Atenção à promoção espectacular que temos neste momento na App Store, com este Dead Cells da Playdigious, um roguelike de plataformas com uns gráficos e jogabilidade incríveis, e que não devem mesmo deixar passar ao lado.
Este jogo vem das mãos dos criados do meu favorito de todos os tempos, Evoland 2, entre outros jogos também espectaculares. Este Dead Cells é daqueles jogos que a crítica diz sempre que é um daqueles que temos de jogar, seja numa consola PS4, seja num iPhone, iPad, e até numa Apple TV com um controlador bluetooth de preferência.
É impressionante a qualidade gráfica deste jogo, desde os efeitos de luz, as animações, etc, etc, e também todo o ambiente sono, simplesmente incrível. Sejam ou não apreciadores de roguelikes, este jogo é qualquer coisa, e é carregado de acção e mais acção.
Poder jogá-los em 3 dispositivos da Apple é qualquer coisa, mas poder agarrá-lo por estes dias a metade do preço, é ainda melhor. Não se enganem, qualquer pessoa que jogue este jogo só tem coisas boas a dizer dele, portanto façam o favor a vocês próprios, e joguem um dos jogos mais espectaculares que já apareceu na App Store.
Já não é a primeira vez que o digo aqui, mas de facto, os jogos criados por Kenny Sun são estranhos, mas mesmo espectaculares dentro do seu próprio universo. Desta vez ele surpreendeu-nos com o recém chegado Peak's Edge, que podemos encontrar agora gratuito na App Store.
Como todos os seus jogos, o aspecto pode assustar algumas pessoas à primeira vista, mas se experimentarem qualquer jogo por uns minutos, depressa perceberão a magia, o carinho, e a genialidade por detrás de todas as apps que este senhora toca.
Em Peak's Edge controlamos uma pequena pirâmide que anda por ali a rolar pelo tabuleiro sobre cada um dos seus quatro lados. Como se trata de um roguelike, podem contar com combates, tudo muito básico como por exemplo tocar com uma face da pirâmide num inimigo para o eliminar, e ao ser atacado por um inimigo garantir que estamos com uma armadura nesse lado que receberá o ataque, senão morremos.
Começamos com as 4 faces com uma simples armadura, que aguenta um único ataque, e depois ficamos desprotegidos nessa face, até apanharmos outra armadura no decorrer do jogo. Em cada piso haverá uma ou mais armaduras para recolhermos, e cada uma delas terá uma habilidade diferente que nos permitirá aumentar as nossas chances contra os inimigos que encontramos pela frente.
Como exemplo, temos armaduras que nos permitem destruir paredes, armaduras que roubam as armaduras dos inimigos, armaduras que nos teletransportam para outro local no tabuleiro ao sermos atacados, armaduras que sempre que forem pisadas fazem com que a pirâmide rode de forma aleatória sobre si própria, etc, etc.
Há também certos poderes limitados que vamos ganhando e estão disponíveis na parte inferior do tabuleiro, que nos podem ajudar a voltar um movimento para trás, passar a vez, entre muitos outros que vamos coleccionando. O objectivo é sempre o mesmo, chegar até à saída sem morrer, e tentar chegar o mais longe possível em termos de pisos da masmorra.
O jogo é gratuito, e apenas aparece uma pequena publicidade de 5 segundos de longe a longe, ou quando queremos desbloquear mais UNDO's. Isto não incomoda nada mesmo, mas se acharem que se querem ver livre da publicidade e contribuir para um criador de jogos incríveis como é o Kenny Sun, então é só pagar cerca de três euros, e está feito, o que vale bem a pena, que os seus jogos são muito bem pensados e de grande qualidade.
Pensem no John Mclane e na Torre Nakatomi ou qualquer filme de acção dos anos 80 e estão preparados para perceber o que é este Door Kickers: Action Squad da KILLHOUSE GAMES SRL, um espectacular jogo de acção e estratégia com muitas balas a voar pelos ares.
Falei nos filmes de acção dos anos 80 porque a banda sonora transporta-nos de imediato para esses cenários, assim como a acção frenética que é quando os nossos agentes S.W.A.T. rebentam com uma porta e entram num edifício carregado de inimigos prontos para nos matar.
Não se enganem, nas primeiras vezes que joguei morri imenso, porque há que pensar muito bem numa estratégia para salvar os reféns e não ser trespassado por dezenas de balas logo nos primeiros momentos. Entrar à maluca a disparar, ou pensar bem no assunto, analisar a situação, escolher entrar por uma janela nas traseiras do edifício, minimizar as baixas entre os reféns, e evitar ser morto apanhando os maus da fita de surpresa.
Com vários agentes S.W.A.T. para escolher, desde o agente que vai de caçadeira, ao maluco que leva apenas uma pistola, ou o mais seguro agente que leva um escudo para evitar o dano directo, há muito por onde escolher aqui ao nível de estratégia, e também uma árvore de actualizações bem complexa para evoluir.
Com zombies à mistura, num modo de jogo que podemos activar se quisermos, para ficar tudo ainda mais caótico, rebentar portas é o nosso trabalho, salvar reféns, todos de preferência, eliminar os maus da fita, analisar muito bem a situação e escolher bem os pontos de entrada nos diferentes edifícios, pisos, elevadores, escadas, etc.
O jogo vem carregado de humor, vendo pelos diálogos que aparecem aqui e ali (e pelas opções dos gráficos quando damos um salto às definições), e há a possibilidade de jogar com controladores MFi para quem não se habituar aos controlos no ecrã. Para mim estão muito bem conseguidos, e há uma pequena curva de aprendizagem apenas. Um grande jogo, que já fez sucesso no PC e nas consolas, e chega agora com grande estrondo ao iPhone e iPad.
Não é a primeira vez que o Blackjack aparece num roguelike, mas realmente é uma mistura de géneros bem interessante que nos mantém agarrados ao ecrã a fazer só mais um e outro jogo, sem parar. Estou a falar de RogueJack: Roguelike BlackJack da Ponywolf, e podem encontrá-lo grátis na App Store.
O Blackjack é o verdadeiro jogo aqui, pois cada vez que combatemos um monstro, é o clássico jogo de cartas que nos aparece à frente, a ver quem chega mais próximo dos 21 pontos sem ultrapassar este valor. Quem ganhar o jogo de Blackjack ganha também o combate. Se o monstro que tivermos à frente tiver muita energia, teremos que o combater mais que uma vez.
