Para os fãs de jogos de Tower defense / RTS, não podem deixar passar a oportunidade de agarrar este Nanuleu, um jogo com um tema algo estranho dentro do género, mas bem desafiante que podem encontrar hoje grátis na App Store.
Neste jogo controlamos uma rede de árvores mágicas, que temos de manter vivas e bem "alimentadas", para que possam destruir as vagas de inimigos que vêm na sua direcção para destruí-las. A parte de Tower Defense é óbvia, mas a vertente de estratégia em tempo real é que traz alguma novidade para este género.
Temos de pensar muito bem para onde queremos plantar novas árvores, tendo de optar entre expansão, ir atrás dos recursos para alimentar as árvores, e dos recursos necessários ou especiais para nos defendermos contra os inimigos. Um jogo com muita piada, que têm mesmo de aproveitar apanhar hoje na App Store enquanto está em promoção.
Pensem no John Mclane e na Torre Nakatomi ou qualquer filme de acção dos anos 80 e estão preparados para perceber o que é este Door Kickers: Action Squad da KILLHOUSE GAMES SRL, um espectacular jogo de acção e estratégia com muitas balas a voar pelos ares.
Falei nos filmes de acção dos anos 80 porque a banda sonora transporta-nos de imediato para esses cenários, assim como a acção frenética que é quando os nossos agentes S.W.A.T. rebentam com uma porta e entram num edifício carregado de inimigos prontos para nos matar.
Não se enganem, nas primeiras vezes que joguei morri imenso, porque há que pensar muito bem numa estratégia para salvar os reféns e não ser trespassado por dezenas de balas logo nos primeiros momentos. Entrar à maluca a disparar, ou pensar bem no assunto, analisar a situação, escolher entrar por uma janela nas traseiras do edifício, minimizar as baixas entre os reféns, e evitar ser morto apanhando os maus da fita de surpresa.
Com vários agentes S.W.A.T. para escolher, desde o agente que vai de caçadeira, ao maluco que leva apenas uma pistola, ou o mais seguro agente que leva um escudo para evitar o dano directo, há muito por onde escolher aqui ao nível de estratégia, e também uma árvore de actualizações bem complexa para evoluir.
Com zombies à mistura, num modo de jogo que podemos activar se quisermos, para ficar tudo ainda mais caótico, rebentar portas é o nosso trabalho, salvar reféns, todos de preferência, eliminar os maus da fita, analisar muito bem a situação e escolher bem os pontos de entrada nos diferentes edifícios, pisos, elevadores, escadas, etc.
O jogo vem carregado de humor, vendo pelos diálogos que aparecem aqui e ali (e pelas opções dos gráficos quando damos um salto às definições), e há a possibilidade de jogar com controladores MFi para quem não se habituar aos controlos no ecrã. Para mim estão muito bem conseguidos, e há uma pequena curva de aprendizagem apenas. Um grande jogo, que já fez sucesso no PC e nas consolas, e chega agora com grande estrondo ao iPhone e iPad.
O jogo Magic The Gathering é aquele que trouxe os combates com cartas para as mãos do mundo inteiro, dando até origem a jogos de grande sucesso como Hearthstone: Heroes of Warcraft. A semana passada trouxe-nos uma nova versão do famoso jogo com Magic: ManaStrike da Netmarble Corporation, que vem agora no formato Clash Royale, o que é também bastante divertido e desafiante.
Como já é conhecido nestes jogos de combates e estratégia em tempo real, estamos a jogar com o tempo a jogar contra nós, e tudo acontece em directo, temos de atacar e defender, e não há muito tempo para pensar nas jogadas a fazer.
O campo de batalha está disposto na horizontal, e atacamos da esquerda para a direita. O objectivo é destruir as "3 torres", ou seja os dois guardiões e depois o nosso inimigo que se encontra ao centro do lado direito.
Em baixo temos as cartas com as criaturas e poderes que podemos jogar para o campo de batalha, inclusive o herói que escolhemos (o planeswalker), que tem um poder especial que pode ser usado depois deste ser colocado em jogo. Cada planeswalker tem um poder especial, e as cartas que podem ser adicionadas ao seu baralho também diferem entre eles.
Nada disto é novidade para os fãs de Magic The Gathering, no que toca a cartas e criaturas, seja do fogo, terra, ou outros. O que muda aqui mesmo é a estratégia em tempo real, a atenção à mana que precisamos para invocar as criaturas e poderes, e encontrar um baralho que seja bem balanceado para não sermos derrotados com facilidade.
O jogo tem muitos pontos em comum com jogos como Clash Royale, mas tem um aspecto gráfico bem interessante e diferente, e as animações e sons das criaturas estão muito porreiros. Este é com certeza um jogo que agradará mais aos fãs de MTG, pelo tema, e pelas cartas que fazer parte dos baralhos.
O ideal será escolher um herói, e melhorá-lo, assim como às cartas que fazem parte do seu baralho, mas é óbvio que podemos ir alternando ao nosso gosto, mas que fará com que o nosso progresso no jogo seja um pouco mais lento. Como jogo PVP, há que derrotar jogadores online espalhados por esse mundo fora, e criar um clã é obrigatório a partir de certa altura. Um jogo gratuito para os fãs de MGT e para desenjoar de Clash Royale.
Gears of War é um dos IPs mais famosos da XBOX, e chega agora ao iPhone numa versão fofinha neste Gears POP! da Microsoft Corporation, onde temos uma espécie de Clash Royale com personagens do Gears of War com o aspecto dos bonecos da Funko POP.
O acordo de cooperação entre a Microsoft e a Funko POP para nos trazer este jogo não é razão de preocupação, pois o jogo continua bem violento como o seu original na XBOX (não tanto, mas continuamos a ter uma boa dose de violência nas batalhas entre humanos e os gafanhotos mutantes).
