Numa mistura de clássicos como Bomberman, Pac-Man ou Super Mario, Phil The Pill da Curious Labs, é um jogo com muita personalidade, ao mesmo tempo desafiante com os seus puzzles e extremamente divertido, que podem encontrar hoje grátis na App Store.
No universo dos bichos de conta (ou sapateiro), tudo corria às mil maravilhas, todos viviam felizes, até ao dia que outros insectos bandidos invadiram as suas terras, raptaram a amada do nosso herói e levaram todos os seus tesouros.
Cabe-nos a nós controlar as capacidades extraordinárias de rolar do nosso herói, enquanto avançamos pelo território e labirintos dos insectos bandidos, onde teremos que salvar os nossos amigos, recuperar as moedas de ouro e todos os objectos roubados, e encontrar o amor da nossa vida.
O jogo está muito bem concebido, desde os seus gráficos fantásticos, à jogabilidade, ao humor constante do jogo. A mistura de mecânicas é aqui conseguida de forma brilhante. Por um lado parece o Pac-Man pois andamos por ali a passear no labirinto a "comer" os tesouros e os poderes, ao mesmo tempo destruíndo os insectos maus que nos aparecem à frente.
Por outro lado podemos usar armas para destruir blocos de terra que impedem a nossa passagem (e as nossas mãos), e usar bombas como no clássico Bomberman para destruir blocos mais resistentes como os blocos de pedra. É também um jogo com puzzles e quebra cabeças, pois põe-nos a pensar qual a melhor maneira de avançar no labirinto, porque se usarmos as únicas bombas que temos num local antes de desbloquearmos um outro local que tem uma arma que nos permite destruir blocos de madeira, ficamos presos, e temos de reiniciar o nível.
A mecânica de rolar deslizando com o dedo para mudar de direcção, deslizar com dois dedos para parar de rodar, e tocar com dois dedos para colocar uma bomba no chão, são coisas que aprendemos rapidamente, e nos habituamos com facilidade. Temos de ter atenção que o mau cheiro dos insectos começa a invadir o ecrã, por isso também estamos a jogar contra o tempo, e há que ser rápido a chegar à saída de cada labirinto.
Com muitos níveis e mundos disponíveis para jogar, temos aqui um jogo que até parece incrível estar gratuito na App Store, mas é esse o caso, e quem somos nós para nos queixar. É aproveitar, instalar, e derrotar estes insectos mal cheirosos, que o mundo dos bichos de conta precisa da vossa ajuda.
Primeiro estranha-se, mas depois entranha-se. É o que eu tenho a dizer sobre este Wave Redux de Tom Janson, um jogo Arcade de timing e reflexos com uma banda sonora espectacular, para relaxar ou para dar cabo dos nervos, e que podem encontrar hoje grátis na App Store.
O jogo chega-nos pelas mãos de Tom Janson, o criador de Sneak Master, um jogo que partilhei aqui no início do ano que também considerei muito bem conseguido e desafiante. E estes jogos simples são impressionantes, na medida em que nos podem deixar completamente viciados e a querer fazer jogo atrás de jogo sem parar, para conseguir chegar mais longe, ou conseguir uma pontuação cada vez mais alta.
O objectivo é simples, levar o nosso pequeno triângulo o mais longe possível sem embater em nenhum obstáculo. Há 4 níveis de dificuldade, 2 relaxantes, e 2 para queimar o cérebro e os nossos nervos. A jogabilidade também é diferente, dependendo se estamos nos níveis relaxantes ou nos níveis difíceis.
Se estivermos numa de relaxar, há 2 velocidades diferentes, e para controlar o nosso triângulo que desliza sem parar, apenas temos de manter o dedo no ecrã para que ele corra noutra direcção, e largando ele volta a correr na direcção original. É só isto, e claro, há que apanhar todos os blocos com cruzes e pedras preciosas, e outros blocos especiais que podem pôr o ecrã em constante rotação, que nos vai baralhar por completo as ideias.
Nos modos mais difíceis, também estes têm duas velocidades distintas, mas a jogabilidade muda por completo. Para controlar o movimento do triângulo temos de deslizar o dedo para cima e para baixo no ecrã, sendo que cada movimento corresponde a uma direcção diferente. O stress aqui é que o triângulo é tipo uma minhoca ou cobra, que vai diminuíndo de tamanho, e acaba por se destruir se formos lentos demais. Isto obriga-nos a estar em constante movimento, através de um labirinto cada vez mais curto e stressante.
O jogo é gratuito e é bem generoso no que toca a publicidade, apenas nos pedindo para visualizar um vídeo se quisermos reviver ao perdermos num jogo, ao invés de recomeçar outra vez do início, ou quando jogamos os modos de relax. Não deixem de experimentar o jogo e vão ver como ele é altamente viciante.
