e armadura à frente, e deixar um elfo arqueiro na retaguarda a atirar setas, matando estratégicamente cada um dos monstros mais distantes no interior da masmorra.
Também há uma nova mecânica no armamento usado pelos nossos heróis, pois podemos escolher entre uma ou mais armas, variando no tipo de ataque que é efectuado. Há armas que são boas para esmagar, outras que são boas para furar, e outras para esfaquear, e os inimigos que temos pela frente podem ser mais resilientes a certos tipos de ataque, por isso temos de pensar bem em qual arma usar em cada momento.
Com o dinheiro ganho em cada masmorra podemos depois adquirir novas armas e protecções nos mercados espalhados pelas cidades, ou mesmo investir nos nossos heróis e pô-los a treinar para subirem de nível melhorarem as suas características de combate.
Antes de entrarmos numa masmorra, podemos escolher quais os heróis é que queremos levar connosco (4 no máximo), e quais as suas armas e escudos. Isto é muito importante, pois poderemos ter que voltar a entrar numa masmorra, escolhendo mais tarde heróis adequados para os inimigos em questão. É para isso que servem também as tavernas nas cidades, locais onde poderemos beber um copo e contratar novos heróis para nos acompanharem nestas aventuras.
Para além das aventuras que nos são entregues pelas populações das cidades, vamos encontrando nas nossas viagens outras aventuras secundárias aleatórias. Algumas levam-nos para uma masmorra onde poderemos encontrar mais ouro, salvar alguém que pode depois passar a ser mais um herói da nossa equipa, ou mesmo até encontrar armas poderosíssimas.
Ao nível gráfico o jogo é lindíssimo, podendo observar reflexos das armas em acção na armadura do capitão, todo o tipo de sombras e fumo (ou nevoeiro), o que é simplesmente espectacular. Ao contrário do primeiro jogo, agora temos um verdadeiro 3D, podendo manipular a imagem no ecrã com 2 dedos, variando o ângulo de visão, aproximando para ver tudo com maior detalhe, etc.
A banda sonora também é qualquer coisa de fantástico, transportando-nos facilmente para as batalhas de filmes como o Senhor dos Anéis, tudo muito épico portanto. É possível encontrar heróis para comprar com dinheiro real, e também uma espécie de DLC com uma nova zona, novos inimigos, e mais aventuras para viver.
Para quem aprecia estes Role Playing Games, com os seus combates estratégicos por turnos, não há mesmo melhor jogo que este para iPhone ou iPad. Warhammer Quest 2 é o jogo que têm de ter instalado se são mínimamente fãs deste tipo de jogo. Podem ver aqui em baixo o vídeo oficial que nos mostra a beleza que acompanha este magnífico jogo.
Se passarem hoje pela App Store vão encontrar gratuito um grande jogo indie que nos põe a viver a revolução Iraniana em 1979, através dos olhos de um fotógrafo divido entre duas facções. O jogo chama-se 1979 Revolution: A Cinematic Adventure Game da iNK Stories, e é uma aventura que não vão querer perder, especialmente para aqueles que se interessam pela história do mundo.
Neste jogo vestimos a pele de Reza, um fotojornalista dividido entre os ideais políticos da sua família, e os seus próprios ideais e o das gerações mais novas, e dos seus amigos mais próximos, e nas suas decisões que irão afectar aqueles que se encontram à sua volta.
Todas as histórias são baseadas em acontecimentos reais, e também em pessoas reais que fizeram parte desta revolução, como é o caso do interrogador nesta foto em cima. No início somos lançados para uma terrível prisão famosa pelos seus presos políticos e pelos milhares que foram executados às mãos deste carrasco, e a partir daí começamos a experienciar o jogo e a história numa série de flashbacks.
Muitas das decisões que temos de tomar no jogo baseiam-se nas palavras que escolhemos usar para responder a alguém, ou intervir numa determinada situação. E a nossa máquina fotográfica acaba por ser a nossa única arma, que tirando fotos reais, vamos aprendendo mais sobre a revolução e os seus momentos chave.
Como no grande jogo para iPad, CIA: Operation AJAX, que nos relata os eventos anteriores a 1978, que elegeram o Xá que foi deposto nesta revolução, aprendemos imenso sobre os eventos históricos, e sobre os cordelinhos puxados pelas grandes potências mundiais. Mas aqui de forma mais granular, pelo olhar do povo e dos revolucionários que viram os seus amigos e familiares perder as suas vidas no terreno.
A Telltale inc. é bem conhecida pelos seus jogos de aventura baseados em histórias famosas, como por exemplo Walking Dead, Back to the Future, Monkey Island Tales, etc, e hoje temos a oportunidade de encontrar gratuito na App Store este The Wolf Among Us, um jogo que nos transporta para o universo mais negro dos contos de fadas.
Baseado na famosa série de comics Fables da DC Comics, aqui encarnamos a pele de um destes fables, o xerife Bigby Wolf, o lobo mau, e teremos que ajudá-lo a decifrar quem cometeu um crime em Fabletown, enfrentando todo o tipo de personagens fantásticos, como um sapo falante, a bela e o monstro, etc.
Para quem aprecia banda desenhada este jogo é uma delícia, pois como se pode ver pela imagem aqui em cima, tudo se passa no mundo dos quadradinhos, se bem que estes são animados, e bem assustadores. Encontrar pistas e falar com várias personagens é importante para avançar na história, mas em certos momentos temos de tomar decisões que podem alterar por completo o destino do nosso herói.
Para além dos pontos na história onde temos de tomar decisões, existem cenas de acção bem intensas, onde teremos que executar algumas acções com o dedo no ecrã, e se falharmos, podemos acabar com um machado enfiado na cabeça, o que não é lá muito saudável para o nosso personagem.
Estas decisões e momentos de acção moldam o nosso personagem e a direcção da história, o que pode levar alguns a querer repetir o episódio do início, fazer as coisas de forma diferente, e ver o que mudou.
Este é um jogo assustador e viciante, e podemos jogar o primeiro episódio inteiro de forma gratuita. No entanto, quando estivermos completamente enrolados na história, temos de ter a noção que para continuar teremos que adquirir os restantes episódios através de uma compra in-app. Poder jogar o primeiro episódio é por si só espectacular, por isso recomendo que o façam, mesmo que depois não queiram continuar a aventura e dar por concluído o mistério.