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sábado, 10 de julho de 2021

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Tales of the Neon Sea

Já andava de olho neste jogo e nem acredito que ficou agora grátis na App Store.. Estou a falar de Tales of the Neon Sea da HIGGS TECHNOLOGY CO., LIMITED, um jogo Noir futurista onde temos de ajudar um detective cyborg a resolver uma série de crimes e todo um grande mistério.


No corpo do detective Rex, teremos de explorar uma cidade futurista a fazer lembrar o Blade Runner, onde todas as criaturas são parte humano parte robot, e também apenas robots, e onde há crimes quanto baste para o nosso personagem resolver.

Este é um jogo side-scroller, que se assemelha bastante a um point-and-click, só que não é (mas parece). Temos de explorar bem todos os cenários, procurar pistas quando aparece a lupa, agarrar em objectos, utilizá-los em certas situações para desbloquear novas pistas e assim dar solução aos mais variados puzzles.


Cada crime a resolver é um puzzle, e isto obriga-nos a andar para trás e para a frente à procura de pistas e demais objectos. Temos de falar com as pessoas e robots, para avançar na história, que se adivinha bem complexa, e todo um mistério enorme para desvendar.

Muito interessante é a capacidade que temos de controlar também um pequeno gato, que pelo seu tamanho podemos levá-lo para algumas secções onde o nosso personagem Rex não consegue entrar, mas o gato consegue e assim também ajudar a resolver uma série de puzzles.

Ao nível gráfico o jogo é irrepreensível, especialmente se apreciam pixel art. A fazer lembrar o filme Blade Runner em termos de visual e banda sonora, e até do ambiente geral, é um jogo que não deixará ninguém indiferente. Preparem-se para umas boas horas a resolver puzzles e mistérios.


Tales of the Neon Sea na App Store

Tamanho: 1.4 GB


segunda-feira, 10 de maio de 2021

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Spaceholes - Arcade Watch Game

Não é um Space Invaders, nem é um Galaga, mas este Spaceholes - Arcade Watch Game da AlhoGames, é uma mistura interessante de géneros retro arcade, para ser jogado especialmente num Apple Watch, e que podem encontrar hoje grátis na App Store.


Este jogo chega-nos pelas mãos do criador do meu favorito Mini Watch Games 24-in-1, um jogo que é mais que um jogo, mas sim uma colecção de jogos retro para serem jogados num Apple Watch, onde há desde o Tetris ao Arkanoid, Space Invaders, o que vocês quiserem.

Ele tem outros jogos na App Store, incluíndo outra colecção retro, que será com toda a certeza o delírio de alguns fãs deste tipo de jogos de uma certa época (Super Pang??). Mas voltando a este Spaceholes, um jogo que parece ser um Space Invaders, mas a descer por um túnel abaixo.

A ideia é que no futuro se poderá viajar através destes túneis espaciais (wormholes), mas alguns alienígenas e monstros resolveram invadir estes caminhos e perturbar as viagens das grandes naves espaciais. E como tal, é nossa tarefa entrar lá dentro e limpar o caminho.

Com o controlo a ser feito com a coroa do relógio, é perfeito neste caso, pois a nossa nave desloca-se em redor do círculo destes túneis, e como tal controla-se mesmo muito bem. Com o disparo automático, é tudo uma questão de alinhar a nave com os monstros, e evitar o fogo inimigo que surge de vez em quando, ou aqueles que se dirigem contra nós a toda a velocidade, e mesmo as naves espaciais que fazem a travessia regular através destes túneis. Boa sorte :D


Spaceholes - Arcade Watch Game na App Store

Tamanho: 63.3 MB


domingo, 9 de maio de 2021

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Jump'N'Shoot Attack

Para os fãs dos jogos retro de plataformas, Jump'N'Shoot Attack da FreakZone, é um jogo extremamente simples, e por vezes imperdoável, que têm de experimentar, e podem encontrá-lo grátis na App Store.

Com apenas dois "botões" para controlar a nossa heroína Louise Lightfoot, cabe-nos a nós derrotar os monstros e salvar o presidente da Terra 4, que foi raptado. Este presidente parece ter o aspecto do Donald Trump, o que por si só é hilariante.

Como eu estava a dizer, há que tocar do lado esquerdo do ecrã para saltar bem alto com a bossa heroína, e do lado direito accionamos a sua arma, que dispara os projécteis que tivemos desbloqueados nessa altura. Sim, é possível apanhar power-ups que se traduzem em maior poder de fogo e até vidas, porque morrer vai ser algo que vai acontecer com frequência.

Este é um daqueles jogos clássicos de plataformas, com a banda sonora e gráficos a transportar-nos facilmente para esses ambientes retro, onde os reflexos farão toda a diferença para evitar cair num precipício ou em cima de uns picos ou explosivos, ou mesmo contra um inimigo, que devemos matar com antecedência. Tentem não salvar o Donald Trump no final, mas façam os possíveis para ultrapassar todos os 16 níveis loucos distribuídos por 4 mundos diferentes.


Jump'N'Shoot Attack na App Store

Tamanho: 72 MB



terça-feira, 27 de abril de 2021

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VHS Cam: Vintage Video Editor

Que tal simular em vídeo o efeito antigo das cassetes VHS? Está neste momento grátis na App Store esta VHS Cam: Vintage Video Editor de Dmitriy Yudin, onde podemos filmar directamente no seu interior com os efeitos escolhidos visualizados em tempo real.