Um vírus à solta no espaço que infecta a tripulação a bordo de uma nave, é aquilo que Endurance - space action de Ivan Panasenko, tem para nos oferecer. Um shooter passado no espaço com toques de RPG que podem encontrar grátis na App Store.
Para quem está com um comichãozinho por um jogo Sci-Fi passado no espaço, e gosta de dar tiros, coleccionar novas armas e armaduras, explorar uma nave que mais parece um labirinto, e encontrar muitos monstros pelo caminho, então há muito para jogar neste Endurance - space action.
Há aqui uma história a acompanhar-nos na nossa aventura, e é algo que vamos descobrindo aos poucos enquanto falamos com a tripulação (aquela que não está contaminada pelo vírus, claro). De resto há que abrir todas as caixas e armários que encontrarmos para encontrar armas, medkits, e armaduras, e evitar o fogo inimigo ao máximo que a nossa vida não é infinita.
O ambiente Sci-Fi está muito bem conseguido, apesar do seu estilo pixelizado que está bem na moda (e ainda bem), com uma banda sonora que ajuda bastante ao ambiente de terror no espaço onde ninguém nos consegue ouvir (wink wink). Dá para retirar a publicidade, mas se não se importarem que apareça a meio do jogo, há clips de 5 segundos a aparecer aqui e ali mesmo no meio da acção. Seja como for, há muita carne à volta destes ossos contaminados, portanto, com ou sem publicidade, divirtam-se a explorar este Endurance.
Já não é a primeira vez que o digo aqui, mas de facto, os jogos criados por Kenny Sun são estranhos, mas mesmo espectaculares dentro do seu próprio universo. Desta vez ele surpreendeu-nos com o recém chegado Peak's Edge, que podemos encontrar agora gratuito na App Store.
Como todos os seus jogos, o aspecto pode assustar algumas pessoas à primeira vista, mas se experimentarem qualquer jogo por uns minutos, depressa perceberão a magia, o carinho, e a genialidade por detrás de todas as apps que este senhora toca.
Em Peak's Edge controlamos uma pequena pirâmide que anda por ali a rolar pelo tabuleiro sobre cada um dos seus quatro lados. Como se trata de um roguelike, podem contar com combates, tudo muito básico como por exemplo tocar com uma face da pirâmide num inimigo para o eliminar, e ao ser atacado por um inimigo garantir que estamos com uma armadura nesse lado que receberá o ataque, senão morremos.
Começamos com as 4 faces com uma simples armadura, que aguenta um único ataque, e depois ficamos desprotegidos nessa face, até apanharmos outra armadura no decorrer do jogo. Em cada piso haverá uma ou mais armaduras para recolhermos, e cada uma delas terá uma habilidade diferente que nos permitirá aumentar as nossas chances contra os inimigos que encontramos pela frente.
Como exemplo, temos armaduras que nos permitem destruir paredes, armaduras que roubam as armaduras dos inimigos, armaduras que nos teletransportam para outro local no tabuleiro ao sermos atacados, armaduras que sempre que forem pisadas fazem com que a pirâmide rode de forma aleatória sobre si própria, etc, etc.
Há também certos poderes limitados que vamos ganhando e estão disponíveis na parte inferior do tabuleiro, que nos podem ajudar a voltar um movimento para trás, passar a vez, entre muitos outros que vamos coleccionando. O objectivo é sempre o mesmo, chegar até à saída sem morrer, e tentar chegar o mais longe possível em termos de pisos da masmorra.
O jogo é gratuito, e apenas aparece uma pequena publicidade de 5 segundos de longe a longe, ou quando queremos desbloquear mais UNDO's. Isto não incomoda nada mesmo, mas se acharem que se querem ver livre da publicidade e contribuir para um criador de jogos incríveis como é o Kenny Sun, então é só pagar cerca de três euros, e está feito, o que vale bem a pena, que os seus jogos são muito bem pensados e de grande qualidade.
Hoje é quinta-feira, dia de novas entradas na App Store, e um óptimo dia para quem gosta de relaxar e resolver pequenos puzzles sem grande stress. Estou a falar de Labirintos de Bolso da BombChomp (Pocket Mazes: Path Puzzles em Inglês), um simpático jogo que podemos encontrar hoje grátis na App Store.
Temos uma placa que marca o início, e temos uma placa que marca o final, e apenas temos que desenhar o caminho na relva ligando estes dois locais. Mas estes campos verdejantes têm muitas casas espalhadas pelo terreno, e muito desse terreno é privado e está reservado para a plantação de árvores.
