Ainda no outro dia falava de um jogo de futebol que saía um pouco da caixa, e hoje a bola volta a estar em cima do pé, pois vamos falar só dos truques que se podem fazer com ela. Estou a falar do jogo PSG Soccer Freestyle da FGL Indie Showcase, e podem encontrá-lo hoje grátis na App Store.
Como qualquer jogo que envolva truques num iPhone, tem tudo a ver com timing e bons reflexos. Aqui vamos vestir a pele de vários jogadores de futebol famosos do mundo inteiro, e teremos que manter a bola no ar, e fazer todo o tipo de truques conhecidos e desconhecidos.
A jogabilidade é muito porreira, onde temos indicadores no ecrã para perceber qual o momento ideal para tocar no ecrã e ao mesmo tempo dar um toque na bola. Com um bom timing e bons reflexos, manteremos a bola no ar por mais tempo, e conseguiremos fazer todos os truques que nos são pedidos.
Há outras mecânicas que mantêm a jogabilidade interessante, e há a possibilidade de levar connosco jogares famosos, para nos ajudarem a derrotar outros jogadores online que nos apareçam pela frente. Vindo de um grande clube de futebol, os níveis de produção são bem altos, e até está um jogo bem divertido.
Um jogo absolutamente louco de futebol com carrinhos de dar corda é a última aposta dos criadores de Golf Blitz. Trata-se de Motorball da Noodlecake, um jogo gratuito que nos vai pôr a conduzir pequenos carros atrás de uma bola contra vários jogadores espalhados por esse mundo fora.
Sim, é um jogo de futebol online contra outros jogadores, onde temos de conduzir pequenos carros para levar a bola até à baliza. Quem marcar primeiro 3 golos ganha, e a jogabilidade é excelente, como já é habitual nos jogos da Noodlecake Studios.
Há todo o tipo de campos de futebol para explorar, inclusive jogar na lua (oh oh oh), há muitas personalizações que podemos fazer aos nossos carros, e até arranjar alguns com poderes especiais, que serão essenciais para fazer batota e conseguir levar a melhor contra os nossos adversários.
É no fundo uma batalha campal para tentar atrapalhar o nosso adversário, e depois uma autêntica guerra para conseguir empurrar a bola até à baliza batendo com a frente do nosso carro. Muita adrenalina à mistura, e um jogo perfeito para quem adora competir online contra outras pessoas. Bons golos.
Os perigosos duelos no faroeste, aliados ao mundo das deliciosas gomas, deu origem a este Gumslinger da Itatake.com, um jogo que nos transporta para um mundo com torneios de 64 jogadores uns contra os outros, para ver quem é a mão mais rápida do faroeste.
Longe vão os tempos em que fazia estes duelos com dois jogadores no antiguinho Spectrum, com o joguinho High Noon, que acabava sempre com a música de funeral para um dos jogadores. Isto é a evolução natural desse jogo, e dos duelos que se faziam na altura.
Agora, num mundo onde os personagens são feitos de doces gomas gelatinosas, onde a violência é inexistente, e apenas vemos os corpos das gomas a contorcerem-se e a saltitarem pelo cenário como se fossem balões gigantes.
O objectivo é participar num torneio com 64 jogadores, em duelos um contra um, a ver quem consegue chegar ao primeiro lugar, sem perder a sua goma. Em termos de jogabilidade é super divertido e muito fácil. Controlamos com um dedo do lado direito o braço do nosso personagem, que levanta ou baixa a pistola. Fazemos pontaria, e disparamos carregando do lado esquerdo do ecrã.
É só isto, é tão simples, e tão divertido. O jogo troca-nos as voltas, com a mudança do ângulo da câmara, com o colocar do nosso personagem em situações mais complicadas, e com a introdução de mais objectos no cenário. Também há mais mini jogos para ir fazendo para além dos torneios, como tiro ao alvo, tiro às latas e garrafas, etc, etc. Não percam este divertido jogo, que podem encontrar hoje grátis na App Store.
O jogo Magic The Gathering é aquele que trouxe os combates com cartas para as mãos do mundo inteiro, dando até origem a jogos de grande sucesso como Hearthstone: Heroes of Warcraft. A semana passada trouxe-nos uma nova versão do famoso jogo com Magic: ManaStrike da Netmarble Corporation, que vem agora no formato Clash Royale, o que é também bastante divertido e desafiante.
Como já é conhecido nestes jogos de combates e estratégia em tempo real, estamos a jogar com o tempo a jogar contra nós, e tudo acontece em directo, temos de atacar e defender, e não há muito tempo para pensar nas jogadas a fazer.
O campo de batalha está disposto na horizontal, e atacamos da esquerda para a direita. O objectivo é destruir as "3 torres", ou seja os dois guardiões e depois o nosso inimigo que se encontra ao centro do lado direito.
Em baixo temos as cartas com as criaturas e poderes que podemos jogar para o campo de batalha, inclusive o herói que escolhemos (o planeswalker), que tem um poder especial que pode ser usado depois deste ser colocado em jogo. Cada planeswalker tem um poder especial, e as cartas que podem ser adicionadas ao seu baralho também diferem entre eles.