O jogo difere de Clash Royale, apesar de parecer à primeira vista ser um jogo com duas pistas, a verdade é que podemos largar os nossos heróis em qualquer lugar do ecrã, seja atrás, à frente, ou no meio. Isto claro, se conseguirmos capturar as várias barreiras que existem nas duas colunas que podemos ver à nossa frente.
A ideia e estratégia é esta, avançar com os guerreiros que capturam barreiras, para conseguirmos colocar outros heróis nestas posições mais avançadas. Assim correm menos riscos de serem mortos, e também ficam mais perto das torres de metralhadoras que têm de destruir para vencer o jogo.
O objectivo é destruir as duas torres de metralhadoras dos lados, e depois a barreira ao centro onde se encontra o herói do nosso adversário. Como é óbvio grande parte da estratégia está em escolher bem os elementos da nossa equipa, criando uma equipa equilibrada, e que não seja ao mesmo tempo demasiado forte, nem demasiado fraca.
Há cofres para abrir com novos heróis, upgrades, granadas e outras armas que podemos usar directamente no campo de batalha, e temos os habituais clãs onde nos podemos juntar com outros jogadores para fazer jogos cooperativos contra os maus da fita.
A SEGA não quis ficar a ver a caravana passar, e resolveu investir e competir directamente com jogos como Clash Royale e até alguns MOBAS. Em Revolve8 da SEGA CORPORATION, temos um jogo gratuito que mistura um jogo de estratégia RTS com o universo JRPG, com um visual incrível e que mais parece estarmos a assistir a um bom Anime na televisão.
Num universo alternativo onde todas as histórias que são contadas no nosso mundo viram realidade, podemos ver todo o tipo de heróis fora do comum a combater uns com os outros para ver quem conseguirá ser o vencedor e melhorar a sua fama nas histórias do mundo real.
Há muitos heróis e personagens conhecidos dos Anime, mas temos também algumas personagens caricatas e bem conhecidas, como a capuchinho vermelho, que nos é apresentada aqui como uma míuda com muito jeito para as redes sociais e um olho para a moda e bom gosto, ou a cinderela, uma verdadeira motoqueira e pop star, etc, etc.
Os combates são um pouco no género do Clash Royale, onde temos de colocar os heróis no terreno, e estes se movimentam e atacam automaticamente, tendo como objectivo principal destruir as torres do inimigo (destruir a torre central dá vitória imediata). Há aqui 2 pistas horizontais onde podemos colocar os nossos tropas, e há poderes especiais para usar por alguns dos heróis, e um super especial que só pode ser usado pelo líder do grupo que escolhermos para combater.
São apenas 4 tropas (ou cartas) que podemos levar para os combates, o que muda um pouco a mecânica do jogo, e em vez de mana para invocar os heróis, temos a tinta usada para escrever as histórias nos livros. Há missões que nos vão contando as várias histórias dos nossos heróis, assim como ensinar-nos as tácticas mais usadas de alguns deles, e como não podia deixar de ser, há combates online contra outros jogadores.
Se apreciam o universo anime, vão adorar ouvir os heróis e as histórias em japonês, assim como as cenas animadas que surgem pelo meio dos combates quando activamos alguns poderes especiais dos nossos heróis. O jogo tem recebido críticas espectaculares, e pode ser encontrado grátis na App Store. Como é costume, há compras in-app para quem quiser acelerar o progresso, mas regra geral, é só jogar e jogar que se consegue desbloquear tudo e evoluir todos os heróis sem gastar um tostão.
Quinta-feira é dia de estreias na App Store e este jogo que vos trago hoje é para os fãs de jogos de guerra e estratégia estilo Civilization ou The Battle of Polytopia. Estou a falar de Hexonia da TOGGLEGEAR, um jogo gratuito que nos vai pôr a evoluir uma civilização ao mesmo tempo que entramos em guerra com outras tantas civilizações inimigas.
O jogo tem algumas parecenças com o The Battle of Polytopia, mas é bastante diferente ao nível gráfico (para melhor a meu ver, pois é bem mais agradável à vista), e ao nível estratégico também vamos notando diferenças à medida que vamos avançando pelas batalhas que nos vão aparecendo pela frente.
Este é um daqueles jogos que podemos tentar evitar o confronto ao máximo, e passar a maior parte do tempo a evoluir as nossas cidades, conquistar novas vilas, melhorar todas as tecnologias e saberes que pudermos, isto tudo numa árvore do conhecimento incrível e bem carregada de coisas novas para descobrir.
O objectivo principal é mesmo conquistar as cidades das outras tribos para acabarmos vencedores, por isso há que ter sempre em conta que o ouro é das coisas mais importantes para se fazer seja o que for. Melhorar as cidades, melhorar todos os campos, minas, e estruturas, que só assim obtemos uma entrada certinha de ouro nos nossos cofres para termos a liberdade de recrutar os soldados mais potentes.
O jogo tem muitas surpresas lá pelo meio, e para além disso deixa-nos ter uma criatura especial por tribo, que normalmente é muito mais poderosa que qualquer soldado, como por exemplo o Golem, que é a criatura que temos na nossa tribo inicial. Para podermos avançar para as outras tribos e as suas criaturas especiais, há que ir conquistando certos patamares, como no início conseguir vencer dois jogos no modo de iniciante contra apenas 1 tribo, e depois partir para o modo rookie e mais tribos no mapa para conquistar.
Hexonia é muito divertido, e começa bem simples com uma espécie de tutorial que nos vai explicando de forma ligeira aquilo que podemos fazer no jogo. Ao nível estratégico só mais lá para a frente é que temos de nos preocupar a sério com isso, levando-nos a escolher muito bem qual o caminho a seguir, entre recolher recursos, evoluir as cidades, ou simplesmente partir rapidamente para a guerra e vencer o inimigo antes que este consiga ficar forte o suficiente para se defender.
O jogo do dia, e talvez do ano, é baseado num clássico de terror do cinema, o filme Alien, e vai-nos pôr na pele da filha de Ripley a fazer frente ao temível Xenomorfo do espaço. Estreou-se hoje na App Store e chama-se Alien: Blackout da FoxNext Games e da D3 Go!, um magnífico jogo de estratégia com muito terror à mistura, como seria de esperar de algo que tenha o nome Alien lá no meio.