A app é uma câmara de filmar, e podemos usá-la como tal, com o iPhone na horizontal ou na vertical, e onde podem ser escolhidos diversos efeitos em tempo real, começando pelo efeito clássico que por si só é bastante interessante, mas depressa podemos saltar para um efeito bem conhecido que é quando a fita já estava gasta ou desmagnetizada, com a imagem a aparecer cheia de riscos, e por aí fora até uma dúzia ou mais de efeitos.

É possível adicionar música, adicionar texto, mudar a data que aparece no vídeo (efeito bem famoso das câmaras de vídeo antigamente), e é possível editar o vídeo, mudando o seu formato, assim como cortar e recortar ao nosso gosto.

Também podemos carregar um vídeo que já tenhamos guardado na nossa galeria de fotos, e tudo o que se pode fazer quando se filma em tempo real, pode também ser aplicado a estes vídeos que temos no rôlo de câmara. Uma app para lá de espectacular, que recomendo vivamente a qualquer pessoa que goste de filmar com o iPhone, e partilhar nas redes sociais.


VHS Cam: Vintage Video Editor na App Store

Tamanho: 292.8 MB


terça-feira, 10 de março de 2020

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Dang! I Got Too Many Dang Gems

Com saudades de jogos como Puzzle Bobble ou Bust-a-Move? Se este tipo de jogo Arcade de match-3 é algo que vos agrada, então têm o novo Dang! I Got Too Many Dang Gems da NOPOPO SL, um jogo com um aspecto retro que podem experimentar grátis na App Store.


A rainha precisa da nossa ajuda, porque anda a acumular demasiadas jóias, e o castelo está a abarrotar pelas costuras. Combinar 3 ou mais jóias da mesma cor faz com que estas desapareçam, e é esta a nossa missão super importante.

Ao contrário dos jogos habituais deste género, jogamos de cima para baixo, com as jóias a surgirem em baixo e a começarem a encher as paredes do castelo, e nós lá em cima na torre, a atirar jóias para baixo, a tentar fazer combinações que reduzam o número de jóias aí presentes.

Este é daqueles jogos para fazer em espaços pequenos de tempo, pois é muito provável que não nos aguentemos com vida mais do que alguns minutos escassos. Mas acredito que haja por aí profissionais que consigam segurar aquelas jóias por bastante tempo.


A ideia é fazer pontaria para acertar nas jóias em baixo, combinando-as, e fazendo desaparecer o maior número delas que conseguirmos. Se tocarmos na parte superior da torre do castelo, guardamos uma jóia de determinada cor para jogar mais tarde.

À medida que formos avançando, desbloqueamos novos animais para nos ajudar, que trazem consigo diferentes modos de jogo, para manter a jogabilidade com alguma frescura e novidade. Para jogos rápidos este retro arcade é impecável, e como é costume, há por vezes uma publicidade a surgir aqui e ali, inclusive para conseguir uma jóia especial que elimina todas as jóias da mesma cor do ecrã. Boa sorte!


Dang! I Got Too Many Dang Gems na App Store

Tamanho: 66.1 MB

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

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Quadracade

E que tal experimentar algo diferente, um jogo Arcade, ou melhor, 4 jogos Arcade em simultâneo, com este Quadracade de Kieran Haden, um jogo que podemos encontrar hoje grátis na App Store e que nos vai deixar a cabeça às voltas.


E é assim que começa, numa grelha onde podemos ver 4 ecrãs ao mesmo tempo, aparece o primeiro jogo no primeiro rectângulo, com 10 segundos de contagem decrescente para lermos as instruções do mesmo, e arrancamos para o jogo, um menino de bicicleta tem de entregar jornais aos clientes que assobiam na rua (um piscar de olhos ao clássico Paperboy).

Ainda estamos a apanhar o jeito na entrega dos jornais e vemos outro dos ecrãs a activar-se, um novo jogo a ser carregado, passam-se as instruções, e lá temos que jogar um clássico dos jogos match-3, e ao mesmo tempo ter de ir até ao ecrã dos jornais, pois não podemos deixar escapar um cliente, senão lá se vai um coração, e só temos 3 corações em cada um dos jogos.


Logo de seguida carrega-se mais um jogo de pesca no terceiro ecrã, e um jogo de regar plantas no quarto ecrã. Todos os jogos têm um temporizador de tempo ou algo que nos obriga a fazer a próxima jogada, senão lá se vai mais um coração. Perdem-se os 3 corações e perdemos o jogo (todos os jogos de uma vez).

Enquanto nos vamos aguentando a tentar jogar 4 jogos em simultâneo, eis que um dos jogos sai de cena, e é carregado um novo jogo. São 8 jogos que vão alternando entre si, isto no início, porque com as moedas que vamos ganhando, podemos desbloquear até 30 jogos retro, alguns mais icónicos que outros.

Para nos aguentarmos mais tempo, podemos tocar no botão de troca de jogo, que faz com que um dos jogos que nos esteja a correr pior possa ser substituído por outro. Se encontramos os nossos jogos preferidos, e aqueles cuja combinação funcionar melhor, seremos capazes de obter as melhores pontuações. Com mais jogos clássicos prometidos para breve, Quadracade tem um conceito muito interessante, e é um óptimo passatempo, não percam.


Quadracade na App Store

Tamanho: 53.9 MB

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

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Rogue Grinders - Roguelike

Nos últimos tempos têm aparecido uma série de jogos do género Roguelike e Dungeon Crawler, que quando nos deparamos com um novo jogo deste tipo à nossa frente, temos mesmo de perceber se há algo diferente que mereça a atenção. É esse o caso com este Rogue Grinders - Roguelike de Dmitry Ulitin, um jogo gratuito que traz algumas mecânicas bem interessantes e é daqueles que é só abrir e começar a jogar.