Isto tudo depende das vidas do monstro, da potência da nossa arma, se estamos a usar um escudo ou não, e se o nosso herói tem algumas características especiais que nos ajudam a derrotar o monstro mais facilmente, como por exemplo ter melhores chances de fazer um ataque mais potente, ou poder ver qual a próxima carta que temos para jogar.
As próprias armas que vamos encontrando na masmorra podem dar-nos mais pontos de ataque, mas também ter poderes especiais que nos darão mais chances de ter cartas viradas para cima, e assim ser mais fácil decidir se acrescentamos uma carta ao nosso jogo ou não.
Para ajudar a manter o interesse no jogo, cada monstro tem características específicas de ataque e de comportamento no Blackjack. Há monstros que não ultrapassam determinados pontos, o que nos ajuda a decidir "quantos pontos apostar" no nosso baralho, e há monstros que não nos mostram as cartas que têm na mão, obrigando-nos a arriscar cada vez mais, e ainda outros que nos roubam o ouro, nos congelam, ou simplesmente deixam cair poções mágicas que nos podem ajudar.
Com o ouro que encontramos na masmorra, podemos utilizá-lo nas várias máquinas de vending espalhadas por todo o lado, que nos darão acesso a items aleatórios, armas, escudos, poções, etc. A publicidade só aparece se quisermos, quando nos pergunta se queremos continuar quando morremos da primeira vez. Seja como for, recomeçar faz parte de qualquer roguelike, e perdemos o ouro e objectos, mas mantemos a experiência, que nos dá características especiais ao nosso herói para conseguir chegar cada vez mais fundo na masmorra.
Nos últimos tempos têm aparecido uma série de jogos do género Roguelike e Dungeon Crawler, que quando nos deparamos com um novo jogo deste tipo à nossa frente, temos mesmo de perceber se há algo diferente que mereça a atenção. É esse o caso com este Rogue Grinders - Roguelike de Dmitry Ulitin, um jogo gratuito que traz algumas mecânicas bem interessantes e é daqueles que é só abrir e começar a jogar.
Gosto de um jogo em que começamos logo a jogar, sem grandes explicações e tutoriais. Neste Rogue Grinders, em dois pequenos passos ficamos logo a perceber como tudo se processa, e podemos avançar para a exploração da masmorra. Já não tínhamos grandes dúvidas à partida, especialmente para quem está habituado a este tipo de jogos, mas fica o toque para qualquer iniciante que nunca tenha experimentado um jogo como este.
Começamos com um herói que parece um pássaro, uma espécie de tucano ou assim, e partimos à aventura sala atrás de sala, numa masmorra enorme, mas que se apresenta sempre aos bocadinhos com salas de um tamanho bem diminuto, o que nos permite fazer jogos curtinhos se assim quisermos.
Armados com apenas um pau, depressa percebemos que temos de encontrar armas e poções para conseguir avançar alguma coisa nesta masmorra. Em baixo temos ao centro a nossa arma, bastando tocar no botão para a usar (ou deslizar o nosso herói em direcção aos inimigos ou objectos a destruir), e dos lados os dois items que podemos levar connosco, que podem ser armas de atirar, comida ou poções mágicas.
É essencial encontrar armas e poções mágicas, pois sem isso não conseguiremos sobreviver por muito tempo. Mas as armas que podemos utilizar tem uma mecânica bem interessante, pois cada arma tem um tipo de ataque diferente. Algumas conseguem atacar umas duas casas à frente, outras conseguem atacar todas as casas à volta do nosso herói, etc, o que nos obriga a pensar bem na estratégia de ataque e a abordagem ao inimigo.
Há heróis para desbloquear, o que obriga a jogar bastante até conseguirmos todos os items para poder finalmente jogar com eles, e cada um deles traz consigo poderes bem diferentes. O nosso herói pássaro inicial põe um ovo de vez em quando, que ao ser destruído pela nossa arma, revela uma moeda de ouro. As moedas de ouro são essenciais para comprar armas e poções ao comerciante que encontramos de vez em quando.
Há salas na masmorra que nos obrigam a resolver uma espécie de puzzle, como por exemplo o do rato que fica a bloquear o caminho de uma arca com tesouros, a não ser que lhe levemos o queijo até ele para o comer e sair da frente. Outras salas têm um monstro especial que faz de chefão, com ataques que mudam a cada turno, e que são complicados de derrubar, obrigando a alguma estratégia bem pensada da nossa parte.
Estamos perante um jogo retro com um aspecto gráfico em pixel art, altamente viciante, que pode ser jogado aos bocadinhos quando não temos muito tempo, ou por horas se assim o quisermos. Como qualquer roguelike há que jogar bastante para desbloquear novas armas e poções que começam a aparecer nas próximas aventuras mais lá para a frente.
É um jogo grátis, mas conta com publicidade que podemos visualizar de forma opcional, sempre que quisermos adquirir um item aleatório, ou reviver o nosso herói. Para o mencionar aqui, é porque estamos perante mais um belíssimo jogo deste género, que recomendo a todos os fãs e não só.
Ontem foi dia de estreias na App Store, e mais uma vez não decepcionou. Para os fãs dos jogos de estratégia e exploração de masmorras, temos agora este Dungeon Faster de Pavel Sirucek, que mistura o género roguelike com o uso de cartas, e podemos encontrar hoje grátis na App Store.
Há pessoas que se limitam a copiar as fórmulas de jogos bem sucedidos, e depois há criadores como este Pavel Sirucek que consegue criar algo novo e bem interessante. Poder-se-ia dizer que Dungeon Faster é uma mistura entre Dungelot, Card Crawl e Void Tyrant, e mesmo assim não chegamos perto daquilo que temos aqui neste jogo.
Com uma data de heróis à escolha para avançar para a masmorra, onde cada um deles tem uma característica ou poder próprio que pode agradar mais a um tipo de jogador ou outro, temos como objectivo atravessar a masmorra do início ao fim, e levar connosco todos os tesouros que encontrarmos pelo caminho.