Então, só temos de obeder às regras simples de construção. Não podemos passar estrada por cima e por baixo de casas que tenham a porta em baixo (as casas laranja), e não podemos passar com estradas à direita e à esquerda de casas azuis com a porta e janela colocadas dos lados. Nos níveis mais avançados começarão a surgir outros objectos com as suas próprias regras, como é o caso dos lagos, que não permitem que passem estradas nos quatro pontos nas suas diagonais, mas que permitem que se passe com uma ponte atravessando os mesmos lagos.
Depois teremos que recolher a placa da saída que estará perdida no terreno antes de nos deslocarmos para a saída, e por vezes só aí é que aparecerá a localização da placa da saída. Os puzzles vão ficando cada vez maiores à medida que vamos avançando, e só jogando e ganhando flores é que poderemos desbloquear mais e mais níveis.
São cerca de 500 puzzles para resolver, e há puzzles diários para resolver, com níveis fáceis e níveis difíceis, para agradar a toda a gente. O jogo é gratuito e conta com publicidade aqui e ali, de longe a longe, e com a possibilidade de visualizar vídeos para desbloquear pacotes de níveis. Nada de muito chato, especialmente para um jogo que tem muito bom aspecto, ideal para quem gosta de resolver puzzles sem grande stress.
Nos últimos tempos têm aparecido uma série de jogos do género Roguelike e Dungeon Crawler, que quando nos deparamos com um novo jogo deste tipo à nossa frente, temos mesmo de perceber se há algo diferente que mereça a atenção. É esse o caso com este Rogue Grinders - Roguelike de Dmitry Ulitin, um jogo gratuito que traz algumas mecânicas bem interessantes e é daqueles que é só abrir e começar a jogar.
Gosto de um jogo em que começamos logo a jogar, sem grandes explicações e tutoriais. Neste Rogue Grinders, em dois pequenos passos ficamos logo a perceber como tudo se processa, e podemos avançar para a exploração da masmorra. Já não tínhamos grandes dúvidas à partida, especialmente para quem está habituado a este tipo de jogos, mas fica o toque para qualquer iniciante que nunca tenha experimentado um jogo como este.
Começamos com um herói que parece um pássaro, uma espécie de tucano ou assim, e partimos à aventura sala atrás de sala, numa masmorra enorme, mas que se apresenta sempre aos bocadinhos com salas de um tamanho bem diminuto, o que nos permite fazer jogos curtinhos se assim quisermos.
Armados com apenas um pau, depressa percebemos que temos de encontrar armas e poções para conseguir avançar alguma coisa nesta masmorra. Em baixo temos ao centro a nossa arma, bastando tocar no botão para a usar (ou deslizar o nosso herói em direcção aos inimigos ou objectos a destruir), e dos lados os dois items que podemos levar connosco, que podem ser armas de atirar, comida ou poções mágicas.
É essencial encontrar armas e poções mágicas, pois sem isso não conseguiremos sobreviver por muito tempo. Mas as armas que podemos utilizar tem uma mecânica bem interessante, pois cada arma tem um tipo de ataque diferente. Algumas conseguem atacar umas duas casas à frente, outras conseguem atacar todas as casas à volta do nosso herói, etc, o que nos obriga a pensar bem na estratégia de ataque e a abordagem ao inimigo.
Há heróis para desbloquear, o que obriga a jogar bastante até conseguirmos todos os items para poder finalmente jogar com eles, e cada um deles traz consigo poderes bem diferentes. O nosso herói pássaro inicial põe um ovo de vez em quando, que ao ser destruído pela nossa arma, revela uma moeda de ouro. As moedas de ouro são essenciais para comprar armas e poções ao comerciante que encontramos de vez em quando.
Há salas na masmorra que nos obrigam a resolver uma espécie de puzzle, como por exemplo o do rato que fica a bloquear o caminho de uma arca com tesouros, a não ser que lhe levemos o queijo até ele para o comer e sair da frente. Outras salas têm um monstro especial que faz de chefão, com ataques que mudam a cada turno, e que são complicados de derrubar, obrigando a alguma estratégia bem pensada da nossa parte.
Estamos perante um jogo retro com um aspecto gráfico em pixel art, altamente viciante, que pode ser jogado aos bocadinhos quando não temos muito tempo, ou por horas se assim o quisermos. Como qualquer roguelike há que jogar bastante para desbloquear novas armas e poções que começam a aparecer nas próximas aventuras mais lá para a frente.
É um jogo grátis, mas conta com publicidade que podemos visualizar de forma opcional, sempre que quisermos adquirir um item aleatório, ou reviver o nosso herói. Para o mencionar aqui, é porque estamos perante mais um belíssimo jogo deste género, que recomendo a todos os fãs e não só.