A aventura passa-se algures entre os acontecimentos dos filmes Alien e Aliens, sem dúvida nenhuma os dois melhores filmes da saga. Não acompanhamos a nossa querida Ripley, mas sim a sua filha Amanda Ripley, que tinha partido à procura da sua mãe no jogo Alien: Isolation, e onde encontrou pela primeira vez o terrível Xenomorfo a bordo da estação espacial Sevastopol.
Em Alien: Blackout Amanda Ripley está a bordo de uma estação espacial avariada da Weyland-Yutani (a companhia manhosa que está sempre a tentar trazer o Alien para o planeta Terra, muitas vezes pondo em risco a vida dos tripulantes por pura ganância), onde se encontra à solta um Xenomorfo que está a tentar caçar Ripley e a tripulação de uma nave recém chegada à estação espacial.
Este é um jogo de estratégia e sobrevivência, muito inspirado nos acontecimentos do primeiro filme Alien, onde teremos que jogar um autêntico jogo do gato e do rato, ora nos escondendo do Alien, ou então tentar evitar cruzar o seu caminho.
Nós controlamos as acções de Ripley, que se encontra escondida nos tubos de ventilação, onde tem acesso a um terminal remoto que nos permite visualizar algumas câmaras, a posição dos tripulantes num mapa holográfico, assim como alguns sensores de movimento que nos poderão indicar a presença do Alien nesse local, e ainda controlar o fecho e abertura de algumas portas.
A ideia é ajudar os tripulantes a moverem-se pela estação, realizando tarefas importantes em diferentes locais seguindo as indicações de Ripley, e aos quais podemos dar indicações para parar, correr, e inclusive esconder. Para isso temos de andar constantemente atentos aos sensores de movimento, e visualizar as câmaras para verificar que os tripulantes não estão a caminhar na direcção do perigo.
O problema é que não há energia suficiente na estação, que está severamente danificada, e como tal temos de gerir muito bem a distribuição de energia entre portas fechadas e sensores de movimento. Não podemos simplesmente fechar todas as portas, pois não há energia suficiente, e mesmo que fosse possível, o Alien pode sempre mover-se livremente através das condutas de ar.
E aqui está a parte aterrorizante do jogo que nos vai pôr a dar saltos na cadeira. Ouvir os berros de alguém da tripulação quando encontra o Alien é já suficiente para nos deixar com a cabeça escondida em posição fetal, mas o verdadeiro terror vem quando ouvimos a respiração e passos do Alien, pois quer dizer que veio à nossa procura nas condutas de ar, e teremos que ser bem rápidos a fechar a conduta pela qual ele vem ter connosco.
Mais uma vez um senão, que as condutas não podem estar permanentemente fechadas, pois com o excesso de energia faz com que o sistema reinicie, perdendo completamente o acesso às câmaras, sensores e portas da estação, não podendo ajudar a tripulação quando isto acontece. Convém portanto ter os headphones na cabeça, o volume bem alto, e uma fralda bem grande, para percebermos quando é que o Alien vem atrás de nós.
Como jogo de estratégia é brilhante, pois temos de fechar portas caso vejamos nas câmaras o Alien a dirigir-se a caminho da tripulação, ou então como temos 4 pessoas disponíveis, sacrificar uma delas enviando-a para um corredor em direcção à sua morte, para conseguir salvar as outras 3. É possível completar todas as fases com apenas uma pessoa, porque eventualmente as outras vão morrendo, mas é muito mais difícil concluir o jogo.
A banda sonora está espectacular, transportando-nos imediatamente para o filme Alien, e os efeitos de som que são dinâmicos e vão mudando conforme o que está a acontecer, de certa forma também alertando para o perigo que se avizinha, é algo incrível. Alternar para a visão na primeira pessoa da Ripley sempre que ouvimos um barulho nas condutas é assustador, especialmente quando vemos o Alien a vir na nossa direcção. Este não é de facto um jogo para pessoas com problemas de coração, ficam já avisados.
Com uma história que nos deixa agarrados do início ao fim, a fazer lembrar o ambiente aterrorizante que viveu Ripley no primeiro Alien, este é o perfeito jogo de terror e estratégia, que será com toda a certeza um dos jogos do ano. Não há cá compras in-app, nem a necessidade de jogar online, pois temos aqui uma experiência completa, um jogo do Alien perfeito para ser jogado num telemóvel, e nos deixar com pesadelos por semanas e meses. Boa sorte, e não se esqueçam, no espaço ninguém vos pode ouvir gritar.
Um género famoso no que toca a batalhas de estratégia em tempo real, temos hoje grátis na App Store este Towar.io - Batalhas Online da Ignis Studios, que nos vai pôr a conquistar torres ao inimigo, até sermos o reino vencedor de Towar.io.
Nos primeiros anos da App Store apareceram muitos jogos que utilizavam este tipo de estratégia em tempo real, onde tínhamos que enviar tropas de uma base para outra base de maneira a conquistá-las. Towar.io usa essa mesma mecânica, agora aplicada à conquista de torres de diferentes reinos.
Começamos com a nossa torre com a bandeira vermelha, onde podemos ver o número de tropas a crescer com o tempo. Seleccionando esta torre, podemos depois escolher uma torre de bandeira branca (ocupada por ninguém) ou uma torre inimiga com a cor verde, vermelha ou amarela, e com um duplo toque enviamos um grupo de homens para a atacar.
É tão simples como isto, enviar homens suficientes para derrotar o número de homens que estão a defender a torre que queremos atacar (o número de homens aí colocados aparece no chão junto da torre), melhorar as torres para produzirem mais homens e serem mais difíceis de derrotar, e conquistar todas as torres para ganhar.