Gosto de um jogo em que começamos logo a jogar, sem grandes explicações e tutoriais. Neste Rogue Grinders, em dois pequenos passos ficamos logo a perceber como tudo se processa, e podemos avançar para a exploração da masmorra. Já não tínhamos grandes dúvidas à partida, especialmente para quem está habituado a este tipo de jogos, mas fica o toque para qualquer iniciante que nunca tenha experimentado um jogo como este.

Começamos com um herói que parece um pássaro, uma espécie de tucano ou assim, e partimos à aventura sala atrás de sala, numa masmorra enorme, mas que se apresenta sempre aos bocadinhos com salas de um tamanho bem diminuto, o que nos permite fazer jogos curtinhos se assim quisermos.

Armados com apenas um pau, depressa percebemos que temos de encontrar armas e poções para conseguir avançar alguma coisa nesta masmorra. Em baixo temos ao centro a nossa arma, bastando tocar no botão para a usar (ou deslizar o nosso herói em direcção aos inimigos ou objectos a destruir), e dos lados os dois items que podemos levar connosco, que podem ser armas de atirar, comida ou poções mágicas.

É essencial encontrar armas e poções mágicas, pois sem isso não conseguiremos sobreviver por muito tempo. Mas as armas que podemos utilizar tem uma mecânica bem interessante, pois cada arma tem um tipo de ataque diferente. Algumas conseguem atacar umas duas casas à frente, outras conseguem atacar todas as casas à volta do nosso herói, etc, o que nos obriga a pensar bem na estratégia de ataque e a abordagem ao inimigo.


Há heróis para desbloquear, o que obriga a jogar bastante até conseguirmos todos os items para poder finalmente jogar com eles, e cada um deles traz consigo poderes bem diferentes. O nosso herói pássaro inicial põe um ovo de vez em quando, que ao ser destruído pela nossa arma, revela uma moeda de ouro. As moedas de ouro são essenciais para comprar armas e poções ao comerciante que encontramos de vez em quando.

Há salas na masmorra que nos obrigam a resolver uma espécie de puzzle, como por exemplo o do rato que fica a bloquear o caminho de uma arca com tesouros, a não ser que lhe levemos o queijo até ele para o comer e sair da frente. Outras salas têm um monstro especial que faz de chefão, com ataques que mudam a cada turno, e que são complicados de derrubar, obrigando a alguma estratégia bem pensada da nossa parte.

Estamos perante um jogo retro com um aspecto gráfico em pixel art, altamente viciante, que pode ser jogado aos bocadinhos quando não temos muito tempo, ou por horas se assim o quisermos. Como qualquer roguelike há que jogar bastante para desbloquear novas armas e poções que começam a aparecer nas próximas aventuras mais lá para a frente.

É um jogo grátis, mas conta com publicidade que podemos visualizar de forma opcional, sempre que quisermos adquirir um item aleatório, ou reviver o nosso herói. Para o mencionar aqui, é porque estamos perante mais um belíssimo jogo deste género, que recomendo a todos os fãs e não só.




Rogue Grinders - Roguelike na App Store

Tamanho: 24.5 MB

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

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Bridge Strike

Um jogo gratuito com sabor a 1942, o clássico shoot' em up das máquinas Arcade, Bridge Strike de Tomasz Rusak põe-nos aos comandos de um avião enquanto voamos rio acima, destruíndo as pontes e todos os inimigos que encontramos pela frente, numa eterna luta pela paz.


Inspirado directamente noutro grande clássico das consolas dos anos 80, o jogo River Raid, em Bridge Strike é tudo muito semelhante, e com o seu aspecto gráfico retro em pixel art, estamos quase perante uma reinvenção deste antigo jogo. Subir o rio, destruir pontes, só podemos mover o avião da direita para a esquerda, e temos a possibilidade de acelerar ou abrandar o avião no ar.

Demonstrado numa feira de jogos o ano passado inserido no interior de uma máquina Arcade, onde se jogava com um stick e botões, como nas máquinas das casas de jogos, aqui temos os controlos por toque no ecrã, ou em alternativa a opção de inclinar o iPhone para os lados para controlar o movimento do avião.

Bridge Strike vem com diferentes modos de jogo, começando pelo Raid, que é uma espécie de modo infinito, onde temos de destruir o máximo número de pontes que conseguirmos sem morrer. Temos ainda o modo de Campanha onde jogamos por fases, sendo preciso concluir diferentes missões em cada uma delas.


À medida que avançamos no jogo começam a surgir um novo tipo de inimigos, passando dos barcos que não se mexem, para helicópteros e embarcações que estão em constante movimento, radares em terra, minas que não conseguimos destruir e as quais temos de evitar, assim como outros obstáculos.

É possível usar as moedas que recolhemos no jogo para adquirir novos aviões e helicópteros, bastando para isso passar no Hangar. O jogo é gratuito, mas entre missões ou sempre que perdemos aparece um pequeno painel com publicidade que podemos mandar embora com um toque no ecrã. Nada que chateie, especialmente se gostarmos deste tipo de jogo retro com banda sonora chiptune, gráficos pixel art, tiro neles com alguma estratégia à mistura.


Bridge Strike na App Store

Tamanho: 60.7 MB

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

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Destiny of Khando: Platformer

Um jogo com um aspecto gráfico e animação em pixel art, Destiny of Khando: Platformer de Chenxiang Zhang, é um jogo retro de plataformas carregado de acção, que nos põe nos pés de Khando, e na sua missão imperativa de salvar a humanidade.


O mundo está infestado de monstros e cabe-nos a nós, vestindo a armadura de Khando, percorrer 5 cenários perigosíssimos, carregado de armadilhas e monstros, e derrubar os 5 chefões de cada um desses locais, acabando com uma espécie de Godzilla no final, com o seu raio iónico que lhe sai da boca.