Nada disto é novidade para os fãs de Magic The Gathering, no que toca a cartas e criaturas, seja do fogo, terra, ou outros. O que muda aqui mesmo é a estratégia em tempo real, a atenção à mana que precisamos para invocar as criaturas e poderes, e encontrar um baralho que seja bem balanceado para não sermos derrotados com facilidade.
O jogo tem muitos pontos em comum com jogos como Clash Royale, mas tem um aspecto gráfico bem interessante e diferente, e as animações e sons das criaturas estão muito porreiros. Este é com certeza um jogo que agradará mais aos fãs de MTG, pelo tema, e pelas cartas que fazer parte dos baralhos.
O ideal será escolher um herói, e melhorá-lo, assim como às cartas que fazem parte do seu baralho, mas é óbvio que podemos ir alternando ao nosso gosto, mas que fará com que o nosso progresso no jogo seja um pouco mais lento. Como jogo PVP, há que derrotar jogadores online espalhados por esse mundo fora, e criar um clã é obrigatório a partir de certa altura. Um jogo gratuito para os fãs de MGT e para desenjoar de Clash Royale.
Se andam a precisar de variar um pouco e pousar por alguns minutos o melhor jogo FPS Multijogador e alternar com outro igualmente bom, então têm mesmo de experimentar o recém chegado Warface: Global Operations da MY COM, um FPS shooter multijogador com os modos de jogo online conhecidos de toda a gente, que podem encontrar grátis na App Store.
Esta é a encarnação e adaptação para telemóvel de Warface, um First Person Shooter famoso e de grande sucesso nas consolas e PC, que nos traz tudo o que tinha de bom nas plataformas fixas, e é completamente adaptado para funcionar às mil maravilhas num iPhone.
Desde os visuais, aos controlos absolutamente fantásticos, à jogabilidade, que não conta com quase nenhuma curva de aprendizagem, e é mesmo um jogo bem fácil de jogar, especialmente se tivermos activado o disparo automático, tendo apenas que nos preocupar com a nossa pontaria, e claro, as nossas capacidades para nos escondermos dos inimigos, e do fogo inimigo.
Já sabemos o que esperar de um jogo deste tipo. Combates cooperativos em equipa online, sejam death match ou capture the flag, com uma boa quantidade de mapas diferentes para jogar e decorar, e uma enorme quantidade de armas e upgrades a fazer entre combates..
Como não podia deixar de ser, podemos personalizar o nosso personagem ao nosso gosto, mas o que importa aqui mesmo é conseguir créditos suficientes para adquirir novas armas, ou simplesmente melhorar aquelas que usamos, para subirmos no ranking, até sermos o melhor combatente em campo. Se são fãs de Call of Duty, então Warface é aquele chamamento que não podem ignorar..
Os combates de Battle Royale nunca tiveram tanta piada como este Zooba: Action & Shooting Game da Wildlife Studios, onde vamos ter a bicharada do Jardim Zoológico em plena guerra, todos contra todos, numa autêntica guerra multijogador entre 20 animais para ver quem fica em pé para o final.
Dentro do género de jogos MOBA e Battle Royale temos os mais sérios e bem famosos PUBG Mobile e Fortnite, e até o mais recente Call of Duty Mobile, mas para quem quer um jogo divertido e bem mais apelativo e amigo das crianças ao nível visual, este Zooba é a escolha acertada.
Mas o jogo para além de divertido e simpático, é mesmo desafiante e ao mesmo tempo um gozo de jogar. Os combates são rápidos, e não tarda temos o jardim zoológico todo a arder, o que obriga todos os animais que ainda estão vivos a virem lutar para o centro do jardim, como já acontece nos outros jogos de Battle Royale.
Aqui apenas temos 20 animais a combaterem uns contra os outros, mas a grande diferença deste jogo para os outros tem a ver com as habilidades específicas de cada animal, como por exemplo o Gorilla consegue saltar e derrubar os seus inimigos quando cai ao chão com os seus poderosos braços, o camaleão consegue esconder-se dos seus inimigos camuflando-se temporariamente, etc, etc.
Uns são mais ágeis, outros mais lentos, todos com poderes especiais específicos de cada animal, e depois claro está, temos as armas que podemos apanhar do chão e que também fazem toda a diferença para virarmos o rei do jardim zoológico.
Há baús para abrir, há moedas que nos permitem melhorar o poder dos nossos animais, há clãs para nos juntarmos aos nossos amigos, os quais podemos convidar para vir para a luta connosco, o que é um factor de divertimento garantido quando vamos combater com estratégias combinadas em coordenação com os nossos companheiros. O jogo está agora disponível grátis na App Store.
No início do ano tivemos a promessa, e agora chega finalmente às nossas mãos, o incrível Call of Duty®: Mobile, criado numa parceria entre a Activision Publishing Inc. e a Tencent (também criadora do famoso PUBG Mobile), que nos vai pôr em modo de guerra contra todo o mundo em combates PVP 5 contra 5, e até o clássico last man standing que põe 100 jogadores uns contra os outros.