Tocando na torre de um inimigo podemos começar uma aliança com esse mesmo inimigo, dando-nos tempo para nos focarmos em outro inimigo comum. As alianças entre reinos sempre foram muito frágeis, por isso preparem-se que isso pode mudar a qualquer momento, e num instante damos por nós a ser atacados pelo nosso aliado.
À medida que vamos subindo de nível vamos desbloqueando novos campos de batalha, e para além dos combates PVP entre 4 jogadores online, é possível desactivar os jogos online e jogar contra outros 3 jogadores controlados pela AI do jogo. Este pode ser o caso na maior parte das vezes pois não há jogadores suficientes para se poder jogar online sempre que quisermos, como acontece no Clash Royale.
Seja como for, online ou offline, o jogo é um bom desafio para quem gosta de um boa batalha de estratégia em tempo real. Temos de andar sempre atentos ao número de homens que temos nas torres na frente da batalha, e estar constantemente a enviar homens para as torres que se encontram debaixo de fogo. Boa sorte!
Andam à procura de um jogo para queimar tempo entre combates no Clash Royale? Têm saudades de matar porcos com pássaros enraivecidos a voar pelos céus? Parece que encontramos o jogo ideal para vocês, chama-se Badland Brawl, chega-nos pelas mãos da Frogmind, e podem encontrá-lo grátis na App Store.
Todo o sistema bem conhecido de Clash Royale, com cartas para coleccionar criaturas e melhorar os seus poderes, e poder jogá-las no terreno para atacar a torre inimiga, estão aqui presentes em Badland Brawl, mas temos ainda um pequeno twist que torna todo o combate ainda mais divertido.
Como no famoso Angry Birds, a maneira como jogamos as criaturas para o terreno é através de uma espécie de fisga, o que nos obriga a ter alguma pontaria, e calcular bem o resultado dos efeitos da física na criatura que disparamos para o ar, assim como o impacto causado nas criaturas inimigas.
Do lado esquerdo temos a nossa torre, a qual temos de defender a todo o custo, e do lado direito temos a torre inimiga, a qual temos de derrubar. Em baixo vão aparecendo as cartas/criaturas que podemos jogar, as quais têm de ser atiradas para o terreno através da fisga, puxando com o dedo para aplicar mais ou menos força e escolher o local para onde queremos disparar.
Temos criaturas voadoras, temos criaturas terrestres que avançam pela ponte a pé, e temos tiros directos que tanto podem servir para causar dano a criaturas que venham a atravessar a ponte, como para atingir directamente a torre (normalmente não causam grande dano, senão era um combate que acabava bem rápido).
Há muita estratégia a desenvolver neste jogo, e é preciso uma boa dose de pontaria e imaginação para usar a força e velocidade das criaturas para empurrar os inimigos, empurrar bombas para o lado do inimigo, etc, etc.
Com muitas criaturas para desbloquear, combates a solo contra a AI, combates PVP 1v1 ou 2v2, e sessões de treino para descobrir como funcionam algumas criaturas, há mesmo muita coisa para fazer neste jogo, que está muito bem concebido, e pela mistura dos dois géneros favoritos de muita gente, pode mesmo vir a ser o vosso próximo jogo preferido no iPhone.
Fartos de jogar Clash Royale? Ou então querem experimentar algo novo no mundo dos jogos de estratégia em tempo real? Então é dar um salto na App Store e agarrar o gratuito e recém chegado Battle Boom da Four Thirty Three, um belíssimo jogo de guerra que vos vai entreter por muitos dias e meses, assim como o Clash Royale.
Com mais de 70 tipos diferentes de soldados, veículos e outros instrumentos de guerra, Battle Boom é um jogo que nos obriga a repensar muito bem a nossa estratégia em tempo real, pois o inimigo não perdoa, e a sua estratégia também muda conforme o vento e as condições no campo de batalha.
Aqui não há pontes para atravessar um rio, nem há pistas no verdadeiro sentido da palavra, apenas muito terreno para percorrer até chegarmos à base do inimigo, a qual temos de destruir para ganhar o combate.
Como já é habitual neste tipo de jogos, temos soldados e veículos que servem de tanques (algumas literalmente), os quais deveremos enviar à frente, e depois atrás colocar os tropas que disparam à distância, como lança chamas e lança bombas, snipers, metralhadora pesada, etc.
Mas há algumas unidades bem interessantes para colocar no campo de batalha, como um bunker que se deve colocar em posições avançadas, que tanto serve para defender a nossa posição no terreno, como para distrair o fogo inimigo enquanto os vamos dizimando à distância com snipers ou mesmo mísseis e bombas.
A possibilidade de colocar barracas atrás que vão recrutando soldados, são essenciais para ter um número constante de tropas a entrar no terreno, e temos de protegê-las a todo o custo se quisermos manter a vantagem no jogo.
Pacotes médicos que recuperam a energia dos soldados no meio da batalha, ou mesmo até uma ambulância que podemos levar para o meio do campo de batalha, são algumas das nuances estratégicas que podemos implementar, assim como a possibilidade de enviar reforços de munições para o terreno, que amplificam temporariamente o poder de ataque dos nossos tropas.
O jogo conta com batalhas online PVP, como seria de esperar num jogo deste tipo, mas tem também um modo de campanha que vamos desbloqueando à medida que vamos subindo de nível, e conta com um modo de treino, onde podemos jogar livremente contra um adversário automático, que não é nada fácil, mas lá nos permite ir experimentando diferentes decks.
Sim, há cofres para ganhar dinheiro e unidades, há decks de cartas para alterar à nossa vontade, e também podemos ir melhorando os nossos tropas e demais veículos armados. Tudo terreno conhecido para quem joga Clash Royale e outros jogos semelhantes.
Podem ver aqui em baixo um vídeo bem rápido que mostra a confusão das batalhas no terreno, mas tudo com uns gráficos e animações fantásticos, um grande nível de estratégia nas batalhas, e no geral um belíssimo jogo que pode muito bem servir para respirar um pouco do ar de Clash Royale, o que é bem vindo.