Ao jogar o belíssimo Card Crawl fiquei fascinado com o seu criador, Arnold Rauers, e não é de admirar que os seus jogos tenham todos grande qualidade, incluíndo o mais recente Maze Machina, um jogo de estratégia por turnos onde temos de sobreviver com um ratinho num labirinto mortífero.
Neste jogo vestimos a pele de um pequeno ratinho que é enfiado numa máquina, uma espécie de labirinto, que vem carregado de robôs programados para nos destruir, criados por Automatron, um robô altamente inteligente. Cabe-nos a nós encontrar a chave e chegar com ela à saída, abrindo a porta que nos leva para a próxima sala do labirinto.
A ideia é conseguir ultrapassar as 15 salas do labirinto com vida, o que não é tarefa fácil, primeiro porque os robôs estão a tentar destruir-nos, e porque a energia do ratinho vai-se esgotando com cada movimento que fazemos. Para ajudar com isto temos um pequeno queijinho que aparece de 3 em 3 salas, que devemos apanhar a todo o custo para recuperar as forças do ratinho.
A mecânica do jogo é bem interessante, e é inspirada no fantástico Threes! e nos jogos que se lhe seguiram estilo 2048, onde ao deslizar com o dedo no ecrã numa das 4 direcções dos pontos cardeais, tudo se move nessa mesma direcção uma casa (o ratinho, os robôs, a chave, as bombas, etc).
Com 4 ou 5 robôs presentes no pequeno tabuleiro com 4x4 casas, é fácil perceber que seria muito difícil chegar à chave e à saída sem ter um encontro mortífero com uma destas máquinas. E é aqui que entra a estratégia no jogo, pois cada casa tem uma habilidade que podemos usar, como por exemplo se estivermos numa casa com uma espada, e nos movermos na direcção de um robô que se encontre ao nosso lado, o ratinho destrói o robô com essa espada.
O problema é que os robôs também usam essas habilidades a seu favor e contra nós. Mas o jogo arranca em modo de tutorial, e ao longo de 20 níveis vai-nos apresentando uma nova habilidade, permitindo-nos experimentá-la, para perceber como funciona cada uma delas (a qualquer momento podemos tocar numa casa durante 1 segundo para visualizar qual a habilidade e qual a sua função).
São muitas as habilidades, e passam por coisas como lanças, que atacam 2 robôs em simultâneo que estejam à nossa frente, ou uma luva que atira um robô para uma casa bem longe de nós, um raio eléctrico que destrói aleatóriamente aquilo que esteja numa qualquer casa, e por aí fora.
Temos também vários modos de jogo, o que é muito bem vindo, apesar de que se tivesse apenas o modo principal do jogo já estaríamos muito bem servidos, tendo em conta o carácter aleatório dos níveis presentes no jogo. Este modo principal leva-nos a atravessar 15 salas, com o queijinho a aparecer de 3 em 3 salas, e onde morremos se acabar a energia do ratinho, ou se formos destruídos por algum robô ou armadilha.
Mas depois temos um modo onde a energia não faz qualquer diferença, estando apenas limitados a 250 jogadas, ideal para experimentar estratégias e habilidades. Há também um modo Draft onde as regras são mudadas de x em x salas, e há até um desafio diário, que podemos apenas fazer uma única vez, e no qual tentaremos conseguir uma melhor pontuação que outros jogadores espalhados por esse mundo fora.
Com um ambiente misterioso e uma banda sonora a condizer, os sons mecânicos estão impecáveis, e os próprios gráficos têm grande detalhe, sendo possível ver o reflexo do ratinho e robôs no vidro desta máquina infernal. Para quem quiser poupar bateria, é só dar um salto às definições que existe um modo gráfico menos intensivo. Este é um jogo difícil de pousar, e no qual podemos fazer jogos rápidos de 5 a 10 minutos se assim o quisermos. Um dos melhores jogos de estratégia de 2020 com toda a certeza.
As saudades do jogo Kororinpa são imensas, e não me lembro de alguma vez ter encontrado algum jogo para iOS que fosse tão divertido como este antigo jogo da Wii. Ainda não é desta, mas este Marbloid da Supyrb, é um jogo absolutamente louco e divertido que me leva lá bem perto, àquele sentimento de satisfação plena, e que podemos encontar hoje grátis na App Store.
Com uma banda sonora impressionante, e uns cenários tresloucados com estátuas de bronze da antiga Grécia, companhias de software dos anos 90, hologramas e golfinhos, estes ambientes parecem saídos de uma grande trip de ácidos e cogumelos mágicos.
O nosso objectivo é avançar com um pequeno berlinde através de caminhos sinuosos e extremamente perigosos, pois a qualquer momento podemos cair num precipício sem fim, e ir completando as missões que nos são entregues no início de cada corrida.