O timing não foi certeiro, como foi o caso de PUBG Mobile e Fortnite que foram lançados mais ou menos pela mesma altura, mas agora que chegou não consigo deixar de pensar que os outros jogos são para esquecer, porque este é o Call of Duty a que todos estamos habituados, os mapas clássicos, os modos de combate que bem conhecemos, Team Deathmatch, Domination, Search & Destroy, um battle royale com 100 jogadores, e a qualidade que não podia deixar de estar presente num grande nome como este.
Para além dos inúmeros modos de jogo, temos também prometido um modo de zombies que é um daqueles modos que ficou bem famoso no PC e nas consolas, especialmente para quem não aprecia jogar contra outras pessoas online, e há muitas armas para adquirir e melhorar, bem como todo o tipo de acessórios para as armas, looks, etc.
O jogo é gratuito, e tem compras in-app como é óbvio, mas para já não parece que seja algo muito importante, nem necessário, porque o jogo está mesmo muito bem concebido e é extramente divertido e com uma jogabilidade incrível, tanto para iniciantes como prós (há 2 modos de disparo distintos, um mais fácil automático e um mais avançado manual). Vejam aqui em cima o vídeo de apresentação para abrir o apetite, e não percam um dos melhores FPS que existe para iPhone e iPad.
Ora cá está mais um jogo de cartas do solitário bem original e com uma mecânica nova que pretende vir a dar cartas neste mundo dos jogos de cartas e paciência. Chama-se Solisquare e chega-nos pelas mãos de gary gogis, e podemos encontrá-lo hoje grátis na App Store.
O jogo em si é o clássico solitário, onde temos 52 cartas do baralho que temos de retirar com sucesso até chegar a zero. No lugar das cartas dispostas na horizontal, com os espaços em cima para colocar os Ases, e um espaço para ir retirando cartas do baralho, desta vez temos uma grelha de 3 por 3 onde temos ao centro o baralho de onde vamos tirando cartas, e à volta do baralho os espaços onde podemos colocar as cartas para serem retiradas.
Em cima, em baixo, e dos lados, são os locais onde podemos colocar cartas a subir ou a descer para irem desaparecendo do ecrã. E nos cantos são os lugares onde podemos colocar cartas para ficarem lá temporariamente até as queremos utilizar.
Na primeira vez estranha-se este novo método de jogar, mas à segunda vez entranha-se, e de que maneira. É muito divertido o conceito, e com toda a certeza um excelente desafio sem dúvida. Subir ou descer não importa, mas temos de ter a noção de que há 4 cartas idênticas, uma de cada naipe, que necessitam de ser retiradas, por isso muita atenção com a eliminação de cartas em sequência, pois pode ou não ser a melhor estratégia.
Por cada vez que jogamos ganhamos uma moeda, mas ganhamos várias moedas se conseguirmos eliminar todas as 52 cartas do baralho. E as moedas são essenciais para comprar novos baralhos, que mudam por completo o aspecto das cartas e do ambiente à sua volta. A banda sonora é impecável, e gosto bastante de como o efeito de som muda do menu para o jogo (tipo música de elevador enquanto não estamos a jogar).
Há também um modo de jogo multjogador online, onde podemos defrontar um amigo através do gamecenter, ou um perfeito desconhecido. Isto vai um pouco contra aquilo que as pessoas procuram num jogo do solitário, pois aqui estamos a jogar contra o tempo a ver quem elimina mais cartas do tabuleiro, tudo muito rápido. Seja como for, vejam aqui em cima um vídeo que nos mostra o jogo em acção, e não percam se forem fãs deste tipo de jogo de paciência.
Gears of War é um dos IPs mais famosos da XBOX, e chega agora ao iPhone numa versão fofinha neste Gears POP! da Microsoft Corporation, onde temos uma espécie de Clash Royale com personagens do Gears of War com o aspecto dos bonecos da Funko POP.
O acordo de cooperação entre a Microsoft e a Funko POP para nos trazer este jogo não é razão de preocupação, pois o jogo continua bem violento como o seu original na XBOX (não tanto, mas continuamos a ter uma boa dose de violência nas batalhas entre humanos e os gafanhotos mutantes).
O jogo difere de Clash Royale, apesar de parecer à primeira vista ser um jogo com duas pistas, a verdade é que podemos largar os nossos heróis em qualquer lugar do ecrã, seja atrás, à frente, ou no meio. Isto claro, se conseguirmos capturar as várias barreiras que existem nas duas colunas que podemos ver à nossa frente.
A ideia e estratégia é esta, avançar com os guerreiros que capturam barreiras, para conseguirmos colocar outros heróis nestas posições mais avançadas. Assim correm menos riscos de serem mortos, e também ficam mais perto das torres de metralhadoras que têm de destruir para vencer o jogo.
O objectivo é destruir as duas torres de metralhadoras dos lados, e depois a barreira ao centro onde se encontra o herói do nosso adversário. Como é óbvio grande parte da estratégia está em escolher bem os elementos da nossa equipa, criando uma equipa equilibrada, e que não seja ao mesmo tempo demasiado forte, nem demasiado fraca.
Há cofres para abrir com novos heróis, upgrades, granadas e outras armas que podemos usar directamente no campo de batalha, e temos os habituais clãs onde nos podemos juntar com outros jogadores para fazer jogos cooperativos contra os maus da fita.