É um jogo de plataformas bem acessível, com uns controlos impecáveis, uma curva de aprendizagem bem curta, e que é um prazer de jogar tanto pela sua qualidade gráfica num estilo retro pixelizado, como pela jogabilidade.

Derrotar monstros pode dar direito a ganhar alguns tesouros, mas destruir barris e outros objectos também nos dá acesso a umas boas pedras preciosas. Essas pedras preciosas podem ser usadas no menu principal do jogo, para melhorar as habilidades do nosso herói, o que vai ajudar a ultrapassar os níveis mais difíceis lá para a frente, em especial o último Boss.


Os controlos são bem simples, com dois botões do lado esquerdo para mover o nosso herói para os lados, um botão para abaixar e descer para uma plataforma inferior, e do lado direito dois botões, um botão para saltar (duas vezes para duplo salto e atingir lugares mais altos), e um para usar a sua arma. É também possível activar algumas habilidades, como invocar um dragão, no qual podemos pegar boleia e o qual nos ajuda a recuperar energia e até a destruir inimigos.

O jogo é gratuito e está muito bem concebido. É um daqueles jogos de plataformas de acção que podemos jogar nas calmas, aprendendo de forma relaxada os ataques dos inimigos, os seus movimentos, assim como das armadilhas, para conseguir ultrapassar os 5 cenários de uma assentada. Não percam, especialmente se forem fãs de jogos de plataformas.


Destiny of Khando: Platformer na App Store

Tamanho: 120 MB

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

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Star Jolt

High Score Chasers, ou a eterna perseguição pela pontuação mais alta. Juntem isto num jogo Arcade estilo os que se jogavam nas máquinas nos anos 80 e obtemos este Star Jolt de Erik Hallgren, que até simula o ecrã de vidro destas máquinas e que podemos encontrar grátis na App Store.


Há uma história qualquer, de estarmos algures no espaço em Orion ou lá o que é, e há uma corrida a fazer, ajudar a apanhar o lixo espacial duma espécie alienígena de lagartos, mas nada disto importa. A única coisa que interessa aqui é uns nervos de aço, qual Maverick no filme Top Gun, e uma absoluta concentração e controlos exactos para nos conseguirmos aguentar o máximo de tempo possível nesta corrida louca.

Pousamos o dedo no ecrã, o polegar mais certamente, e movendo ligeiramente para a esquerda e direita, controlamos a nossa nave (ou naves, porque começamos com 3, duas delas autênticas sidekicks que nos ajudam a apanhar o lixo espacial), passando curva atrás de curva, evitando ao máximo bater nas paredes.


Bater nas paredes não é fixe, pois dá direito a GAME OVER. Mas mesmo que passemos uma pequena razia, dá logo direito a velocidade alucinante de forma instantânea, o que é algo que também queremos evitar porque quanto mais rápido for o jogo, mais depressa vamos perder.

Como se pode ver no curto vídeo, o jogo é um pouco psicadélico no seu visual, mudando de cores e temas e contrastes conforme a corrida vai avançando, o que dificulta a percepção da pista e da corrida em si, e ao mesmo tempo também o ângulo da câmara vai mudando, passando de uma vista superior para uma autêntica primeira pessoa, o que nos deixa ainda mais stressados e alucinados com a velocidade terminal. Desejo-vos boa sorte, e já sabem, há publicidade a aparecer aqui e ali, mas podem sempre eliminá-la com uma compra in-app. Vão conseguir bater o recorde? Claro que sim.


Erik Hallgren na App Store

Tamanho: 246.4 MB

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

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GameClub - a new way to play!

Eu já falei aqui antes do GameClub, um serviço do mesmo estilo que o Apple Arcade, que se estreou hoje na App Store com a sua nova app GameClub - a new way to play!, e disponibilizando de imediato os seus mais de 50 jogos que foram retirados do baú dos jogos de grande sucesso que já tinham desaparecido da loja de apps da Apple.


A grande diferença entre Apple Arcade e GameClub é que estes jogos já gozaram de grande sucesso na App Store, jogos bem divertidos que passaram pelas mãos de milhões de jogadores, e que deixaram muita gente triste e chateada quando desapareceram, mas que estão agora de volta. A equipa do GameClub foi procurar os melhores jogos que deixaram de ser suportados pelos seus criadores, recuperou-os, actualizou-os para o iOS mais recente e tornando-os compatíveis com mais iPhones e iPads, melhorando até os gráficos e jogabilidade de muitos destes títulos.

A escolha é incrível, e tenho a dizer que muitos destes jogos ainda me deixam mais colado ao ecrã do que muitos dos jogos do Apple Arcade. Jogos como The Path to Luma, Gears, Mini Squadron, Kano, o espectacular Choper 2, iBlast Moki 2, Mage Gauntlet, Super Crate Box, Faif, Adventure Company, Zombie Match Defense, Chippy, Roofbot, Legendary Wars, ORC: Vengeance, e Warpack Grunts.




E tenho duas boas notícias para todos os gamers. Primeiro o preço da subscrição é igual à subscrição do Apple Arcade e conta também com 1 mês grátis, o que dá para experimentar todos estes jogos à vontade. Segundo, se por acaso já tiveram algum destes jogos, vão poder voltar a jogá-lo novamente, e sem terem de subscrever o GameClub, pois o jogo ganhou uma nova vida com o regresso à App Store, e se já o compramos no passado, é nosso para jogar quando quisermos.