O tutorial explica como jogar, e à partida parece que há uma curva de aprendizagem complicada para percebermos como tudo se processa, mas em apenas uns minutos ficamos a jogar como se já jogassemos este jogo há uma eternidade. Alguma paciência, e vão ver que é mesmo muito simples e divertido.
Então é assim, na masmorra vamos avançando de sala em sala, onde todos os quadrados (ou tijolos) correspondem a uma parte da sala, nos quais temos que tocar para desvendar o que lá se encontra, e o objectivo principal é encontrar a porta da saída, a chave que abre esta porta, e derrotar o monstro que está a defender a chave.
Os tijolos da sala podem esconder tesouros, armadilhas, poções mágicas, e outros poderes que melhoram o nosso ataque e defesa, etc. Temos de andar atentos à nossa energia, e partir para o ataque mal apareça um monstro, que como se trata de um jogo por turnos, este começa logo a atacar e não o podemos ignorar.
Como também é um jogo de cartas, temos sempre em baixo 4 cartas para jogar, que podem ser desbloqueadas com dinheiro e com as diferentes runas que vamos encontrando nas salas. Estas cartas tanto podem servir para melhorar o nosso ataque e defesa, ou atacar directamente os monstros, etc.
Estando perante um roguelike, sempre que perdemos é possível usar os dentes de ouro que vamos encontrando para melhorar características dos nossos heróis preferidos, e escolher quais as 15 cartas que mais gostamos para levar para a próxima masmorra. A ideia é iniciar a próxima aventura com o nosso herói mais bem preparado para chegar cada vez mais longe.
Há muita coisa para descobrir neste jogo, e em termos de estratégia há mesmo muito a explorar. As animações estão muito bem conseguidas, dando para ver em cima o nosso herói e as criaturas que temos de defrontar, e mesmo os efeitos sonoros e banda sonora dão um toque bem misterioso ao jogo. É completamente grátis, mas podem ajudar o criador contribuíndo com uma compra in-app, o que é bem merecido.
Há por aqui fãs de jogos do género Match-3? Não, nada de Candy Crush nem Bejeweled, mas sim algo completamente novo e genial, que adiciona um pouco do género Roguelike para uma mistura divertida e bem desafiante. Estou a falar do recém chegado Starbeard da Jolly Good Games Limited, um jogo que vos vai deixar de queixo caído de tão espectacular que é.
Há jogos incríveis, e posso dizer que este Starbeard está lá bem no topo com os melhores. Para alguns ouvir a palavra Match-3 é razão para fugir a sete pés, e para outros é razão para perderem horas e horas da sua vida de volta de um jogo. O que é certo é que se gostam de pôr a cabeça a funcionar e apreciam a aventura e desafio que proporciona um bom Roguelike, então este é um jogo que vão adorar.
Gnomos no espaço é a moda do dia, especialmente gnomos que têm de cuidar dos seus jardins plantados em vários planetas espalhados por essa galáxia fora. O problema é que os seus jardins estão a ser invadidos por pestes, desde insectos alienígenas a sapos, aranhas, etc, etc. Cabe-nos a nós atravessar um portal e viajar para esses planetas para nos livrarmos das pestes que ameaçam destruir as nossas queridas flores espaciais, e ao mesmo tempo, salvar a galáxia, duh!
A mecânica do jogo leva alguns minutos a apanhar-lhe o jeito, mas depressinha ficamos enrolados no seu esquema bem pensado, e não vamos querer pousar o jogo tão cedo. Cada planeta tem um diferente tipo de pestes, com ataques e movimentos distintos, e que se misturam com as peças a combinar (sol, estrela e lua).
Cada gnomo tem uma cor específica que coincide com a cor ora da estrela ou da lua ou do sol, e isto é importante porque o próprio gnomo pode ser usado para fazer combinação com 2 peças da sua cor. Mas isto é um pormenor, porque o que vamos andar a fazer mais é combinar estas peças às 3 de cada vez, ou mais, para cumprir o objectivo pedido.
E o objectivo é sempre aleatório, e pode variar entre combinar 15 luas, ou destruir 6 pestes, ou mesmo aguentar 5 turnos sem morrer. E com morrer quero dizer, não perder todas as flores do jardim, que se encontram na parte inferior do tabuleiro, e também fazer parte do jogo. Mas este é um jogo por turnos, e na nossa vez apenas podemos fazer 3 movimentos, e depois é a ver do adversário que acrescenta uma linha de peças e pestes no topo, arrastando tudo uma casa para baixo (se alguma peça tocar no fundo, perdemos uma flôr).
Perder todas flores faz com que percamos o desafio, e teremos que recomeçar a defesa desse planeta novamente. Mas isso é algo que todos os jogadores de Roguelikes já estão habituados, recomeçar um jogo, melhorar os seus poderes, conseguir novos gnomos e ir progredindo dessa forma. Eu falei em poderes, pois é, sem os poderes não conseguíamos fazer grande coisa, pois é com eles que vamos poder destruir as pestes e conseguir concluir os desatios que temos pela frente.
Há que combinar os elementos para carregar estes poderes, que podem depois ser activados nos botões em baixo. Fazer combinações e usar os poderes, esta é a estratégia essencial para nos levar ao sucesso. Cada gnomo tem poderes diferentes, e por isso há que experimentá-los todos à medida que os vamos desbloqueando.
Não há dúvidas que estamos perante um jogo muito bem concebido, daqueles que não queremos pousar, e vamos repetir vezes e vezes sem conta. Os combates não duram muito tempo, mas se por acaso nos demorarmos é só pousar o iPhone, que quando voltarmos o combate que ficou a meio está lá à nossa espera. Este é um jogo pago, por um preço bem baixo, sem quaisquer compras in-app nem publicidade, e que recomendo vivamente.
De uma equipa completamente Indie, chegou-nos às mãos a semana passada este Bounty Hunter Space Lizard da Stay Inside Games, um jogo roguelike de combates por turnos, com muita estratégia e puzzles à mistura, e que podem encontrar grátis na App Store.
O lagarto do espaço viu a sua carrinha voadora avariar e deu consigo preso num pequeno planeta, no qual resolve mudar de vida e virar um caçador de recompensas. Esta não é uma vida fácil, mas há muitos alienígenas para caçar, num autêntico jogo do gato e do rato através de uma série de níveis gerados aleatóriamente.