Um dos últimos jogos viciantes do género ".IO" a aparecer na App Store é este Hoop Stars da SayGames, onde temos de fazer um combate contra um adversário, uma espécie de jogo de basket invertido, onde controlamos o cesto e temos de fazê-lo passar pela bola que se encontra parada no meio do ecrã.
O conceito é interessante e bem divertido, mas mais parece que controlamos um donut, o qual temos de fazer passar por uma bola mais rápido que o nosso adversário. Portanto, o objectivo é encestar, mas em vez de atirar a bola para o cesto, atiramos o cesto para a bola.
Como é costume nestes jogos onde os objectos obedecem às leis da física, o mais difícil é controlar o cesto, que com apenas dois toques, um para o atirar para a direita, e outro toque para o atirar para a esquerda, fica bem difícil jogar de uma forma bem controlada. Mas é algo que se pode ir treinando até ficarmos uns mestres da coisa.
Supostamente estaremos a jogar contra jogadores de outros países espalhados por esse mundo fora, sendo até possível lançar o nosso cesto contra o deles para tentar evitar que ele consiga passar pela bola antes de nós.
Mas como já aprendemos no fantástico e também muito divertido paper.io, há a forte possibilidade de estarmos a jogar contra jogadores controlados por uma inteligência artificial ou algo do género. Seja como for, o jogo é altamente viciante, e vai variando nos seus desafios e modos de jogo, com uma bola que vai mudando de lugar cada vez que encestamos, ou mesmo um jogo de bónus onde andamos atrás de pedras preciosas que podemos usar para adquirir cestos e bolas com um novo look.
Um único senão, a publicidade que é chata, e aparece no final de cada jogo. Já sabemos que é o preço a pagar nos dias que correm, e pelo menos é daquela que se elimina ao fim de 2 a 5 segundos, o que já não é mau. Bons cestos!
Um jogo de estratégia mais contemporâneo que nasceu em versão tabuleiro como o antigo Arimaa, Feud da Bearwaves, põe-nos a viver a arte da guerra numa espécie de xadrez bem mais acessível, e que podem encontrar completamente grátis na App Store.
Gosto bastante de jogos de xadrez, especialmente das variações que vão aparecendo e que vou mostrando aqui no Apps do iPhone. Neste caso estamos o mais distante que é possível do xadrez, em termos de apresentação, regras, personagens, etc, mas podem ter a certeza que é um belíssimo jogo de estratégia para um ou dois jogadores.
O jogo foi criado originalmente para tabuleiro por Dave Cordell em 2016, e chega agora aos computadores, telemóveis e tablets. Podemos jogar sozinhos contra o computador, ou contra um amigo frente a frente no mesmo iPhone ou iPad, ou então optar pelos combates online contra jogadores de todo o mundo.
Mas que raio se passa neste estranho jogo com um tabuleiro de 4x4 peças? Temos peças brancas e pretas (as pretas começam primeiro), 8 para cada lado, e compõem-se por um rei, dois cavaleiros, dois arqueiros, um médico, e um feiticeiro.
Dava para fazer uma nova história do Rei Artur com esta composição, mas dada a proximidade das peças, podem ter a certeza que ia ser uma história bem curta, pois os combates começam de imediato mal é dado o tiro de partida (não há tiros nenhuns, isto é tudo muito medieval obviamente).
Cada peça tem as suas próprias características ao nível de movimento e acções que podem executar. E como tal, todas elas têm determinados pontos que representam a sua energia (sem pontos morrem e desaparecem do tabuleiro), e sempre que ficarem isoladas (sem nenhuma peça amiga do seu lado), fecham os olhos e ficam inactivas, paralizadas no campo de batalha.
O jogo processa-se da seguinte forma, cada jogador tem direito a duas fases, uma em que podemos mover uma peça (trocar duas peças de lugar, uma com a outra, seja com uma peça amiga ou inimiga), e uma segunda fase em que podemos fazer uma acção de qualquer guerreiro, seja atacar, curar amigos, ou teletransportar o feiticeiro para o lugar de outra peça amiga.
Aconselho a fazerem o tutorial, que ficarão a perceber o jogo bem rapidinho, e num instante poderão ficar online para defrontarem outros jogadores que estejam espalhados por esse mundo fora. Jogar sozinho é um bom desafio, mesmo na dificuldade fácil, e dará para aprender boas estratégias para ganhar o jogo (que acaba sempre que alguém matar o rei adversário, ou conseguir isolar todas as peças do inimigo, deixando-o sem movimentos possíveis). Bons combates!
Maldito Flappy Bird dos infernos, que mais parece ter açucar, porque uma pessoa não consegue parar depois de começar a jogar. E como se a fórmula não fosse já por si só altamente viciante, vêm estes gajos e criam um Flappy Royale .io, que nos transporta para o mundo das Battle Royale, onde estamos a competir directamente contra outros 99 pássaros.
Para aqueles que nunca ouviram falar nem jogaram Flappy Bird, tenho-vos a dizer que vocês devem morar numa caverna bem profunda, e já agora, ainda há lá dinossauros a viver? Para todos os outros, parem de ler já imediatamente, pousem o iPhone e nunca mais voltem a passar por aqui. A sério, este jogo é tão viciante, tão irritante, que quando começamos difícilmente vamos conseguir pousar o iPhone tão cedo.