Portanto, basta passar pela página do GameClub na App Store, e ver quais dos jogos já adquirimos no passado e voltar a instalá-los para recuperar aquele prazer de jogar alguns dos melhores jogos de sempre (estou a olhar para ti Chopper 2). Ou então instalem a app do GameClub, procurem o jogo que querem jogar, activem a subscripção de 1 mês grátis, e se os jogos antigos retro for mais a vossa cara, é só continuar a pagar a mensalidade, que estão prometidos novos jogos todas as semanas (Spider: The Secret of Bryce Manor é um dos que se pode ver no vídeo aqui em baixo como próxima entrada no GameClub).


GameClub - a new way to play! na App Store

Tamanho: 46.9 MB



quinta-feira, 10 de outubro de 2019

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Prison Planet

É fantástico perceber que há jogos clássicos dos anos 80 que ainda conseguem ganhar novo fôlego quando há mentes brilhantes a repensar em mecânicas inovadoras que melhoram muito a sua jogabilidade. Estou a falar do recém chegado Prison Planet da Springloaded Ltd, um jogo de estratégia e gestão  de recursos onde temos de construir um autêntico planeta prisão para guardar os criminosos mais perigosos do universo.


O jogo é inspirado livremente no clássico Qix, um jogo Arcade das máquinas de jogos dos anos 80, onde tínhamos de desenhar linhas no interior de um rectângulo para ir conquistando território até chegar ao objectivo que era requerido em cada nível, e isto sem tocar nos objectos que se moviam livremente no seu interior. Em Prison Planet a mecânica é semelhante, mas é usada aqui de forma brilhante com um drone a criar as celas para os prisioneiros.


Mas o jogo é muito mais do que isto, pois temos uma pequena história que nos enquadra no espaço e no tempo, colocando-nos como um director de um planeta inabitado, e onde teremos que ir construíndo cada vez mais celas, pedir o envio de mais prisioneiros (que funcionam como inquilinos dos quais recebemos uma renda), construir novos edifícios, construir bancos maiores para guardar mais dinheiro, geradores de energia para manter tudo a funcionar, tanques de oxigénio senão os prisioneiros morrem, e edifícios de investigação para ir descobrindo novas galáxias onde ir buscar prisioneiros alienígenas e descobrir novos tipos de construções.


O jogo vive muito do timing e precisão, pois o drone tem de usar os lasers para criar as divisões (ou celas) no interior dos edifícios prisão, e deve evitar ao máximo atingir os prisioneiros, pois estes morrem se entram em contacto com o laser. Também estamos limitados no número de lasers que podemos usar, portanto há que usar a cabeça para não desperdiçar lasers à toa.

Temos uma loja onde podemos adquirir mais lasers, e aumentar a velocidade de disparo do drone, mas também podemos usar as celas de transferência para mudar os prisioneiros entre edifícios prisão, o que nos permite melhorar a disposição dos lasers quando acharmos que estamos a desperdiçar muitos lasers para o número de prisioneiros que estamos a guardar. No geral um jogo bem divertido e desafiante, que nos vai pôr a jogar por horas e dias, e que quase não tem publicidade nenhuma presente, o que é uma excelente notícia.


Prison Planet na App Store

Tamanho: 98.9 MB

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

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Pocket-Square

Uma consola de jogos com apenas um botão e com uma série de jogos desafiantes teria sido um sucesso nos anos 70. Especialmente se tivermos em conta alguns dos jogos que aparecem neste Pocket-Square de Cody Mace, uma simulação de uma consola de jogos antiga com alguns jogos modernos à mistura.


Temos um jogo estilo Arkanoid e um clássico Pong, que entre os inícios dos anos 70 e meados dos anos 80 já estariam ambos disponíveis nas máquinas, consolas e primeiros computadores. Se bem que aqui é suposto jogarmos com apenas um dedo, usando o único botão para controlar o jogo, o que implica um bom timing e bons reflexos da nossa parte para avançar no jogo sem perder todas as 3 vidas.

Mas depois destes e outros clássicos, passando por jogos de golf e mini-golf, salto de barreiras, basketball, baseball, frisbee, e um simples shooter, passamos para o campo dos jogos que só fizeram sucesso anos mais tarde, literalmente há apenas alguns anos atrás, como é o caso do Flappy Bird, que mesmo a controlar um pequeno quadrado a saltitar, continua a ser tão viciante e desafiante como o original.


Imagino o que seria o sucesso de uma consola de jogos como esta nos anos 70, especialmente com um jogo como o Flappy Bird (que seria um sucesso garantido), e contando com 12 jogos que fariam as delícias de todos os jovens daquele tempo.

A consola não poderia ser mais simples, com apenas um botão para jogar todos os jogos, e continua a ser apelativa para toda a gente que continua a apreciar estes jogos retro, e para aqueles que têm uma nostalgia grande por outros tempos. Seja como for, para queimar algum tempo, temos aqui uma série de jogos bem interessantes, autênticos high score chasers, para ver quem se aguenta a jogar o máximo de tempo possível. O vídeo aqui em cima não tem áudio, mas o jogo tem, por isso aproveitem, e não liguem à publicidade que só aparece de longe a longe, o que é muito bem vindo.


Pocket-Square na App Store

Tamanho: 82.6 MB

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

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NOMO - Point and Shoot

Ainda ontem vos apresentei a nova Hipstamatic X - Analog Camera e hoje não podia deixar de vos mostrar uma outra câmara fotográfica que também acho interessantíssima. Trata-se da NOMO - Point and Shoot da Blink Academy, uma app que também nos permite ter várias câmaras fotográficas diferentes na palma da mão, e com simulações bem realistas.