Apanhar um determinado número de emojis, dar não sei quantos saltos sobre o precipício (de uma plataforma para outra), virar não sei quantas vezes à esquerda, sair no buraco nº 4, apanhar poderes especiais, encontrar um portal de teletransporte, etc, etc.
É interessante que as várias mecânicas do jogo vão sendo desbloqueadas à medida que vamos subindo de nível. O que ajuda na curva de aprendizagem, que não é muito difícil, mas que desta forma fica tudo bem mais simples, começando com missões simpáticas, e depois começando a pedir cada vez mais do jogador.
Este não é um daqueles jogos em que controlamos livremente o berlinde, pois é mais um jogo do estilo Runner, onde temos o berlinde em constante movimento e temos de controlar a sua direcção inclinando o iPhone para os lados, e tocar no ecrã para saltar. É possível mudar os controlos nas definições, passando a usar botões, o que pode dar jeito se estivermos em movimento num carro ou transporte público.
Há poderes para desbloquear, como um íman que puxa para nós os emojis que estiverem próximos, e também podemos ganhar novos berlindes assim que chegarmos a níveis mais altos. A banda sonora é essencial e traz grande personalidade para o jogo, por isso headphones são obrigatórios para apreciar este jogo como deve ser. Extremamente divertido e viciante, aproveitem para o agarrar hoje enquanto está grátis na App Store.
Desde que foi lançada a App Store e com os primeiros iPhones 3G, jogos com uma esfera de metal e um labirinto para atravessar faziam o maior dos sucessos. Pegar nessa esfera, colocá-la sobre uma masmorra desenhada num papel quadriculado e transformar isto tudo num jogo RPG é aquilo que podemos ver neste Graph Paper Dungeon de Jesse Spiro, que podemos encontrar grátis na App Store.
De uma simplicidade incrível (já devem ter reparado que o jogo é desenhado à mão sobre papel quadriculado), não conseguia imaginar que algo assim tão simples poderia ser tão divertido como é o caso deste Graph Paper Dungeon.
Neste jogo controlamos uma pequena esfera de metal, inclinando o iPhone na horizontal para mover o nosso herói através de uma masmorra carregada de perigos e também muitos tesouros. O clássico RPG portanto, onde tudo o que interessa é a ganância e ser um herói ou um parvo, tudo depende das capacidades e coragem de cada um.
Para quem aprecia este tipo de jogos com labirintos e esferas de metal, só o facto de controlar a esfera usando o acelerómetro do iPhone poderia ser já o suficiente para ter uma rica experiência com o jogo, mas trazendo-o para o mundo dos RPGs é qualquer coisa de espectacular.
Primeiro porque há monstros que nos querem mal nesta grande masmorra, armadilhas e todo o tipo de perigos, mas mais importante que isto tudo é o facto de haver pequenos puzzles para resolver. Há que encontrar chaves levá-las até às respectivas fechaduras (e isto envolve a física e alguma destreza e mão fime da nossa parte), anéis mágicos e esferas coloridas que revelam caminhos e armadilhas que estavam préviamente escondidos.
E até passagens debaixo de água temos, onde percebemos que o nosso herói, a nossa pequena esfera, também precisa de oxigénio para sobreviver. Tudo muito minimalista, tanto no aspecto gráfico como nas animações, é muito divertido ver a nossa esfera ferida a esvaír-se em "sangue" com a tinta a borratar o papel, ou a morrer asfixiada com as últimas bolhas de ar a saírem do seu interior.
A mecânica de jogo é muito interessante, com a nossa esfera a manipular fechaduras com chaves, ou então a segurar nos fechos bastando colocá-la nos respectivos locais redondinhos feitos à medida para o tamanho da esfera. Não há portanto mais botões, apenas temos de inclinar o iPhone e levar a esfera para os locais onde pode activar mecanismos, inclusive para fazer compras numa loja que nos vende poções mágicas.
O criador do jogo tem vindo a trazer mais níveis para esta masmorra, o que é bem vindo, e continua a prometer que mais virão, mas que pode ser algo demorado, pois é apenas ele sozinho a programar isto tudo, no pouco tempo livre que vai arranjando. Como conceito, brilhante, com uma jogabilidade bem interessante que nos deixa agarrados e a querer terminar o jogo de uma assentada, Graph Paper Dungeon é um jogo que recomendo vivamente a toda a gente.
Um novo jogo gratuito que acabou de aterrar na App Store foi este Bloop Islands da Bloop Games, um quebra cabeças passado num labirinto onde controlamos uma pequena criatura em forma de bola na sua procura por frutas, atravessando 6 mundos completamente diferentes.