E o pior de tudo, é que com esta coisa das Battle Royales, até arrancamos o jogo a saltar de um autocarro como no famoso Fortnite, e depois é o querido e estupidamente viciante Flappy Bird que sempre conhecemos. Tocar no ecrã para bater as asas, e passar pelo maior número de tubos que conseguirmos sem bater contra nenhum deles.
O problema é que a fórmula agora foi transformada e é agora um jogo ainda mais viciante, porque estamos a ver todos os outros 99 jogadores a voar ao nosso lado, e carago se não vamos ganhar aquela corrida. E não ajuda que para começar um jogo contra outros 99 é algo imediato, não temos de esperar tempo nenhum, é só tocar no botão do "Ready", e siga.
É certo que não é em tempo real, e estamos sempre a jogar contra os 99 fantasmas do jogo que foi feito imediatamente antes do nosso. É uma forma brilhante de pôr tudo a jogar, sem esperar, e sem stresses de pôr toda a gente à espera uns dos outros até estarem prontos.
O jogo ainda não saiu oficialmente na App Store, mas basta passar na página do Flappy Royale aqui em baixo, e têm lá a versão beta para iOS (é preciso instalar o Test Flight, caso ainda não tenham), e há também uma versão Web para testarem de imediato o jogo no browser do computador. Mas ficam já avisados, cuidado que isto é muito viciante, e ainda por cima podemos modificar o aspecto do nosso pássaro. É a loucura!
Um belíssimo jogo de Fórmula 1 indie, Monoposto de Marco Pesce, está hoje em promoção a um preço baixíssimo, mas podem sempre experimentar a versão lite que apesar de não nos dar acesso ao campeoato nos deixa fazer corridas rápidas em variadíssimas pistas.
O que chama logo à atenção neste jogo é a sua aparente qualidade gráfica, e a velocidade. O jogo é incrívelmente rápido, e num jogo de Fórmula 1 a sensação de velocidade é tudo. Assim como os controlos, e neste aspecto também não temos de que nos queixar, com todas as opções possíveis, desde o controlo a inclinar o iPhone até aos botões no ecrã, e a possibilidade de optar entre um jogo para amadores com muitas ajudas activas (Arcade), ou um jogo para profissionais mais em jeito de simulação.
O jogo completo dá-nos acesso a corridas rápidas, campeonatos, corridas multijogador online, autênticos duelos um contra um, e no modo de carreira temos voltas de qualificação, temos acesso às pit stop, 5 visões de câmara diferentes, escolha de pneus e carros, personalização da pintura do carro e fato do condutor, corridas à chuva, e a possibilidade de jogar com um joystick MFi. Vejam aqui em cima um vídeo que nos mostra a velocidade alucinante e qualidade gráfica deste jogo indie criado por uma só pessoa, e aproveitem a promoção para o jogo completo, ou experimentem a versão gratuita lite que nos permite fazer muitas corridas para testar o jogo e ver se é do nosso gosto.
Um jogo old school que chegou recentemente à App Store foi este Bombastic Brothers – Top Squad da MY COM, onde temos um clássico Shoot' Em Up de plataformas a fazer lembrar os melhores jogos do género dos anos 90, com algumas mecânicas dos jogos mais recentes que têm feito grande sucesso junto dos jogadores, e podem encontrá-lo grátis na App Store.
O jogo arranca com um dos nossos heróis a aproveitar o sol numa ilha algures no meio do oceano, e de repente a terra é atacada por alienígenas, e a única coisa a fazer é agarrar numa arma e destruir toda a bicharada que não pertence ao nosso planeta.
Este shooter de plataformas tem uns controlos magníficos, com um joystick flutuante do lado esquerdo do ecrã para controlar o movimento dos nossos heróis, e do lado direito botões para disparar a arma principal, saltar, e activar algumas armas especiais como mísseis, granadas, entre outras coisas boas. A mira é automática, por isso é só mantermo-nos relativamente perto do inimigo que os tiros acabam por chegar até eles, e isto funciona mesmo muito bem, tendo em conta a que é algo a que não estamos habituados normalmente.
O jogo depois torna-se bem extenso à medida que vamos avançando no tutorial sendo apresentada uma fortaleza voadora que servirá de base de operações, onde poderemos ir desbloqueando secções diferentes para abrir arcas com bónus, treinar novos heróis, aceder aos clãs, abrir missões extra, etc, etc.
Podemos jogar com vários heróis, sendo certo que cada um deles tem características especiais bem diferentes um dos outros, podemos adquirir e melhorar armas, armaduras, etc, e para além da campanha bem divertida e carregada de conversas cheias de piada entre os vários personagens, temos também acesso às missões extra para ir ganhando mais coisas boas, e até combates PVP entre jogadores online e entre clãs.
O jogo tem um grafismo e animações impecáveis, assim como um brilhante trabalho ao nível do som. Nota-se perfeitamente que é um título de grande qualidade, e especialmente apesar de ter publicidade para conseguirmos ganhar mais coisas no decorrer do jogo, não é daqueles que nos obriga a ver publicidade a toda a hora, o que só por isso já ganhou. Seja para os mais nostálgicos, seja para novos jogadores, há muitas horas a perder e muita coisa para explorar neste Bombastic Brothers - Top Squad.