Da Ironhide Games, criadores dos espectaculares jogos de Tower Defense Kingdom Rush, Kingdom Rush Frontiers, e Kingdom Rush Origins, chega-nos finalmente às mãos a sua mais recente aventura, Iron Marines, um RTS que mistura estratégia em tempo real com Tower Defense, e que é perfeito para se jogar num iPhone ou iPad.
Eu sou grande fã de jogos de Tower Defense, mas especialmente dos jogos da Ironhide Games, como se pode ver pela barra do lado direito do blog, onde tenho lá sempre presente o original Kingdom Rush, que continua até hoje gratuito e é um jogo absolutamente fantástico.
Em Iron Marines a história é outra, já não temos apenas um jogo de Tower Defense, mas contamos com um autêntico RTS do género de Starcraft, onde podemos controlar as nossas tropas com o dedo e movê-las livremente e independentemente no campo de batalha.
A ideia é combater exércitos de extra-terrestres e robôs que nos querem destruir, e portanto iremos enviar heróis e tropas para postos espalhados por vários planetas, onde teremos que conquistar postos avançados, destruir postos inimigos, escoltar civis, etc, e ao mesmo tempo proteger as nossas bases com torres de metralhadoras potentíssimas.
Podemos recrutar para cada missão vários tipos de soldados, desde aqueles que são carne para canhão e vão à frente na batalha, a snipers que ficam estratégicamente colocados atrás dos mesmos, a lançadores de mísseis, até mesmo um mech potentíssimo com um lança chamas. E claro, temos os heróis, cada um com as suas características e os seus vários poderes especiais que podem ser activados no terreno para obter uma vantagem no calor da batalha.
Há que construir postos avançados para poder adquirir mais tropas, e há sempre a possibilidade de alterar o tipo de papel desempenhado pelas tropas em tempo real no meio da batalha, o que nos permite ter grande margem de manobra para mudar de estratégia a qualquer momento.
Para além disto tudo, ainda podemos usar algumas ajudas extra, como poder colocar uma torre de defesa em qualquer lugar, torre esta que ficará activa a defender durante algum tempo, e depois teremos de aguardar que haja energia suficiente para podermos voltar a colocá-la no terreno. Outras ajudas podem ser adquiridas entre missões, como bombas que podemos largar em qualquer lugar, minas que se replicam e se transformam num enorme campo minado, etc, etc.
Como é costume nos jogos da Ironhide Games, o humor está sempre presente, e desta vez contamos até com uma nova fórmula que pode agradar a alguns e não tanto a outros, que é a possibilidade de adquirir alguns heróis através de compras in-app, ou mesmo de visualizar vídeos com publicidade se quisermos ganhar mais créditos para adquirir mais ajudas. Nada disto é necessário como é óbvio, mas estão lá presentes para quem quiser ser mais poderoso, mais depressa.
Podem ver aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e fiquem com esta certeza, temos aqui um jogo RTS como não há nenhum na App Store. É um jogo extremamente bem concebido, com centenas de horas de jogo garantidas pela frente. Todos os níveis podem ser repetidos, usando novos heróis, novas estratégias, e é mais que certo que os vamos querer repetir, nem que seja para melhorar as habilidades de alguns heróis.
Se acham que perdem muito tempo a jogar Hearthstone: Heroes of Warcraft, fiquem a saber que há um novo concorrente na App Store que nos promete combates em apenas 3 minutos, e pelo que vi está espectacular. Estou a falar do recém chegado Card Monsters: A 3 Minutes' Duel da MU77 NETWORK TECHNOLOGY HONGKONG LIMITED, e podem instalá-lo completamente grátis no vosso iPhone.
Para aqueles que estão a precisar de variar um pouco de estratégia e respirar um pouco entre os combates ferozes do Clash Royale, este Card Monsters: A 3 Minutes' Duel, é mesmo aquilo de que estavam à procura.
Aqui temos um jogo virado para as cartas, como o clássico Magic The Gathering, numa versão mais simplificada, perfeita, e com certeza mais adequada para os telemóveis e para os jogos rápidos, que muitas vezes é mesmo o tempo que temos disponível.
Temos cartas que são monstros, e temos cartas que são acessórios, os quais podemos equipar nos nossos monstros, que lhes dão mais poderes para atacar e defender. Os combates acontecem em apenas 3 minutos ou menos, cada jogador na sua vez, tendo cada um 30 segundos para colocar cartas no terreno e atacar.
No terreno há apenas 3 posições para colocar monstros, a posição mais avançada é ideal para colocar os monstros mais potentes, pois atacam corpo a corpo o monstro que estiver à sua frente na posição oposta frontal, e as posições mais atrás são ideais para colocar monstros que atacam à distância com arco e flechas, e magias.
O que tem de inovador neste jogo, e pela primeira vez como anunciam os seus criadores, é a possibilidade de equipar os monstros com acessórios, usando o mesmo sistema de cartas, onde temos do lado direito as cartas dos monstros para jogar, e do lado esquerdo as cartas de acessórios. Ambas as cartas têm de ser "compradas" com a energia disponível no centro em baixo.
No ecrã principal do jogo temos acesso a jogos de treino ou a jogos online contra jogadores espalhados por esse mundo fora. Temos acesso à taverna e aos pacotes de cartas que vamos ganhando, assim como à secção onde criamos os nossos baralhos, onde podemos escolher 8 cartas de monstros e 8 cartas de acessórios. Ao jogar vamos percebendo quais são as melhores cartas que se adaptam ao nosso estilo de jogo, e há cententas de monstros e acessórios para desbloquear.
Para mim temos aqui um vencedor nas nossas mãos. É bem capaz de ter tanto sucesso como o Clash Royale, o tempo o dirá. Podem ver aqui em baixo o vídeo de promoção lançado pelos criadores do jogo na sua página de YouTube, e passem já pela App Store para avançar para o combate, que já se sente o cheiro de guerra no ar.