Como se trata de um jogo de estratégia por turnos, nada acontece até fazermos o nosso primeiro movimento. Só temos de tocar no ecrã para mover o lagarto para uma nova posição, e tocar nas criaturas para as caçar ou destruir. Normalmente aparecem alguns poderes e items extra para apanhar, coisas como jogadas extra, vidas, balas, bombas, etc, etc.
A estratégia fará uma boa diferença, pois os cenários do jogo não são fechados por quatro paredes, e portanto podemos fugir por uma abertura à esquerda e aparecer de imediato por uma abertura do lado direito do ecrã. O mesmo se pode dizer para um disparo, que podemos fazer da mesma forma dando um tiro para um buraco do lado esquerdo do ecrã, que vamos atingir um inimigo do lado direito do ecrã na mesma direcção.
Depois de apanharmos um determinado número de recompensas podemos seguir para o portal em direcção ao próximo nível, mas se quisermos podemo-nos manter por mais tempo e caçar todas as criaturas que quisermos para ganhar mais coisas (correndo o risco de morrer mais rápido).
O jogo parece algo estranho e simples da primeira vez que jogamos, mas depressa percebemos que é um jogo com bastante mais profundidade que aquela que parece à primeira vista. É um jogo de estratégia bem complexo com muitos elementos a ter em conta, e que acaba por ser bem divertido para pequenos jogos de apenas alguns minutos. Podem ver aqui em cima um vídeo que nos mostra o jogo em acção, e o único senão do jogo é mesmo a publicidade, que raramente aparece, e pode ser eliminada com uma única compra in-app.
Já vimos na App Store alguns jogos bem porreiros com cartas, especialmente em jogos do estilo Rogue. Hoje temos uma nova entrada neste género, com alguns elementos e mecânica novos, como é o caso deste Void Tyrant da Armor Games Inc, que para além dos combates com cartas bem conhecidos de outros jogos, temos também uma espécie de Blackjack que é algo muito bem pensado e extremamente viciante.
Como se trata de um roguelike já se sabe que o aleatório e o morrer para se começar de novo é algo sempre presente neste tipo de jogos. Portanto nesta aventura pela galáxia começamos com um guerreiro com determinadas características aleatórias, e um baralho com algumas cartas com poderes e armas, também ele criado de forma aleatória.
Com a nossa nave vamos visitando vários planetas e locais espalhados pelo universo, à procura de umas chaves mágicas, essenciais para restabelecer a ordem no universo. Em cada local há uma data de monstros para derrotar, e um chefe final que terá uma destas chaves para nos entregar.
A mecânica do jogo está muito bem conseguida, tendo como é costume a possibilidade de jogar qualquer uma das 4 cartas do nosso baralho que temos pousadas à nossa frente (desde que haja energia para as jogar), que tanto podem dar dano directo ao inimigo, paralisá-lo, fornecer-nos pontos de ataque, equipar uma arma ou escudo potente, etc, etc.
E depois temos a verdadeira mecânica do jogo, que faz isto tudo andar para a frente, que é o Blackjack, onde vamos tirando cartas (outras cartas) de um baralho que se encontra do lado esquerdo, onde cada uma destas cartas pode ter um número de 1 a 6. A ideia é preencher ao máximo a barra de ataque que temos à nossa frente, que pode ir até 12 pontos de ataque, e se ultrapassarmos a barra de ataque do inimigo, seremos nós a efectuar o ataque, e o inimigo a sofrer diversos danos (conforme a diferença de pontos entre a nossa barra de ataque e a deles).
Portanto, vamos jogando cartas até chegar aos 12 pontos no máximo, e nunca ultrapassar os 12, senão perdemos esse combate. É um jogo de sorte, pois nunca sabemos qual o número que vai sair na carta seguinte, mas é também um jogo de estratégia e risco, pois podemos sempre ficar por um 8 e não arriscar ultrapassar, e mesmo assim ganhar o combate. É aqui que entram as cartas de poderes que podem ser jogadas com energia, pois algumas dão-nos pontos directos de ataque, acrescentando de imediato +1, +2, +5, e por aí fora, perfazendo os pontos de ataque que precisamos.
O jogo é altamente viciante, pois mesmo perdendo só queremos voltar ao ataque novamente, usando as moedas para comprar upgrades e novos equipamentos, e aproveitando das melhorias que vamos fazendo entre jogos. O nosso herói volta ao início com um novo baralho com poucas cartas, mas as melhorias que já fizemos ao nível de características mantêm-se, o que faz com que as primeiras batalhas se tornem cada vez mais fáceis.
À medida que vamos avançando no jogo, vamos desbloqueando novas classes de heróis (até 3), e vamos encontrando tesouros, que nos vão dando mais cartas para fazer parte do nosso baralho, as quais podemos descartar se não nos interessar, como é óbvio. Há mesmo muita coisa boa para descobrir neste jogo, e não se admirem de ficar horas a jogar de uma só vez. Há alguma publicidade a surgir aqui e ali, mas nada que incomode por aí além, longe disso. Aproveitem que o jogo está disponível grátis na App Store e boa sorte.
O jogo do iPad Darkest Dungeon teima em não chegar aos iPhones, o que abre espaço para jogos também fantásticos como este Dungeon Survival da Frozenfrog, um Roguelike bem porreiro onde temos de nos aventurar numa cidade carregada de perigos e lutar contra todo o tipo de monstros, e que podemos encontrar hoje gratuito na App Store.
Black Haze é uma cidade que caíu em desgraça, não dando mais para distinguir se é uma cidade do bem ou do mal. O nosso herói, Royde, é enviado pelo rei para tentar acabar com este mal que corrói a cidade, e também descobrir o que está por detrás de tanta miséria e de todos os casos de mortes e desaparecimentos.
Teremos que formar uma equipa de mercenários, que podemos contratar no bar, cada um com as suas próprias habilidades, e depois teremos de nos aventurar nas perigosas ruas da cidade para eliminar os monstros que por lá andam, e ao mesmo tempo encontrar todo o tipo de armas e tesouros que encontrarmos.
Este é um jogo de estratégia que vive dos combates por turnos, onde cada um dos heróis e dos monstros fará o seu ataque, e onde poderemos também usar as várias habilidades de cada um dos personagens, como curar os nossos colegas, envenenar ou sangrar os inimigos, colocar os heróis mais fortes à frente para aguentarem com os golpes dos inimigos, e manter aqueles com capacidades mágicas atrás, tanto para ir curando os nossos heróis como atacar da retaguarda.