Sabem o que aconteceria se aplicassem o conceito de um jogo como o Clash Royale ao futebol? A resposta está dada e chama-se Futebol Rumble Stars da Frogmind, um divertido jogo de futebol carregado de acção e estratégia que podem encontrar grátis na App Store.
Tenho de admitir, a mistura do género de combates PVP estilo Clash Royale com um jogo estratégico como é o futebol, está mesmo muito bem conseguida neste Futebol Rumble Stars. Temos cartas em baixo para jogar como no Clash Royale, temos energia que vai acumulando para jogar os nossos jogadores para o campo, e temos todo o tipo de habilidades diferentes que mudam por completo uma partida de futebol.
A ideia é lançar os jogadores para o campo e deixá-los fazer o seu trabalho, que é fazer chegar a bola à baliza do adversário. Temos animais que têm como sua missão chutar à baliza custe o que custar, como é o caso do tigre, e depois temos animais como o cão que como grandes amiguinhos que são apenas passam a bola aos outros animais.
O jogo é frenético e tem muita acção à mistura como seria de esperar, porque podemos jogar por exemplo um animal como o touro que tem como única missão destruir o jogo do adversário, ou seja dar cornadas em todos os jogadores no campo até que estes percam a bola.
Mas mesmo ao nível estratégico há outras coisas a ter em conta, como um canhão que dispara continuamente contra o guarda redes, ou o íman, que fazem com que o guardião da baliza se afaste e deixe o caminho aberto para o golo.
O jogo traz consigo a fórmula bem afinada dos jogos de guerra, como ganhar mais cartas para melhorar os nossos jogadores, clãs para ver quem é o melhor, jogos privados entre amigos e colegas de clãs, etc, etc. Para quem não aprecia tanto as lutas mas mais o jogo à bola, este Futebol Rumble Stars é um jogo que não vão querer deixar passar ao lado.
Aqui está o jogo que Ingress ou Pokémon GO deveriam ter sido, especialmente se pensarmos numa mistura de géneros com um FPS como Call of Duty ou Modern Combat. Estou a falar do recém chegado Reality Clash: AR Combat Game da Reality Clash Limited, onde temos de lutar pelo território no mundo real lutando contra outros jogadores em combates FPS frente a frente ou praticando contra bots.
Da mesma maneira que Ingress ou Pokémon GO, temos de andar a passear pela cidade, procurando spots onde podemos adquirir novas armas e caixotes com elementos essenciais para fabricar armas e munições, ou mesmo spots onde estaremos seguros para recurar energia mais rapidamente.
Lá pelo meio podemos iniciar um combate contra bots que vão aparecendo no mapa, para ganhar mais coisas e até para praticar a nossa mira e capacidades de nos mantermos com vida. Sim, que este jogo é em realidade aumentada, e como tal temos de nos mover para evitar levar com tiros, e até esconder por detrás de obstáculos virtuais que são colocados à nossa frente.
Este mundo virtual que é criado em realidade aumentada à nossa frente é o campo de batalha onde defrontaremos os bots e também jogadores reais que poderão estar perto da nossa localização (ou mesmo à nossa frente como se pode ver no vídeo aqui em cima), ou então jogadores que encontremos online mas que podem estar bem longe de nós, sendo criado na mesma o ambiente virtual onde ambos combaterão em tempo real um contra o outro.
O conceito é inovador, mas a execução está muito bem conseguida, assim como a jogabilidade. Mirar com o iPhone está espectacular e funciona muito bem, assim como abaixarmos o nosso corpo para evitar os tiros, ou mesmo escondermo-nos atrás de uma coluna virtual para parar de levar com o fogo inimigo. É com toda a certeza um jogo a experimentar para quem aprecia estes jogos sociais / FPSs / caminhar no mundo real. É grátis por isso, instalem-no e vamos lá praticar essa pontaria que vale bem a pena.
Por vezes só queremos mesmo é dar muitos tiros num bom Shoot 'Em Up no espaço, como é caso deste Space Justice: Galaxy Shooter da MY COM, um jogo que vem no seguimento de outro título de grande sucesso da mesma companhia, que mistura algumas mecânicas conhecidas de outros jogos para nos dar mais para fazer de cada vez que o abrimos para jogar.
Para os nostálgicos de clássicos como 1942, um bom shooter nunca é demais, e esse tipo de divertimento temos aqui garantido em Space Justice: Galaxy Shooter. Muitas naves para destruir, em modo cooperativo ou solo, e mesmo níveis com chefões terríveis para derrotar, que mais parecem uma mistura de uma nave com um terrível predador do mundo dos insectos (sim, estou a olhar para vocês aranhas).
Mas o jogo tem mais que se lhe diga, porque para além do clássico sistema de tiro neles, a capacidade de melhorar a nave e restantes armas, e até uns fiéis drones que voam ao nosso lado atacando automaticamente os inimigos, temos aqui também a possibilidade de avançar para os combates com um jogador online a jogar ao nosso lado. Ou então, receber um pedido de um jogador online para o ajudar a ultrapassar uma qualquer secção do jogo, e não há dúvidas que duas naves lado a lado fazem muitos mais estragos que só uma.