Quando digo simulações realistas, estou mesmo a falar das simulações bem reais que esta app faz de várias máquinas fotográficas. Completamente inspirada nas máquinas originais, temos a simulação perfeita de máquinas de rôlo, máquinas descartáveis como as famosas da FUJI, máquinas Polaroid onde temos de abanar a película para a foto aparecer mais rapidamente, e até a simulação de um iPhone original, permitindo-nos navegar no mesmo como se tivessemos mesmo o primeiro iPhone na nossa mão.

As simulações são interessantes e trazem uma personalidade bem característica a esta app, mas são mesmo as fotos que obtemos com os seus efeitos retro e analógicos que fazem com que esta app seja quase obrigatória de estar instalada num iPhone. Mesmo para quem já tem uma Hipstamatic instalada, esta NOMO tem coisas diferentes que são bem atractivas por si só.


Há uma série de máquinas que podemos usar livremente, e basta passar pela lista de máquinas na loja para as obter. Assim de repente são cerca de 6 máquinas que podemos instalar de forma completamente gratuita, como por exemplo uma máquina pinhole, uma estilo polaroid onde podemos abanar o iPhone para a foto revelar mais rapidamente, temos duas máquinas descartáveis a fazer lembrar as da FUJI Film e as da Kodak, temos uma máquina que simula a imagem cinematográfica usada no filme ROMA, e temos ainda o iPhone original de 2007, que nos transporta para a qualidade das fotos daquela altura, e para o funcionamento da câmara desse primeiro iPhone.

Depois temos as coisas a pagar, algumas câmaras fotográficas podemos adquirir como compras in-app, ou então simplesmente acedemos à subscrição, a qual nos oferece 7 dias de graça para experimentar, e que nos permite usar todas as câmaras livremente. É de notar que cada câmara tem a sua própria simulação, e que as fotos de cada uma delas diferem bastante como é óbvio, e são perfeitas para situações bem específicas. Vejam aqui em cima um entusiasta a falar das suas câmaras favoritas, e não percam esta fantástica app, que mesmo na sua versão gratuita nos deixa fazer tanto pela fotografia num iPhone.


NOMO - Point and Shoot na App Store

Tamanho: 39.5 MB

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

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Hipstamatic X Analog Camera

Lembram-se da fantástica câmara analógica Hipstamatic? Pois bem, para celebrar o aniversário de 10 anos da app a Hipstamatic LLC lançou ontem a nova Hipstamatic X Analog Camera, especialmente direccionada para os novos fãs da fotografia no iPhone que ainda não tiveram contacto com a antiga app, e que traz consigo um novo modelo de negócio por subscrição.

 
Sempre fui um dos maiores fãs das fotos com estilo analógico da Hipstamatic, já desde o ano de 2010, altura em que foi considerada a melhor app do ano pela Apple. Esta é uma app que me acompanha sempre no meu iPhone, e assim continuará pois a qualidade dos efeitos retro e analógicos são incríveis, assim como a capacidade e versatilidade de alterar lentes, filmes, flashs, etc, etc.

A nova app não foge muito à fórmula clássica, mas traz algumas novidades para aqueles que apenas querem apontar e disparar, sem terem de se preocupar com pós edição, partilhar, etc. A Hipstamatic X traz uma nova câmara EAZY AUTO que dependendo das circunstâncias vai mudando automáticamente de filtro e lente, mudando completamente o aspecto da foto, sem termos de mudar nada para esse efeito. Cada foto é uma surpresa.

Mas como isto é a Hipstamatic, há mais câmaras para adquirir e usar. Há aquelas já bem conhecidas e criadas à medida por fotógrafos profissionais que trazem um look específico a cada foto, há aquelas que podemos criar à mão à nossa medida, com a lente e filme que queremos, com o look da máquina ao nosso gosto, e até podemos adicionar os controlos manuais de zoom, velocidade e flash, e escolher o tamanho do visor de acordo com o tipo de foto que queremos (4:3, 1:1, 16:9, etc).

Se agitarem o iPhone numa das câmaras vão desbloquear uma nova câmara grátis chamada Calrissian (Star Wars?), que também nos dá resultados retro imprevisíveis. Sem ter de pagar qualquer tostão, podemos ter sempre 4 câmaras activas, as quais podemos trocar livremente entre elas, mas para aceder a todo o catálogo de mais de 100 lentes e filmes da Hipstamatic, há que investir numa subscrição mensal, anual, ou para a vida, com a oferta de 1 semana para experimentarem o serviço. Pela qualidade das fotos que conseguimos, e para os fãs das fotos analógicas e retro, não há dúvidas que é algo a pensar seriamente. Para quem já tem a Hipstamatic classic, não se justifica a mudança, mas sempre é mais uma câmara divertida para dar umas voltas. :D


Hipstamatic X Analog Camera na App Store

Tamanho: 313.1 MB

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

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Unbroken Soul

Um jogo de plataformas retro carregado de acção e com um nível de dificuldade acima da média, Unbroken Soul de Oscar Ruiz, está hoje pela primeira vez grátis na App Store, e com certeza que fará as delícias dos fãs destes jogos de hack n' slash.


Um Necromancer chamado Elianof está pronto para destruir a humanidade com os seus monstros e poderes, mas terá de enfrentar o seu derradeiro adversário, Tyrion (não é aquele anão de Game of Thrones), o rei de Alaron, que depois de o ter enfrentado e perdido, voltou ao mundo dos vivos para mais uma tentativa desesperada de salvar o mundo.

O jogo tem muito bom aspecto, com os seus gráficos retro pixelizados, continua a ter um excelente detalhe em tudo o que vemos apesar de tudo. Os níveis são bem desafiantes, e apesar de ser um jogo de plataformas os controlos no ecrã funcionam bastante bem para nos levar onde queremos. Claro que há suporte a joysticks MFi, por isso recomendo que o usem se tiverem, pois melhora muito a jogabilidade.