O jogo pode ser jogado aos bocados, não levando mais que uns poucos minutos em cada aventura, mas pode também ser jogado por horas e horas, pois há imensas coisas para fazer. Recrutar novos e mais potentes mercenários, perceber quais as sinergias que funcionam melhor em conjunto umas com as outras, melhorar as suas habilidades com ouro, equipá-los com armas mais potentes, etc, etc. Vejam aqui em cima a trailer do jogo e não o percam enquanto está em promoção, grátis na App Store.
Num mundo infestado por monstros viscosos, teremos que ajudar o nosso herói a combater esta bicharada toda num novo jogo de plataformas com combates tipo arena. Estou a falar de Knights and Slimes de Monte Boyd, e podem encontrá-lo agora grátis na App Store.
O jogo parece um típico jogo de plataformas, mas é mais um jogo onde cada nível é uma arena onde temos de destruir todos os monstros viscosos que por lá andam a passear. E a maneira de os destruir é tocar-lhes com a ponta afiada da nossa arma, a qual não controlamos.
O que controlamos é o movimento do nosso herói, para a esquerda e direita, e para saltar para as plataformas mais elevadas. Ao tocar num viscoso com a arma, este explode e divide-se em dois, os quais temos de perseguir para que desapareçam de vez. Quanto maior o viscoso, mais vezes este se vai dividir até ficar pequeno o suficiente para desaparecer do ecrã.
Em cada nível há um determinado número de viscosos para destruir, isto ao longo de 10 níveis, onde os viscosos vão variando com a introdução de viscosos que se movem rapidamente, que saltam, que disparam contra nós, etc, e ao final de 10 níveis teremos que lutar com um viscoso chefe gigante. Se ganharmos passamos à próxima zona, com um ambiente diferente, mais viscos e chefões diferentes.
São 5 áreas diferentes no total, o que faz uns 50 níveis para ultrapassar. Como o jogo é um pouco como um Rogue, sempre que perdermos voltamos ao início da zona que estamos a jogar, tendo de jogar outra vez os 10 níveis, que surgem sempre renovados de forma aleatória. É possível ganhar uma vida visualizando um vídeo com publicidade, ou então adquirir vidas permanentes com uma compra in-app.
Para nos ajudar na nossa tarefa que vai ficando cada vez mais difícil e caótica, vão surgindo armas especiais no ecrã, como uma besta que dispara setas de forma automática, ou efeitos meteorológicos/desastrosos que tanto congelam os viscosos como os destroem com raios ou fogo de um vulcão. As moedas que vamos ganhando permitem-nos comprar outros personagens como ninjas, imitações da zelda ou feiticeiros, etc, etc.
O jogo é simples mas bem viciante, e é um prazer ver a arma a destruir estes monstros viscosos e vê-los a separarem-se em 2, como no clássico jogo Pang das máquinas e consolas. Podem ver aqui em baixo um vídeo que mostra o jogo em acção, e pelo preço de zero não há razão para não o instalar já e começar a fazer POP POP POP POP.
Hoje temos a estreia de um dual-stick shooter passado no espaço que é também um RPG e Roguelike com história para contar e um ambiente a fazer lembrar o Alien, o que é bem apreciado. Estou a falar de Ailment de Ivan Panasenko, um jogo que podemos encontrar hoje grátis na App Store.
Em Ailment controlamos um personagem que acorda sem qualquer memória dos eventos mais recentes a bordo de uma nave no espaço, e que descobre que toda a tripulação (ou quase) o quer ver morto, e não percebe bem porquê nem o que aconteceu para chegar a esse ponto.
É algo que teremos de investigar e descobrir, pois este dual-stick shooter tem muita narrativa para nos contar, que o nosso personagem está sempre em conversa como se pode ver pela imagem aqui em cima (para fazer desaparecer o texto do ecrã basta tocar em cima dele com o dedo).
Como dual-stick shooter o jogo é bem competente e tem acção a rodos, por isso estejam preparados para morrer e muito, que os tripulantes da nave são rápidos e maus como as cobras. Temos acesso a um inventário onde podemos adquirir novas armas, as quais podem ser trocadas no meio do combate, e temos também acesso a escudos temporários que nos ajudam a evitar fogo inimigo em situações mais complicadas.
O jogo permite-nos convencer os personagens NPC a virem connosco, e eles também lutarão ao nosso lado. Convém no entanto protegê-los, porque acabam por morrer se levarem com muito fogo inimigo. Na nave teremos que aceder a computadores para abrir portas nos variados corredores que existem à nossa volta, e temos que abrir armários e caixas para encontrar mais armas, kits médicos, etc.
Pelo caminho vamos encontrando personagens que nos ajudarão a perceber mais da história e daquilo que se passou nos dias anteriores a perdermos a memória. O nosso progresso é gravado no início de cada nível, o que é bom para não termos que começar o jogo do início sempre que morremos. Podemos melhorar a saúde do nosso personagem com os kits médicos, usando pontos que vamos ganhando em combate, ou mesmo visualizando um vídeo com publicidade.
No geral o jogo está muito bem conseguido, com uns gráficos muito retro que são bem apreciados, e um ambiente a sonoro a fazer lembrar o Alien que também me agrada bastante. Há vezes em que a música muda repentinamente para nos avisar que entramos numa zona em que vai haver combate, e isto pode ser um bocadinho irritante em algumas situações. Vejam a trailer do jogo e não deixem de experimentar este belo shooter que podemos encontrar grátis na App Store.
Jogo divertido que se estreou a semana passada na loja de apps da Apple foi este King Crusher - Roguelike Game da Ankama, um roguelike dinâmico carregado de acção que podemos encontrar grátis na App Store e que vos vai deixar entretidos por largas horas.
O Rei Provokant (nome super adequado), resolveu que iria ser o único rei e senhor de todas as terras do reino, e então mandou o seu braço direito destruir todos os outros governantes, o que demonstrou ser uma atitude bem provocatória, certo?