A mecânica do jogo é familiar e já foi bem explorada em jogos como Bring Me Cakes com o capuchinho vermelho, Friday the 13th: Killer Puzzle ou Slayaway Camp, onde cada movimento que fazemos com a pequena bola, leva-a a atravessar o caminho todo nessa mesma direcção até bater num obstáculo, ou numa parede, ou numa armadilha (que não é nada saudável).
Não há limite de movimentos, apenas temos de pensar antecipadamente qual o melhor caminho para chegar à saída sem perder a nossa vida numa armadilha. Há que ter um bom timing para não ser esmagado por uma bola de picos ou uma bala de um canhão, tudo armadilhas e perigos que aparecem eventualmente espalhados pelas várias ilhas que vamos visitar.
O verdadeiro desafio é conseguir chegar ao final (uma pequena bandeira que assinala a meta e fim do nível) apanhando todas as frutas que estão disponíveis nessa ilha, o que nos leva a ter que repetir por vezes um nível, pois ficamos sem maneira de voltar atrás por causa das várias armadilhas que estão espalhadas por todo o lado.
A mecânica do jogo (e os puzzles) vai-se complicando com a introdução de novos elementos como caixas pegajosas que nos prendem os movimentos, ou mesmo caixas que temos de arrastar para desbloquear o nosso caminho (tipo o clássico sokoban), ou bloquear o caminho de inimigos, ou até para ajudar a posicionar o nosso herói num caminho que parecia até aí impossível.
O jogo tem muita pinta, com uns gráficos 3D bem porreiros, uma jogabilidade e controlos espectaculares, e com direito a efeitos sonoros onde se ouvem as ondas do mar e até uma banda sonora a condizer. Como jogo grátis estamos muito bem servidos, apenas tendo de visualizar pequenos anúncios que podemos mandar embora ao fim de 5 segundos. Isto se não quiserem eliminar a publicidade através de uma compra in-app, que não me parece de todo necessário.
O criador Sam Hardy anda já há algum tempo a experimentar com os seus vários jogos de labirintos entre outros, e parece que a fórmula tem vindo a ficar afinada, como se pode ver pelo seu mais recente Swipey Maze, um jogo onde temos de encontrar a saída de um labirinto que podemos encontrar hoje grátis na App Store.
Então é assim, cada jogo começa com a bola imediatamente em movimento, e cabe-nos a nós mudar a sua direcção para fazê-la chegar à saída. Alguns problemas com que nos deparamos na nossa viagem é o facto de não podermos deixar a bola bater nas paredes, e há que encontrar a chave para abrir a porta da saída do labirinto.
Portanto, para além de termos de resolver o labirinto antecipadamente na nossa cabeça, para vermos qual o caminho que temos de fazer, há que procurar e apanhar as estrelas, encontrar e apanhar a chave que abre a porta da saída, e depois navegar até à saída para passar ao próximo labirinto.
Com o avançar dos níveis, os labirintos começam a ficar cada vez maiores e mais complexos, obrigando-nos a navegar durante mais tempo naqueles corredores apertadinhos, levando-nos a errar com maior facilidade. No entanto, vamos também ganhando mais prática no controlo da bola.
A direcção da bola pode ser controlada com um simples deslizar do dedo no ecrã do iPhone, para cima, baixo, esquerda ou direita. Os controlos respondem muito bem, e há uma pequena vibração háptica sempre que apanhamos uma chave ou estrela, que me parece ser um tipo de feedback obrigatório na maioria dos jogos que se fazem hoje em dia. O jogo é gratuito por isso aproveitem bem o fim de semana para resolver todos os labirintos que conseguirem nos próximos dois dias.
Há um jogo incrível com bolhas que toda a gente devia experimentar no seu iPhone, e depois há este cirquest de Mikkel Christiansen, que também conta com bolhas e é divertido à sua própria maneira com a sua mecânica peculiar, e que podem encontrar hoje grátis na App Store.
Em cirquest, um jogo que controlamos inclinando o iPhone como nos clássicos jogos de labirinto onde temos de controlar o movimento de uma esfera de metal, temos de levar um pequeno círculo colorido a coleccionar uns "diamantes" brilhantes sob a forma de várias figuras geométricas.
Como jogo estilo labirinto onde temos de evitar bater contra as bolhas que são de cor diferente da nossa, é um daqueles que nos vai obrigar a ter uma mão bem estável, uma grande concentração, e uns nervos de aço. E depois há a porcaria dos bichos de cor escura, que se atravessam no nosso caminho, e vêm até atrás de nós, como é o caso dumas minhocas gigantes que não nos largam.