Desde que a Gameloft descontinuou o único Settlers que alguma vez passou pela App Store, ficou um grande vazio nos corações de todos os fãs deste magnífico jogo. Mas há esperança, pois há alguns que se deram ao trabalho de fazer um jogo bem semelhante, que já anda pela App Store há uns anos, e continua a ser actualizado com frequência. Trata-se de Townsmen Premium da HandyGames, e está hoje pela primeira vez em promoção por 0,99€.
Sempre achei que deveria ter sido a Ubisoft a lançar o Settlers, mas lá está, negócios. Seja como for, para os fãs da marca, ainda há o jogo ANNO: Build an Empire disponível para iPhone e iPad, assim como no browser, e digo-vos já que é bem divertido, se forem fãs de jogos de gestão de recursos, mercadoridas e construção de cidades.
De resto, o mais próximo que já consegui chegar ao feeling de jogar Settlers foi com o fascinante The Battle of Polytopia, um jogo de estratégia e guerra bem louco, e como não podia deixar de ser o original Settlers of Catan, com o seu Catan para iPhone e Catan HD para iPad (versões fieis ao jogo de tabuleiro clássico).
Mas aquela experiência de construção do Settlers, e poder ver os nossos habitantes a passear pelas estradas com os materiais de construção, vê-los a trabalhar nos variados edifícios, a fazer pão, a moer o trigo, a moldar o aço, caçar, cortar árvores, pescar, etc, etc, só mesmo aqui neste Townsmen Premium.
E há de tudo aqui neste jogo, desde modos sandbox (que faltavam ao Settlers lançado pela Gameloft há uns anos atrás), modos de campanha com variadíssimas missões, e a possibilidade de ter vários mundos abertos ao mesmo tempo, podendo saltar livremente entre eles.
Mas não se enganem, a experiência vivida aqui é como no Settlers original, é um daqueles jogos onde a acção só anda em frente se estivermos com o jogo aberto no iPhone ou iPad. Não é como muitos dos jogos freemium que abundam agora pela App Store, que os fechamos, e quando voltamos passadas umas horas já ganhamos mais dinheiro, e as construções continuaram sem a nossa presença.
Aqui vive-se tudo em tempo real, e há muita, mesmo muita coisa para fazer. Começar com uma simpática cidade medieval, e começar a construir edifício atrás de edifício para chegar a ter uma economia bem dinâmica e estável, decidindo a todo o instante o valor dos impostos a cobrar aos nossos cidadãos, a ter em conta que quando chega o inverno os campos de trigo e uvas não produzem, obrigando-nos a mudar de estratégia a qualquer momento, e a planear com antecedência, como na história da formiga e da cigarra.
E depois há desastres naturais, estilo Sim City, que danificam os edifícios do reino, e mesmo o passar do tempo vai deixando-os velhos e sendo necessário arranjá-los de tempos a tempos. E há bandidos na zona, que nos vão atacando, e para isso teremos que construir torres de vigia, recrutar soldados, construir muralhas, etc, para evitar os seus ataques constantes.
Não me parece que os 0,99€ vão assustar alguma pessoa fã deste tipo de jogos de construção de cidades, mas de qualquer maneira há uma versão gratuita do jogo chamada apenas Townsmen, onde podemos experimentar o jogo completo livremente, contando sempre no ecrã com uma barra com publicidade. É uma chatice ter lá a barra, mas dá perfeitamente para verificar como funciona o jogo, e até jogá-lo para sempre assim, se não se importarem com a publicidade.
Com uma qualidade gráfica, animações e atenção ao detalhe incrível, como podem ver pelo vídeo de apresentação oficial aqui em baixo, temos aqui um jogo que está a ser constantemente actualizado pelos seus criadores, e tem uma comunidade fortíssima continuamente a sugerir alterações. Este vale bem a pena, e pelo preço actual, não há qualquer dúvida que o devem agarrar já hoje na App Store.
Sou grande fã do Settlers, já desde os tempos do glorioso Commodore Amiga 500. E foi uma grande surpresa quando descobri este The Battle of Polytopia da Midjiwan AB, um jogo de estratégia que nos põe a explorar novas terras e a combater outras civilizações, com uma mecânica diferente do Settlers, mas igualmente viciante.
Para quem aprecia construir uma cidade, gerir os vários serviços que a suportam, agricultura, caça, pesca, minas de materiais preciosos, criar e gerir tropas, para depois avançar pelo território e conquistar outras cidades e povos, não vão mais longe, que temos aqui um novo e magnífico vício.
Mas este não é um RTS ao estilo a que estamos habituados (e não é um Settlers, de todo), pois foi adaptado para uma vida mais acelerada, onde pegamos no iPhone para jogar um joguinho rápido aqui e ali (como é o caso do Clash Royale), e isto encaixa muito bem no dia a dia de muitos jogadores casuais.
Aqui não há a pressão do "tempo real", pois é um jogo "turn based", onde podemos fazer uma série de movimentos na nossa vez, como por exemplo evoluir uma cidade, construir novos serviços, tratar da investigar novas ciências e capacidades, construir soldados e movê-los pelo terreno fora, e depois aguardar pelos movimentos dos outros povos (que não conseguimos ver ainda nos primeiros momentos do jogo).
E o objectivo também não é o esperado, pois normalmente teríamos de conquistar todos os povos, todo o mapa, mas aqui temos um número limite de jogadas, e portanto o nosso objectivo principal é conseguir a maior pontuação possível, antes que se acabem estas jogadas.
Isto pode parecer estranho da primeira e segunda vez que jogarmos, ao vermos aparecer o tão chatinho "Game Over", quando estavamos tão entusiasmados a dizimar uma qualquer civilização, mas depressa percebemos que o jogo é mesmo assim, e está muito bem pensado, para os momentos curtos que estaremos de volta do jogo (que pode muito bem ir até 30 minutos, à medida que vamos percebendo melhor como evoluir mais depressa e melhor)..