Nós, como braço direito do rei, teremos que invocar e adquirir novos soldados para nos ajudarem nesta guerra santa (ah ah), e assim derrotar todos os monstros e outros guerreiros que encontrarmos pelo caminho, assim como os temidos governantes.
Temos 12 classes diferentes de heróis que podemos invocar para levar connosco para os combates, e cada um destes heróis tem características de combate bem peculiares, que temos de usar a nosso favor para ganhar os vários combates que teremos pela frente.
Mas este não é o clássico jogo em que temos os heróis parados no lugar enquanto vão atacando o inimigo, não senhor. Nós temos controlo directo sobre os nossos heróis, e teremos que movê-los com o dedo, tanto para mudar de posição e evitar ser atingido por alguma arma ou projéctil do inimigo, como para posicioná-los para receber uma cura milagrosa de um dos magos ou outra coisa qualquer.
Há muita estratégia aqui incluída neste jogo doido, e o humor que nos acompanha ajuda bastante a deixar-nos ainda mais agarrados. Vejam o vídeo de apresentação do jogo, preparem-se para ver uma publicidade aqui e ali (se quiserem ganhar mais coisinhas boas), e tentem derrotar todos os inimigos do rei.
Para os jogadores que gostam de enveredar pelos caminhos escuros e perigosos das masmorras, atenção que temos hoje grátis na App Store este Rogue Cards de Ivan Khokhlenkov, um jogo de Dungeon Crawling com cartas a fazer lembrar o jogo Look, Your Loot mas com uns gráficos mais pixelizados.
Este tipo de jogo é muito divertido, especialmente se forem apreciadores destas aventuras numa masmorra onde têm o vosso personagem como uma carta no ecrã, e a qual têm de jogar para cima, para baixo, ou para os lados, e assim apanhando tesouros ou enfrentando monstros e outras armadilhas.
É uma questão de sorte em parte, por causa das cartas que vão aparecendo a cada momento do jogo, mas é também necessária muita estratégia e planeamento da nossa parte para escolher qual o caminho a tomar, olhando ao mesmo tempo para a nossa vida, para a arma que podemos agarrar no caminho, e aquele monstro com o número de pontos de vida exacto para ser destruída com uma varinha mágia e a espada que temos ali à mão para apanhar.
Há vários heróis para ir desbloqueando, assim como níveis de dificuldade (não jogamos sempre num ecrã com 9 cartas, pois há modos mais avançados com muitas mais cartas no ecrã), e podemos melhorar as características dos nossos heróis, assim como adquirir certos poderes que podem ser activados de x em x turnos para nos livrar de uma situação difícil.
Este é o tipo de jogo perfeito para pôr a cabecinha a pensar nas melhores estratégias, resolver uns puzzles em poucos minutos, seja num jogo rápido de 3 minutos ou 15 minutos. Quanto tempo conseguem sobreviver na masmorra até encontrarem inevitavelmente a vossa morte? Boa sorte!
Grande promoção que temos hoje na App Store, especialmente dirigida para aqueles que gostam de explorar masmorras, Dungelot: Shattered Lands da tinyBuild, está hoje grátis na App Store, um dungeon crawler / roguelike fantástico que nos vai fazer perder horas e horas a explorar estas masmorras assustadoras.
Foi para aí em 2012 que saíu o primeiro Dungelot, um jogo fantástico no qual este é totalmente baseado. Depois saíu um segundo jogo, e a coisa não correu lá muito bem, com um aspecto gráfico completamente diferente e uma mecânica de jogo freemium que não agradou aos jogadores, acabou por ser retirado da App Store.
Foi então que voltaram à ideia inicial e lançaram este Dungelot: Shattered Lands, um jogo pago muito bem conseguido, e carregado de conteúdos para meses e meses de aventuras no iPhone. O jogo é bem apelativo, especialmente pelo seu aspecto gráfico e animações que têm grande piada, assim como algumas das vozes dos heróis, e ainda a sua banda sonora algo fantasmagórica e misteriosa, que pede mesmo o uso de headphones.
Em cada nível temos o ecrã cheio de blocos para explorar, nos quais devemos tocar para que revelem o que se encontra nesse local, o que se traduz em avançar e explorar pela masmorra adentro. O nosso objectivo é conseguir encontrar a chave dourada que nos abrirá a porta e passar à próxima masmorra. Como não sabemos o que está por detrás de cada bloco, pode-se dar o caso de a chave estar no último bloco desbloqueado, o que nos obriga a lutar com todas as criaturas presentes nessa masmorra. No entanto se encontrarmos a chave, podemos passar à próxima masmorra de imediato.
Como em todos os jogos de masmorras, vamo-nos deparar com muitos monstros e vários perigos, por isso preparem-se para morrer muitas vezes, porque faz parte, o que não chateia muito aqueles que já estão habituados a jogar este tipo de jogo Roguelike. Mas também há muitos tesouros a encontrar, e poderes e magias, que poderemos usar para nos auxiliar nesta demanda, assim como comida para nos manter alimentados e ajudas para a moral, que nos auxilia na hora dos ataques.
Quando iniciamos cada jogo podemos escolher qual o personagem que queremos usar para entrar na masmorra, e também usar o dinheiro para adquirir armas e escudos e poções que vão ajudar a aventura do herói escolhido. No início apenas podemos escolher o jovem cavaleiro, mas à medida que vamos subindo de nível passamos a poder escolher um vampiro, um anão especialista em cervejas, um assassino, onde cada um terá habilidades diferentes.
Temos vários mundos diferentes para explorar, cada um carregado de masmorras e um chefe final para derrotar, como uma vaca zombie, cogumelos gigantes saídos de um Super Mario, etc. São 18 masmorras distintas para enfrentar, aventuras paralelas que podemos encarar, e vários mini jogos que vão surgindo aqui e ali.
O jogo é muito simples, e ao mesmo tempo bem desafiante, por isso é aproveitar enquanto está gratuito, e divirtam-se a aumentar de nível e a experimentar todos os poderes e magias, para ver se conseguem sair finalmente desta masmorra enorme. Vejam aqui em baixo o vídeo que mostra o jogo em acção, o que já dá para ficar com uma ideia de como tudo se processa.
Parece um Dungeon Crawler, tem uma banda sonora bonita e misteriosa, tem monstros e tesouros, mas na verdade cada nível é um fantástico puzzle à espera de ser resolvido. Estou a falar de Maze Lord da Jetdogs Oy, um belíssimo jogo que temos agora grátis na App Store.