Mas depois ainda temos a nave principal, à qual regressamos para fazer melhorias ou mesmo adquirir novas naves pequenas de combate (podemos ter várias na garagem espacial da nave mãe), e nesta nave gigante podemos aceder aos vários sistemas onde podemos ganhar mais energia, e adquirir e configurar as defesas da nave mãe.
A nave mãe precisa de defesas? Ora pois claro, que este jogo tem um modo de ataque à base entre jogadores online, onde podemos atacar as naves mãe uns dos outros para obter mais créditos e coisas boas. Para isso fazemos um ataque às secções de defesa da nave dos outros jogadores, até destruírmos a nave por completo, ou até morrermos nós mesmos.
Este modo de ataque à base é bem conhecido de outros jogos como Clash of Clans ou Dominations, entre outros, mas aqui adaptado para um modo shooter onde funciona como se estivessemos a derrotar um qualquer boss no jogo, e ainda para mais com a possível ajuda de um outro jogador online para ajudar à festa.
De uma maneira geral as críticas são boas, e mesmo com o sistema de energia para jogar, é possível avançar no jogo e perder muitas horas com ele antes que se comece a notar que temos de melhorar consideravalmente as nossas naves de ataque para avançar significativamente no jogo. Se apreciam shooters, este Space Justice está mesmo a pedir para ser instalado no vosso iPhone.
Confesso que sou grande fã dos jogos tipo .IO, ainda mais do que todos os Battle Royale que andam por aí. Vindo directamente dos estúdios que fizeram o filme original do tubarão temos agora disponível grátis na App Store este JAWS.io da Universal Studios Interactive, que nos vai pôr a perseguir o tubarão ou a ser perseguido por ele.
Em termos de combates do tipo .IO, este jogo inova na fórmula, pois começamos todos como um pequeno barco no mar, e temos de andar por ali a salvar pessoas e pequenas embarcações, o que faz com que o nosso próprio barco vá aumentando de tamanho. Quem chegar primeiro aos 100 pontos transforma-se no faminto tubarão, e começa outra fase espectacular do jogo.
O tubarão tem de se alimentar de pessoas que estejam a nadar, embarcações e tudo o que vier à boca, para manter o seu nível de energia alto, e os restantes jogadores que estão nos seus barcos têm de perseguir o tubarão, atingindo-o com projécteis de maneira a fazer diminuir a sua energia. Aquele que conseguir matar o tubarão, transforma-se ele próprio no tubarão.
Há alguma estratégia presente no jogo, pois não precisamos obrigatóriamente de perseguir o tubarão para ganhar, pois podemos andar por ali a salvar pessoas, mas isto só se o tubarão não andar a fazer o trabalho dele como deve ser, porque normalmente compensa ser o tubarão, pois é aquele que ganha pontos mais rapidamente ao comer tudo o que mexe.
Os combates são rapidíssimos, de apenas 2 minutos, o que por vezes parece ser uma eternidade tal é a excitação do jogo. Perseguir o tubarão é sempre um risco, pois ele pode comer-nos e lá ficamos nós numa pequena lancha de madeira a tentar fugir com vida, até que volte a aparecer o nosso pequeno barco. Tubarão ou barco, há que comer e salvar vidas, pois só assim ficamos maiores e conseguimos dar cabo da concorrência.
Com a banda sonora conhecida a acompanhar, uns gráficos 3D impecáveis e um mar bem realista, temos aqui um jogo super divertido, um dos mais divertidos do género .IO, estando a Universal Studios Interactive de parabéns por um jogo muito bem feito. Há publicidade aqui e ali como em qualquer jogo gratuito deste género, mas podemos retirá-la através de uma compra in-app. Também se podem adquirir novos barcos e tubarões sem gastar tostão, mas há que jogar o jogo todos os dias para chegar lá.
A SEGA não quis ficar a ver a caravana passar, e resolveu investir e competir directamente com jogos como Clash Royale e até alguns MOBAS. Em Revolve8 da SEGA CORPORATION, temos um jogo gratuito que mistura um jogo de estratégia RTS com o universo JRPG, com um visual incrível e que mais parece estarmos a assistir a um bom Anime na televisão.
Num universo alternativo onde todas as histórias que são contadas no nosso mundo viram realidade, podemos ver todo o tipo de heróis fora do comum a combater uns com os outros para ver quem conseguirá ser o vencedor e melhorar a sua fama nas histórias do mundo real.
Há muitos heróis e personagens conhecidos dos Anime, mas temos também algumas personagens caricatas e bem conhecidas, como a capuchinho vermelho, que nos é apresentada aqui como uma míuda com muito jeito para as redes sociais e um olho para a moda e bom gosto, ou a cinderela, uma verdadeira motoqueira e pop star, etc, etc.
Os combates são um pouco no género do Clash Royale, onde temos de colocar os heróis no terreno, e estes se movimentam e atacam automaticamente, tendo como objectivo principal destruir as torres do inimigo (destruir a torre central dá vitória imediata). Há aqui 2 pistas horizontais onde podemos colocar os nossos tropas, e há poderes especiais para usar por alguns dos heróis, e um super especial que só pode ser usado pelo líder do grupo que escolhermos para combater.