Seremos aquela civilização que vai ganhar pontos a construir grandes cidades, evoluíndo tudo o que houver para evoluir na árvore das características? Ou seremos o povo que vai criar um grande exército, e partir à conquista de todos os outros povos que se encontram no mapa?
Com uma boa dose de civilizações para escolher no início de cada jogo (cada uma com diferentes vantagens no arranque), e ainda algumas civilizações extra para escolher se quisermos contribuir com uma compra in-app para ajudar os seus criadores, temos aqui um jogo de estratégia brilhante, que por este preço não se percebe como é que não está no top 10 da App Store.
Dos criadores do popular Clash of Clans e Boom Beach, temos disponível há algumas semanas na App Store mais um jogo altamente viciante e que recomendo a todos. Estou a falar de Clash Royale da Supercell, um jogo de batalhas e estratégia em tempo real, que podem encontrar gratuito na App Store.
Dentro do mesmo género, fartei-me de jogar o também fantástico DomiNations, e não estava disposto a investir o meu tempo em outro jogo do mesmo género. Mas de facto a Supercell ultrapassou-se a si própria com este Clash Royale, ao fazer um jogo bem diferente dos anteriores, e ao mesmo tempo tão divertido e viciante.
Basicamente, estamos perante um jogo RTS jogado em tempo real contra um oponente online, onde temos um baralho de cartas de ataque e defesa, mas altamente simplificado e acessível, e mais importante ainda, altamente competitivo e divertido. Podemos criar até 3 "baralhos" com 8 cartas cada, com todo o tipo de criaturas, torres de defesa, feitiços, e veículos de ataque, que podemos escolher de um universo que vai sendo desbloqueado à medida que se vai progredindo no jogo.
Há que escolher cuidadosamente quais as criaturas que compõem o nosso baralho, pois todas elas têm o seu custo para serem chamadas para o campo de batalha (custo este pago em Mana, que podemos ver constantemente a crescer numa barra em baixo, até ao máximo de 10), e portanto há que ser um baralho equilibrado, tanto ao nível de defesa como ataque.
Sugiro apenas a quem está a começar, que se preocupe mais em defender do que atacar, pois é muito importante ter Mana disponível para aqueles contra ataques certeiros e mortíferos. O objectivo é deitar abaixo as torres do inimigo, 1, 2, ou 3 torres, e ganha quem tiver conseguido eliminar o maior número de torres. Se a torre central do rei for abaixo, dá uma vitória imediata, mas também é possível acabar o tempo e ficarmo-nos por um empate.
A comunicação entre os jogadores resume-se a uma pequena selecção de frases pré-feitas (assim acelerando o processo e evitando abusos e insultos), e também terão vantagem em se juntar a um clã - obviamente, o nosso: AadM.pt :) - pois assim podem pedir cartas que vos façam falta e ceder cartas que tenham a mais, recebendo dinheiro e pontos de experiência em troca. O clã também nos permite fazer combates uns contra os outros, ideal para experimentar diferentes baralhos e estratégias.
O dinheiro ganho através dos vários cofres que vamos ganhando serve essencialmente para ir melhorando as nossas criaturas, que vão ficando cada vez mais potentes, e que assim nos levam a subir de nível, e a vencer contra jogadores mais experientes.
Não vale a pena falar mais nisto, e vamos mas é para o campo de batalha. Seja a jogar contra os treinadores virtuais, ou a jogar contra jogadores online, a diversão é garantida. Por isso é passar na App Store e instalar este Clash Royale, que por este preço, não fica muito melhor que isto.
Para os fãs dos jogos de guerra e conquista do planeta tipo Risco, está hoje grátis na App Store este Rapture - World Conquest da Tundra, um jogo de estratégia em tempo real, que nos põe a conquistar o mundo em poucos minutos.
Neste jogo somos um deus invejoso, e temos de levar os nossos seguidores humanos a espalhar a nossa palavra, e também a conquistar todos os outros povos pela força. Já ouvimos esta história antes, mas aqui temos de a repetir, e bem rapidinho, que o dia do juízo final está já aí à porta, e só irá para o céu o povo que mais território conquistar (entre outras coisas).
Estamos perante um jogo de estratégia em tempo real, e a única semelhança com o jogo de tabuleiro Risco, é mesmo a parte em que temos de conquistar territórios, arrastando os nossos exércitos com o dedo. Mas no fundo é uma experiência bem diferente, e carregada de adrenalina, pois os combates estão a acontecer em tempo real, e temos de ser mais rápidos que os nossos inimigos na conquista de território.
Há muitos jogos deste género na App Store, mas que normalmente vêm com um interface bem mais simples. Este aqui tem um visual muito interessante, especialmente quando começamos a utilizar os poderes dos deuses, para devastar a terra dos infiéis, o que nos permite ver vulcões a surgir no meio da terra, furacões a levantar poeira, tsunamis a inundar tudo no seu caminho, etc.
Pois é, para além da mecânica habitual deste tipo de jogo, onde temos de tocar num território ocupado pelos nossos homens, e depois tocar num território inimigo para ver os nossos tropas a atacarem em debandada, temos em baixo uma série de poderes que podemos usar para ajudar os nossos seguidores na sua tarefa de conquista.
Ao nível de estratégia também podemos optar por investir a atenção dos nossos seguidores apenas numa categoria em particular, no seu poder militar, na produção, na tecnologia, ou no espalhar da palavra (que nos dá mana mais rapidamente, que poderá ser usado para invocar mais poderes dos deuses).
Não há nada como jogar para perceber como tudo funciona, mas saibam que podem contar com um tutorial, que deve ser a primeira coisa a fazer antes do jogo, que nos explica de forma faseada e prática, como avançar com os exércitos, como invocar poderes, mudar as estratégias, etc.
Com o dinheiro ganho nas várias missões é possível desbloquear novos mundos para conquistar, trocar de civilização (começamos com os Romanos, mas temos 18 para escolher), e optar por escolher manualmente o tipo de jogo que queremos fazer. Também é possível acelerar estas coisas através de uma compra in-app ou a visualizar vídeos com publicidade.