As profundezas da masmorra escondem grande tesouros, mas também grandes perigos. Para o nosso herói se transformar no campeão da masmorra, terá que descobrir todos os tesouros do rei, e tentar não morrer às mãos dos monstros enviados pelo temível dragão.
Para quem aprecia um bom quebra cabeças, e se ainda por cima for fã de jogos do género rogue e dungeon crawler, então Maze Lord é uma belíssima adição para aquela pasta de jogos que voltamos todos os dias para jogar mais um bocadinho no iPhone.
Ao descermos as escadas para entrar na masmorra, fecha-se a porta por detrás de nós, e a partir daqui a única solução é seguir em frente, até chegar à saída. Cada nível é mesmo isto, encontrar o caminho mais seguro até chegar à porta, e avançar para o próximo local na masmorra.
O problema é que o caminho está carregado de monstros, onde cada encontro em combate nos custa um coração de vida (só temos 3 corações). Temos de jogar muito bem com o número de corações que temos, e os combates que queremos efectuar. Muitas vezes não temos hipótese, e há mesmo que combater um esqueleto ou uma aranha gigante, mas para chegar com vida à saída podemos contar com algumas ajudas como uma poção mágica que nos restitui um coração de vida, ou um escudo que nos protege de um ataque ou do perigoso veneno de uma mordida de cobra.
Não é um jogo para avançar a toda a velocidade pela masmorra adentro. Há que pensar muito bem nos nossos próximos passos, pois há um limite de passos que podemos dar até que a porta de saída se feche (tem um número assinalado sobre a porta a indicar quantos passos faltam), e também porque há que escolher bem se apanhamos primeiro uma chave, ou uma picareta para destruir um muro, ou uma poção mágica para conseguir enfrentar um monstro pegajoso que ao ser atacado explode e divide-se em 3 monstros mais pequenos.
E à medida que vamos avançando nas profundezas da masmorra, vamos encontrando novos monstros com características peculiares (a cobra que nos envenena, cortando o efeito da próxima poção mágica que tomarmos, ou a teia de aranha que agarra o primeiro objecto que tivermos na bolsa), e até um vendedor que se disponibiliza moedas de ouro em troca de objectos que lhe entreguemos, para conesguirmos comprar outros items importantes na nossa aventura.
Os tesouros que apanhamos em cada puzzle podem ser coleccionados e usados para trocar por items que nos podem dar uma ajudinha para resolver um qualquer puzzle mais chato. Moedas de ouro extra, poções mágicas, ou mesmo chaves extra. Mas quero deixar claro que nenhum puzzle necessita de ajudas extra para ser ultrapassado, por isso vejam mas é se puxam pela cabeça, que tudo tem solução, por mais trabalhosa que seja.
A banda sonora faz-me lembrar a música da série de TV Grimm, o que para mim é horrível, pois dou por mim a cantar a música a toda a hora (ok, não é tão horrível assim). O visual do jogo é impecável, o nosso herói e monstros não são estáticos, e usam a técnica de muitos outros jogos RPG, de mantê-los animados em movimento, o que dá um look interessante e vivo ao jogo.
Como jogo gratuito carregado com centenas de puzzles, não há como não recomendá-lo vivamente, pois é um jogo espectacular para quem gosta de resolver puzzles. Não tenho nada a apontar de negativo ao jogo, a não ser talvez a troca de items por pedras preciosas, que parece que faziam parte da versão original do jogo (que era pago), e agora parece que não servem para nada. Mas basta ignorá-las e o jogo é 5 estrelas.
A Noodlecake Studios não pára, e acabou de chegar mais um grande jogo à App Store. Trata-se de Flipping Legend, um jogo gratuito bem casual como é habitual na Noodlecake, onde temos uma espécie de endless runner misturado com um jogo do estilo Rogue com muita estratégia envolvida.
Somos um ninja, não, somos uma arqueira, não, somos um feiticeiro, ok podemos ser uma data de personagens ou heróis, mas estes 3 são os iniciais que podemos adquirir para avançar pela aventura adentro.
O caminho perigoso que temos à frente dos nossos heróis é constituído por 3 pistas com um padrão xadrez, onde eles vão saltitando sempre na diagonal para a direita ou para a esquerda, e mesmo saíndo de um lado do ecrã e aparecendo no outro, e vice versa.
O objectivo é ir eliminando todos os monstros no caminho, até conseguir chegar ao final de um determinado percurso para de seguida avançar para o próximo. Da floresta, que está cheia de zombies passamos para o cemitério onde somos perseguidos por um fantasma, passando para um caminho carregado de lava e trolls que nos atiram pedras, e por aí fora até chegarmos às múmias, etc.
O conceito é muito interessante, este de saltar para a direita ou para a esquerda, fazendo contas para acertar num monstro mais à frente, ou de maneira a agarrar aquele coração ou armadura no caminho. Há que destruir monstros para manter a nossa energia sempre cheia, senão morremos.
Há que apanhar moedas, há que evitar armadilhas, e há que usar os poderes especiais que vão carregando com as jogadas, que nos permitem dar um passo atrás (ao mesmo tempo disparando em alguns casos), ou disparar para várias criaturas à distância (no caso da arqueira), ou teleportar e eliminar monstros seguidos (no caso do ninja).
Há vários heróis para ir desbloqueando com as moedas, e também podemos usar estas junto com os pontos de destreza para fazer melhorias nas capacidades dos nossos heróis (num formato de árvore). O jogo é gratuito e podemos visualizar vídeos publicitários para ir ganhando coisas extra para os nossos heróis, mais ouro e outras coisas boas. Vejam aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e não percam mais um belíssimo título da Noodlecake, que estes gajos sabem o que fazem.
Aqui está mais um jogo gratuito muito bem pensado e concebido para milhares de jogadores que gostam de explorar masmorras e resolver puzzles ao mesmo tempo. Estou a falar de Maze Bandit de Tomasz Lewandowski, um jogo onde há mesmo muitas coisas para fazer.
Dita a história que um feiticeiro terrível raptou e adormeceu todas as princesas de todos os reinos. Eis que aparecem em cena os bandidos que estão espalhados por todas as terras. Nós, mais um bandido, pois claro, teremos que explorar as várias masmorras e labirintos à procura de tesouro e das princesas adormecidas.