Tudo neste jogo é bem simples, temos uma área principal, o nosso castelo onde podemos visitar uma série de personagens que nos ajudam a melhorar o nosso armamento e armadura, comprar poções e outros poderes especiais, e até um indivíduo que parece a morte a quem podemos vender almas a troco de dinheiro.

Depois ao avançarmos para a direita no castelo podemos encontrar 9 portas que nos levam directamente para 9 partes diferentes do reino dos mortos, os quais teremos também 9 bosses para eliminar, até chegar finalmente ao terrível Necromancer, que será o mais difícil de derrotar com toda a certeza.

Este é um daqueles jogos em que teremos que repetir uma zona ou outra mais que uma vez para conseguir apanhar mais jóias e almas, para assim voltar ao castelo e melhorar a nossa armadura e armas, e só assim conseguiremos ultrapassar os níveis mais avançados. Lembrem-se que este jogo é bem desafiante, mesmo na dificuldade mais fácil (sim, é posível subir a dificuldade uns 3 níveis para cima, brrr). Boa sorte!


Unbroken Soul na App Store

Tamanho: 39.2 MB



quarta-feira, 14 de agosto de 2019

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GameClub

O iOS e a sua App Store tem pouco mais de uma década, mas já deixou inacessível um vasto número de jogos que não foram acompanhando as actualizações exigidas pelos sucessivos iOS's lançados pela Apple ao longo dos anos. O GameClub é um novo serviço que pretende trazer os melhores jogos retro de volta.


Alguns jogadores veteranos estão habituados a usar emuladores para jogar jogos de consolas e máquinas que hoje em dia são praticamente impossíveis de encontrar, mas não é preciso recuar assim tanto para enfrentar o problema de jogos "desaparecidos no tempo". No iOS, em apenas uma década, fomos observando que foram ficando para trás os jogos e apps que não foram actualizados pelos seus criadores - primeiro com a mudança de resolução dos ecrãs, e mais recentemente com o corte dado a todas as apps de 32 bits.

Com isto desapareceram muitos jogos, gratuitos e pagos, sem que os utilizadores nada pudessem fazer (a não ser manter um iPhone ou iPad desactualizado) - e é precisamente o problema que o GameClub quer resolver. O GameClub quer recuperar os melhores e velhos jogos iOS que ficaram perdidos no passado, e assumir o trabalho de os actualizar para se manterem acessíveis com os requisitos actuais.


Muito provavelmente, da mesma maneira que o Apple Arcade a ser lançado no Outono, ou mesmo a Playond que também tem algo do género, será um serviço que irá assentar em um mensalidade - o que seguramente não irá agradar a todos, especialmente porque continuará a ser algo que apenas se continuará a ter acesso enquanto se pagar, de certa forma contrariando a ideia de que, aquilo que se descarrega ou compra uma vez, deveria ser "nosso" para sempre. No entanto, se a qualidade dos jogos o justificar, como parece ser o caso do Apple Arcade, e até mesmo dos que já estão a ser testados em Beta pelo GameClub, e o preço for bem acessível, pode muito bem ser um caso de sucesso.


Actualização: O serviço vai ser lançado no Outono com mais de 50 jogos, e com a perspectiva do lançamento de um novo jogo todas as semanas. Terá muito provavelmente uma mensalidade próxima da Apple Arcade, que será cerca de 5 dólares, sem publicidade, e com os jogos a poderem ser jogados completamente offline.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

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Prince of Persia : Escape

Se a Nintendo transformou o Super Mario numa versão endless runner em Super Mario Run, porque não haveria a Ketchapp de fazer o mesmo com um clássico dos jogos, o famoso Prince of Persia : Escape, que podem encontrar hoje grátis na App Store.


Este jogo não é exactamente o jogo de plataformas que conheceram em Prince of Persia Classic, mas sim uma versão endless runner, onde apenas temos de tocar no ecrã para saltar sobre obstáculos, saltar de plataforma em plataforma, saltar alternadamente entre paredes, e evitar acabar com o corpo cheio de espinhos ou mesmo cair de um precipício para a morte certa.

O começa bem simples, mas começa a ficar mais desafiante conforme vamos aguentando e ultrapassando nível atrás de nível. A ideia destes jogos é sempre a mesma, memorizar onde estão as armadilhas e o padrão de movimento das armas que nos tiram a vida.

A partir daí é preciso ter um dedo rápido, bons reflexos, e um excelente tempo de reacção. Para quem quer reviver um clássico, é um bom passatempo, e o jogo está simples mas bem conseguido, não fosse da Ketchapp, que produz não sei quantos jogos todos os meses.

Podem visualizar aqui em baixo um vídeo que nos mostra os primeiros 10 minutos de jogo, mas quem já jogou um endless runner de plataformas, já jogou todos. Por isso é instalar, e começar a correr para ajudar o príncipe a escapar deste castelo maldito.


Prince of Persia : Escape na App Store

Tamanho: 125.1 MB




segunda-feira, 23 de abril de 2018

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Evoland 2

O jogo foi lançado no final de Fevereiro, e até agora parece-me que é mesmo o meu jogo favorito do ano de 2018. Estou a falar de Evoland 2 da Playdigious, que a par do filme Ready Player One, que também estreou este ano, nos transporta para uma aventura carregada de nostalgia para quem cresceu nos anos 90, obrigando-nos a experimentar todos os géneros mais conhecidos do mundo dos jogos, desde os clássicos RPGs 8-bit do Gameboy até a espectaculares aventuras gráficas a 32 bits das consolas mais avançadas.