O jogo vem acompanhado de uma banda sonora com música clássica, que com o seu tempo acelerado, nos estimula a actuar bem rápido com os nossos exércitos, que desde o nascimento de cristo até ao ano 2250 são apenas uns minutos, e só um povo de seguidores é que escapará ao apocalipse.
Com a opção de jogar online ou localmente via Wi-Fi contra outros 3 jogadores, este é o jogo de estratégia ideal para jogar em apenas alguns minutos no iPhone, não ocupando muito tempo (mas podemos perder muito tempo a jogá-lo se quisermos, como é óbvio, que há missões atrás de missões). Podem ver aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, para ficarem com uma ideia da loucura que vos espera.
O jogo DomiNations da NEXON M Inc., esteve a ser afinado durante uns meses, mas apenas disponível para os jogadores do Canadá. Agora chegou finalmente para o mundo inteiro, é um jogo grátis (Freemium), e é obrigatório para qualquer fã de jogos como Clash of Clans, Boom Beach, e até do clássico jogo de estratégia Civilization.
Muitos críticos estão a considerar este jogo o melhor dentro do género do Clash of Clans, especialmente pela mistura de géneros, que para além dos combates à lá Boom Beach e Clash of Clans, temos aqui um autêntico jogo de gestão de tempo e recursos, caçando, coleccionando ouro, e melhorando a nossa cidade, enquanto estamos à espera que os nossos soldados estejam prontos para a batalha. E também um bocadinho de Civilization, com várias nações disponíveis para ser escolhidas (Ingleses, Romanos, Chineses, Alemães, Franceses, Gregos, Japoneses), à medida que vamos avançando da idade da pedra até à era espacial (como se pode ver nas imagens aqui em cima).
Outra razão pela boa recepção a este jogo pode ter a ver com a presença do designer responsável por jogos como Civilization II ou Rise of Nations, que depois de ter passado pela Zynga, vem para este jogo com uma grande bagagem no seu passado e um excelente know how.
O jogo põe-nos a construir todo o tipo de estruturas logo na idade da pedra, para guardar o ouro, para guardar as peles dos animais e comida, e de seguida começamos a treinar homens para a guerra, para atacar e roubar outros clãs, avançando de era para era, fotificando a nossa cidade ao máximo, para aguentar as pilhagens de outros jogadores, e por aí fora.
Na campanha single player temos várias cidades para atacar, ao longo das várias eras que vamos atravessando. Mas a qualquer momento podemos avançar para as batalhas PVP contra qualquer jogador no mundo, criar ou juntarmo-nos a uma aliança existente, abrindo assim as hostilidades, e permitindo que o nosso acampamento seja também alvo dos ataques e pilhagens de outros jogadores (sempre dentro da mesma era que estamos a atravessar, para não haver grandes desvantagens).
Podem ver aqui em baixo o Teaser Trailer do jogo, que vai concerteza abrir o vosso apetite, e passem já pela App Store, que o jogo é grátis, compatível com iPhone e iPad, e vai tomar conta do vosso tempo livre (considerem-se avisados).
Ainda temos na memória a promoção fantástica de um clássico jogo de Tower Defense, e chega o fim de semana e levamos com outra promoção espectacular, com este Cursed Treasure 2 da Armor Games Inc, um jogo de defesa que traz algumas inovações que nos obriga a pensar muito bem na estratégia a implementar nos combates.
Para variar um pouco a fórmula, somos os maus da fita, ou nem por isso, porque neste caso os bons da fita é que se aventuram na floresta à procura das nossas pedras preciosas. Cabe-nos a nós usar todas as forças do mal ao nosso alcance para impedi-los de roubar essas pedras.
Os caminhos percorridos pelos humanos estão pré estabelecidos, mas há aqui muitos desvios para nos dar a volta à estratégia. Existem partes com água que podem ser atravessados por seres com asas, existem vilas em partes do caminho de onde vêem ocasionalmente heróis para nos tentar roubar, e não podemos construir torres de defesa em qualquer lugar no caminho.
Mas há mais, como eu dizia, as torres dividem-se em 3 grandes categorias, e apenas podem ser construídas no terreno correspondente à sua cor. E cada uma destas torres tem um poder, alcance, e tempo de regeneração diferente, o que nos obriga a pensar muito bem na sua localização, e também quais usar face aos inimigos que vêm no caminho (é possível ver numa barra em baixo as vagas que se avizinham). A possibilidade de construir torres em terrenos mais altos, também é bastante interessante, o que aumenta automaticamente o seu alcance, como seria de esperar.
As moedas que recolhemos são aquilo que precisamos para construir novas torres, e para fazer melhorias e especializações das mesmas. Mas há também a mana, que é usada para invocar magias para atacar os inimigos directamente no terreno, e também para conquistar e activar certas estruturas, como por exemplo uma mina de ouro (dá-nos ouro extra), ou mesmo para amaldiçoar uma vila, o que faz com que saiam menos heróis para nos atacar (isto é independente das vagas inimigas que vêem no caminho).
A especialização das torres possibilita-nos seguir caminhos bem diferentes ao nível da estratégia, pois não são simples aumentos de poder e alcance, pois podem ser especializadas para executarem funções completamente diferentes da sua função original. Por exemplo as torres demoníacas que lançam fogo, ao especializar no nível 3 podem ser transformadas em torres hipnóticas que fazem os inimigos voltar para trás durante uns segundos (uma ideia alternativa ao habitual congelamento dos jogos de tower defense).
Há aqui muito mais para explorar ao longo de 21 longos níveis, que entre combates podemos melhorar a árvore de especializações (seguindo caminhos completamente distintos de jogabilidade), há chefes potentes no final de cada nível, temos um modo nocturno onde não conseguimos ver o inimigo à distância, etc, etc. Vejam aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e aproveitem para o agarrar hoje enquanto está grátis na App Store.