Temos aqui 90 masmorras para vencer, em 6 reinos diferentes, onde poderemos encontrar ou não princesas. A ideia é evitar as armadilhas, mover os caixotes e outros objectos para desimpedir o caminho, apanhar o ouro, encontrar a chave da saída da masmorra, e finalmente, sair.
No final poderemos abrir uma de 3 portas, onde por detrás de uma delas se encontra uma princesa, que poderemos depois acordar passado algum tempo, para ser brindados com um beijinho e um presente.
Este presente pode ser uma peça de vestuário para colocar no nosso bandido, mais ouro, ou um objecto para colocar na nossa masmorra. Sim, para além de termos um castelo que podemos melhorar inúmeras vezes, podemos também construir a nossa própria masmorra carregada de puzzles para outros bandidos resolverem.
É aqui que o jogo ganha outro ânimo, porque para além dos 90 desafios que temos para resolver, podemos atacar as masmorras criadas por outros bandidos, o que nos garante um sem número de labirintos para explorar e muito dinheiro extra para ganhar.
Ao mesmo tempo, podemos ir ganhando mais ouro e adquirir objectos para ir melhorando a nossa masmorra, tornando-a cada vez mais desafiante e complicada de ser ultrapassada por qualquer bandido. É de notar que depois de construída a masmorra, temos de a concluir com sucesso 2 vezes, para que não apareçam masmorras impossíveis de ser resolvidas.
Podemos portanto atacar milhares de masmorras de outros jogadores, resolver puzzles bem complexos, alguns autênticos Sokoban, com acesso a portais, caixotes com rodinhas que deslizam até ao primeiro obstáculo que encontram, caixotes de metal que não se destroem com as armadilhas, interruptores, etc, etc.
Temos aqui um jogo espectacular, com uma grande qualidade gráfica e muito bem pensado para durar muito tempo nos nossos iPhones. Ser multijogador é muito bom, especialmente porque podemos visualizar os outros bandidos a tentar resolver a nossa masmorra, o que nos estimula a querer melhorá-la (ou piorá-la, depende da perspectiva).
Vejam aqui em baixo a trailer do jogo e passem já pela App Store que o jogo é grátis e está à espera das vossas criações. Já sabem que é possível comprar coisas através de compras in-app, e visualizar vídeos publicitários para ganhar bónus em ouro ou para ganhar vidas extra.
Escusam de procurar mais que eu já encontrei o jogo ideal para o fim de semana. Bem escondido na App Store Soul Knight de Zeyang Li, é um dual-stick shooter grátis com uma jogabilidade incrível que nos põe a explorar uma masmorra ao estilo dos melhores jogos dungeon crawler.
Que jogo fantástico temos aqui. Como dual-stick shooter o jogo é impecável, com a sua mira automática, e mais de 120 armas diferentes para experimentar, a jogabilidade e divertimento aqui presentes faz-me lembrar o glorioso The Binding of Isaac: Rebirth.
Mas este é também um dungeon-crawler, por isso há muitas masmorras aleatórias para experienciar, com muitos monstros para derrotar, NPCs a fazerem-nos companhia e a lutarem ao nosso lado, inimigos potentíssimos nos lugares mais obscuros da masmorra, e muitas melhorias a ser feitas na loja.
É fantástico abrir um baú e saltar de lá um arco e flechas potente, trocando os lasers pelas setas, passamos a ter um tiro rápido (e mais fraco), e ao mesmo tempo mantendo o dedo a pressionar o botão de disparar durante 1 segundo, obtemos um tiro fortíssimo que mata um inimigo com uma única flecha.
Há muita coisa boa neste jogo, seja para apreciadores de dual-stick shooters, seja para fãs de dungeon crawler, este Soul Knight é uma belíssima surpresa que apareceu ontem na App Store, e tenho a certeza que irá subir por esses tops acima da loja da Apple. Vejam aqui em baixo um pequeno vídeo que nos mostra a acção frenética deste grande jogo.
Vamos lá colocar essa leitura em dia, e rever Arte da Guerra de Sun Tzu, que temos um jogo de estratégia de guerra para jogar. Chama-se ENYO e chega-nos pelas mãos de Arnold Rauers, um jogo de combates em arenas que podem encontrar grátis na App Store.
Nos pés da grande deusa da guerra grega, Enyo, teremos de descer às profundezas, atravessando 10 perigosíssimas arenas, para conseguir chegar ao final e agarrar um trio de artefactos valiosos. Estas arenas estão pejadas de guerreiros a fazer lembrar os 300 Espartanos, cada um mais perigoso que o outro.
Para piorar a nossa situação, não temos qualquer arma de dano directo, apenas temos um escudo e um gancho preso numa corda. Os combates fazem-se à vez, e serão precisas muita estratégia e paciência da nossa parte, para derrotar todos os inimigos de cada arena.
A ideia é usar o cenário para vencer, como por exemplo empurrar com o escudo um lutador, directamente para a lava ardente ou contra um espigão numa parede. Ou então usar o gancho para os puxar directamente para a lava ou para um pedaço de chão que esteja quase a partir-se.
Temos de ter atenção aos movimentos dos nossos inimigos, e não permitir ficar em linha directa desobstruída com o Minotauro, que o seu ataque é avançar sem piedade através de uma grande distância na arena em linha recta, ou não ficar muito perto do guerreiro crocodilo, que nos lança bombas.
As próprias bombas podem ser usadas contra os nossos inimigos, visto que não explodem de imediato, temos uma ou duas jogadas para empurrá-las ou usar o gancho para as posicionar noutro local, conseguindo assim uma vantagem.
O jogo está muito bem pensado, e é muito divertido perceber a mecânica e estratégias dos vários adversários, e ir assim vencendo, arena atrás da arena, até chegar finalmente à última, onde teremos todo o tipo de inimigos potentes pela frente, como a Medusa, entre outros.
Para quem gosta de jogos de guerra de estratégia, onde se joga à vez, estilo rogue, este título gratuito é obrigatório de instalar no iPhone. Com uns desenhos muito interessantes, e uns sons bem adequados aos combates que vemos no ecrã, é mesmo de aproveitar estas pérolas na App Store.