São apenas 4 tropas (ou cartas) que podemos levar para os combates, o que muda um pouco a mecânica do jogo, e em vez de mana para invocar os heróis, temos a tinta usada para escrever as histórias nos livros. Há missões que nos vão contando as várias histórias dos nossos heróis, assim como ensinar-nos as tácticas mais usadas de alguns deles, e como não podia deixar de ser, há combates online contra outros jogadores.
Se apreciam o universo anime, vão adorar ouvir os heróis e as histórias em japonês, assim como as cenas animadas que surgem pelo meio dos combates quando activamos alguns poderes especiais dos nossos heróis. O jogo tem recebido críticas espectaculares, e pode ser encontrado grátis na App Store. Como é costume, há compras in-app para quem quiser acelerar o progresso, mas regra geral, é só jogar e jogar que se consegue desbloquear tudo e evoluir todos os heróis sem gastar um tostão.
Eu joguei Pokemon GO durante uns tempos, e a parte da comunidade e da saúde que nos punha a fazer caminhadas intermináveis era muito positivo, mas confesso que nunca me agarrou por aí além. E agora tudo muda de figura, porque para quem como eu não ficou viciado em Pokemon, pode muito bem ficar completamente agarrado em Ghostbusters World da Four Thirty Three, porque o jogo é todo ele os Caça Fantasmas que bem conhecemos do cinema, personagens, fantasmas, etc, etc, e ainda por cima há milhares de coisas para fazer no jogo para além de caçar fantasmas.
Sim, o jogo tem o básico, que é caçar fantasmas, da mesma maneira que Pokemon GO nos permitia caçar Pokemons. Mas até isso é bem mais divertido aqui, pois calçamos as botas de um caça fantasmas, e exactamente como no filme, temos de apontar o raio de protões para imobilizar e enfraquecer o fantasma, lançar a armadilha para o chão, e mover o fantasma na direcção da armadilha para o aprisionar para sempre.
E podemos fazê-lo num modo ultra realista, em realidade aumentada, onde apontamos o iPhone com a câmara ligada para o mundo à nossa volta, e começamos por procurar pelo fantasma com o medidor de espectros, e depois ligamos o raio de protões para o aprisionar, isto tudo com um aspecto bem real que pode até fazer uns vídeos bem engraçados. Há a possibilidade de fazer isto tudo de forma virtual, desactivando a câmara e a visão do mundo real, e fazê-lo nos cenários 3D do jogo, como na conhecida biblioteca do filme, um parque de estacionamento, etc, etc.
Mal arrancamos o jogo temos quase sempre um bom número de fantasmas à nossa volta para caçar, e isso é importante pois precisamos dos bónus que estes largam quando os caçamos, para podermos melhorar as armadilhas, ter mais energia para o raio de protões, entre outras coisas. Mas como este é um jogo que nos leva a sair de casa, há que ir para a rua caminhar, que logo começam a surgir novos fantasmas para caçar e coleccionar. E vamos querer coleccionar os fantasmas pois são mais de 150, cada um tem a sua animação e ataque único, o que é muito divertido de ver em acção.
Caminhar na rua também nos leva a encontrar os fantasmas mais potentes, os chefões, que são bem mais difíceis de destruir, e nos põem a fazer combates bem diferentes, onde temos de tentar acertar nos seus pontos fracos, e ao mesmo tempo eliminar as pequenas defesas que vão colocando no terreno para nos atacar. Também há portais interdimensionais aos quais podemos aceder para obter alguns bónus, e regra geral é aqui que aparecem sempre mais fantasmas para caçar.
E quando pensamos que está tudo dito, o jogo dá uma pirueta e diz-nos que ainda não exploramos nem 50% do que há para fazer. Temos toda uma campanha para um único jogador que nos põe a reviver alguns momentos dos filmes (ou algo bem próximo), onde podemos usar os fantasmas que caçamos para criar uma equipa de fantasmas que atravessam os portais interdimensionais e atacam outros fantasmas. Aqui podemos melhorar os nossos fantasmas, e escolher quais aqueles que têm as características ideias para os combates mais eficazes.
Mas esperem, ainda temos uma secção inteira de modos onde podemos fazer combates diários contra fantasmas noutra dimensão ou mesmo na torre mais famosa do filme, e ainda combates PVP contra as equipas de fantas de outros jogadores. É mesmo muita coisa, e no que toca a modos multijogador, ainda nos podemos juntar aos nossos amigos e até desconhecidos, para combater os fantasmas chefes mais potentes, que sozinhos não conseguimos, como é o caso do Marshmalow gigante do filme.
Juro que quando ouvi falar pela primeira vez deste jogo, pensei mesmo que ia ser apenas um clone básico de Pokemon GO, mas nem imaginei o quanto estava enganado. Há imensas coisas para fazer no jogo, caçar fantasmas é super divertido, assim como assistir às cenas em que os personagens do filme aparecem e falam connosco e entre si (especialmente para quem apreciou os filmes dos Caça Fantasmas), e os combates entre fantasmas é algo que traz o factor novidade que nos vai manter agarrados ao jogo por muito muito tempo.