À primeira vista pensamos na Zelda, pois temos muito de RPG clássico para viver aqui, e depois pensamos no Super Mario quando saltamos para um mundo carregado de plataformas, e depois um shooter vertical ou horizontal, e ainda um Beat' Em Up à Double Dragon, ou um Street Fighter, um Bejeweled (ou Puzzle Quest), um RPG com combates por turnos, um jogo de cartas coleccionáveis, um jogo de gestão de tempo onde temos de servir clientes num restaurante, um jogo com puzzles à Professor Layton, um jogo musical de ritmo à Guitar Hero, um Endless runner, um Bomberman, um Megaman, etc, etc.


Acreditem, Evoland 2 é bem capaz de ter mais de 20 horas de jogo à vossa espera, mas como a partir das 8/9 horas de jogo o mundo fica aberto para ser explorado livremente, há mini jogos que podemos repetir as vezes que quisermos, transformando este jogo num verdadeiro 10 em 1. Como podem ver nas imagens aqui em cima, num momento estamos a jogar um clássico RPG de 8 bits, e com um salto no tempo passamos para uma era com mais qualidade a 16 bits e uma banda sonora melhor que chiptune, passando para a era 32 bits onde tudo tem outro aspecto, tanto ao nível sonoro como visual.


O primeiro Evoland serviu como tubo de ensaio para o que viria a ser este Evoland 2, e apesar do primeiro não ter grande história para contar, o mesmo não se pode dizer deste segundo jogo, onde há uma belíssima história para viver, levando-nos a visitar 3 tempos diferentes, os quais acabamos por poder visitar à nossa vontade lá mais para a frente, saltando livremente entre o passado, presente e futuro (dos vídeojogos?)


O nome original do jogo pode explicar um pouco a aventura que temos pela frente, "Evoland 2: A slight case of spacetime continuum disorder", com as viagens no tempo a serem uma grande componente, tanto para nos transportar pela história dos vídeojogos, como para nos manter atentos à narrativa e perceber que alguns eventos que nos são revelados no passado, aparecem mais tarde em situações que reconhecemos tanto no presente como no futuro.


No jogo o nosso herói acorda sem qualquer memória de como foi ali parar, e depressa irá unir esforços com outros personagens para enveredarem nesta grande aventura juntos, e tentarem descobrir o que aconteceu naquela terra, no passado e no futuro, na grande e eterna batalha entre humanos e demónios (os demónios não são necessáriamente os maus da fita).

A primeira vez que vemos uma transição entre estilos e épocas de jogos, esboçamos um sorriso, com um salto em modo tutorial onde nos vão sendo explicados os controlos, e onde de repente se passa do ecrã verde e preto para um ecrã bem colorido e com mais detalhes e sons. Mas depois isto vai acontecendo com mais frequência e com saltos ainda mais espectaculares, onde nos vemos por exemplo a entrar num buraco no chão, e num instante passamos para o interior de uma caverna num clássico jogo de plataformas, ou mesmo um shooter horizontal.


O RPG é a base do jogo, e tudo o resto vai surgindo como mini jogos, apresentando-nos mais um modo de jogo diferente (shooter, beat'em up, cartas, puzzle, combates por turnos, plataformas, etc), sendo que alguns deles são bem extensos e recorrentes, como é o caso dos jogos de plataformas. E não se admirem de perder umas boas horas a combater jogadores atrás de jogadores nos jogos de cartas coleccionáveis até conseguirem obter todas as cartas que estão disponíveis, se forem mínimamente fãs como eu deste tipo de jogo.


Se o jogo tivesse apenas o modo de RPG já valia bem a pena, pois está muito bem conseguido, tanto ao nível de história como de jogabilidade, e mesmo ao nível dos puzzles que têm de ser resolvidos. Mas acrescentando todos os jogos que vamos encontrando no seu interior, e as múltiplas horas de jogo super divertidas que temos pela frente, este é de facto um jogo que irá ser apreciado pelos nostálgicos dos clássicos dos anos 90, assim como toda uma nova geração de jogadores.


Para os mais nostálgicos, podem estar atentos que o jogo está carregado de referências a jogos antigos que marcaram uma geração, o que vou deixar que descubram por vocês próprios, porque não há nada como uma boa surpresa para nos deixar com um sorriso rasgado na cara.

É verdade que há um mini jogo um bocado chato de controlar, que é aquele que nos transporta para o universo Street Fighter, onde queremos executar o famoso Hadouken do Ryu, e da mesma maneira que nas máquinas a maioria das pessoas se via à rasca para o fazer, aqui acontece exactamente o mesmo (se calhar é homenagem a 100%). Mas nada como derrotar o nosso adversário ao murro e pontapé, ou na pior das hipóteses alterar a dificuldade do jogo, que é algo que podemos fazer a qualquer momento.


O jogo permite-nos personalizar a posição dos joysticks para os diversos modos de jogo, mas também permite a utilização de um controlador externo MFi, o que se torna bem útil para alguns modos, como é o caso das aventuras nas plataformas por exemplo.

No fundo só posso recomendar vivamente este jogo pois é simplesmente um trabalho incrível da Playdigious, e deixo-lhes os meus parabéns por criarem algo tão espectacular como este Evoland 2. O jogo já andava por aí nos PCs e Macs há uns 2 anos, mas esta chegada aos telemóveis e tablets é muito bem vinda, e é algo que não podem deixar de experimentar se apreciam minimamente o mundo dos vídeojogos.


Evoland 2 na App Store

Tamanho: 580.3 MB



Evoland 2 - Rating: 5