Como se o jogo já não fosse stressante que chegue, com o evitar bater nas bolhas e ainda ter de fugir das criaturas negras, há mais um twist cerebral, que é a possibilidade de mudar a cor da nossa esfera, o que nos permite atravessar através de bolhas que tenham a mesma cor que nós.
Dos dois lados do ecrã temos acesso a uns botões coloridos que fazem a nossa esfera mudar para essa cor, mudando por completo o fundo do ecrã, para perceber mais facilmente quais as bolhas que podemos atravessar a cada momento. Isto pode ser essencial para escapar a um bicho e chegar mais rapidamente a uma pedra preciosa, mas tentem jogar sem mudar de cor, procurando sempre novos caminhos, e depois falamos.
O jogo é grátis, tem níveis gerados sempre de forma aleatória, não havendo a possibilidade de fazer dois jogos iguais, e conta ainda com um modo multijogador no mesmo iPhone até 4 jogadores, onde cada um controlará um botão colorido no seu canto do ecrã, podendo ajudar ou estragar por completo o jogo de quem estiver a controlar o movimento e inclinação do iPhone. É uma coisa muito marada, que só mesmo experimentando. Boa sorte!
No que toca a jogos do tipo Labirinto, aqueles que nos põem a inclinar o iPhone para controlar uma bola estilo o jogo Kororinpa da Wii são os meus favoritos. Um belíssimo exemplo deste tipo de jogo é este Tiltagon Turbo da Kiemura Oy, um belíssimo jogo que foi actualizado para o iOS 11 para ficar compatível com todos os iPhones actuais, e que podem encontrar grátis na App Store.
Para quem gosta de corridas, estes senhores são os criadores de Hovercrash, um jogo que já falei aqui antes no Apps do iPhone, que mostra bem a qualidade do seu trabalho. Mas é um facto que este Tiltagon Turbo é um projecto muito bem sucedido, com a sua jogabilidade excelente, uma banda sonora electrónica sempre a abrir, e dois modos de jogo por níveis e arcade para agradar a toda a gente.
No modo de níveis temos de levar a pequena esfera de plataforma em plataforma até chegar à última plataforma e à pedra preciosa que nos espera no final. Temos de inclinar o iPhone (ou usar o joystick virtual no ecrã) para controlar o movimento da esfera, que obedece às leis da física. Convém ser rápido, pois as plataformas começam a desaparecer, o que nos leva a cair no limbo e perder o jogo.
Para além das plataformas sobre as quais temos de passar começarem a desaparecer, também temos uma série de perigos para nos deixar com a pulsação mais acelerada (para além da música, claro). Há plataformas que se movem, servindo de ponte apenas por breves momentos, há objectos que nos atiram para fora das plataformas se não tivermos cuidado, plataformas que aparecem e desaparecem, etc, etc.
O jogo é apresentado em 3D e a meu ver está muito bem conseguido, mostrando-nos por vezes partes do nível que se atravessam à frente dos nossos olhos, onde podemos ver a esfera a passar por baixo de outras plataformas mais elevadas que se encontram mais perto dos nossos olhos, etc.
No modo Arcade, ou modo infinito, podemos jogar sem parar, isto se conseguirmos aguentar ficar vivos o tempo suficiente, pois aqui as plataformas desaparecem a um ritmo bem mais acelerado. Ainda podemos optar por jogar com o iPhone na vertical ou horizontal, mais uma vez para agradar a todos os gostos, e o que dá muito jeito dependendo do lugar onde estivermos a jogar. Aproveitem esta bela promoção, que para um jogo gratuito sem publicidade, estamos muito bem servidos com os seus 18 níveis e modo infinito.
Tenho alguns jogos clássicos em casa onde temos de demonstrar grande destreza para conseguir colocar esferas de metal em determinados locais, ou mesmo atravessar um labirinto sem que as bolas caiam num buraco. The Original Mobile Games do The Strong Museum, deixa-nos dar um salto no tempo e ver a história por detrás de alguns destes jogos clássicos e mesmo a possibilidade de jogá-los num iPhone ou iPad, algo que acreditem ou não, continua a ser altamente divertido e viciante.
No que toca a estes jogos clássicos, os labirintos de madeira com as suas esferas de metal foram dos primeiros jogos a serem lançados para o iPhone em 2009, e mais recentemente fez-me lembrar uma versão bem mais avançada dos labirintos, o belíssimo jogo Glopy.
Aqui, em The Original Mobile Games temos imensos jogos clássicos para experimentar, com 6 dos principais e mais conhecidos disponíveis para jogar livremente, e depois umas dezenas deles distribuídos por diversos packs temáticos, por detrás de uma compra in-app (cerca de 2 euros e tal para desbloqueá-los todos).
Esta iniciativa do The Strong Museum é muito interessante, e como não podemos ir a Nova Iorque e visitar o verdadeiro museu onde estão todos estes jogos e muito mais para toda a gente poder experimentar e aprender sobre a história dos jogos, aproveitamos este belíssimo pacote de jogos carregado de informações detalhadas sobre os mesmos, e a oportunidade de jogar com réplicas exactas dos jogos reais.
Poder jogar estes jogos, demonstrando a nossa destreza, é algo que por si só é muito bem vindo, mas para quem se interessa pela história, e do porquê da criação da maioria destes jogos, para lá do jogo temos toda esta informação disponível, inclusive alguns segredos como é o caso do jogo The Niagara Puzzle, que tinha algumas peças especiais escondidas (como uma bússola e peças metálicas) para que os prisioneiros de guerra pudessem tentar fugir do cativeiro quando recebessem estes mini joguinhos no correio.
Para alguns a nostalgia será forte, mas para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de experimentar estes joguinhos antigos, têm aqui a oportunidade de experimentar 6 dos jogos mais conhecidos (não variavam muito entre si na mecânica usada) para verem se têm mão firme ou não, ou mesmo todos os jogos se quiserem investir e contribuir para um museu muito importante que nos conta a história dos jogos, como é o caso deste The Strong National Museum of Play.
Mais um para a secção de jogos para queimar tempo. Uma torre que é uma espécie de labirinto, a qual temos de mover para fazer chegar ao fundo uma pequena bola colorida. Estou a falar de Helix Jump da Voodoo, um jogo gratuito altamente viciante que conta com alguma publicidade entre tentativas.
Vamos já tirar isto do caminho, o jogo é grátis e portanto há publicidade a surgir a cada 2ª ou 3ª tentativa que fazemos. A publicidade é curta, menos de 5 segundos e pode ser evitada carregando de imediato na cruz que aparece nos cantos do ecrã. A maneira mais fácil, se gostarem do jogo, é mesmo pagar pela compra in-app para libertar o jogo de qualquer publicidade, mas isto vai da vontade e paciência de cada um.
Dos criadores do fantástico Paper.io que já mencionei aqui no Apps do iPhone, Helix Jump é um daqueles jogos que abrimos para queimar uns minutinhos livres. É um jogo que implica concentração, paciência e alguns reflexos, pois temos de manobrar uma torre de um lado para o outro, de maneira a que a bola colorida que se encontra no topo consiga passar pelos espaços nas plataformas, até chegar ao fundo da torre.
Cada torre é um nível, e podemos ir avançando livremente de nível para nível, com todo o tempo do mundo, sempre que abrimos o jogo passando mais um ou dois níveis, e ver até onde conseguimos chegar. A dificuldade vai aumentando, no sentido em que as plataformas começam a ficar pintadas com uma cor que destrói a nossa bola se cairmos nessa tinta contrária à nossa.
As plataformas também ganham vida, e começam a mudar de tamanho, e a moverem-se, o que dificulta um pouco mais a nossa tarefa de chegar ao fundo. Há um certo incentivo para tentarmos atravessar de uma só vez por mais de 3 plataformas, pois a bola ganha grande velocidade, e destrói qualquer plataforma onde embata depois disso (mesmo que tenha a tal cor perigosa aí pintada). Mas ao ganhar velocidade também corremos o risco de nos enganarmos mais fácilmente e caírmos no erro de cair em cima da cor que nos destrói.
Para quem tiver um iPhone com feedback háptico, é muito satisfatório sentir os toques da bola saltitante sempre que dá um pulo nas plataformas. Isto ajuda a manter-nos agarrados ao jogo por mais tempo, e querer chegar cada vez mais longe no número de níveis. Podem ver aqui em baixo um vídeo que nos mostra um dos níveis em acção, para perceberem do que estamos a falar.
Há jogos que pela sua simplicidade nos deixam de pé atrás, mas não é o caso deste PixelMaze de Juhapekka Piiroinen, que ao fim de alguns níveis começamos a notar a sua complexidade, e o grande nível dos puzzles que temos de resolver. Podemos encontrá-lo hoje grátis na App Store.
Com um aspecto bem simples, e o nome diz tudo, "labirinto de pixeis", começamos sem quaisquer instruções, e nos primeiros níveis percebemos intuitivamente aquilo que temos de fazer. É também esta parte inicial que assusta, levando-nos a pensar que o jogo é simples demais.
Mas depressa percebemos que não temos apenas de mover o nosso pequeno cubo através de um labirinto e apanhar todas as "moedas" para desbloquear a saída. Há aqui uma mecânica bem interessante por detrás disto tudo.
O labirinto tem armadilhas, representadas a preto, que devemos evitar se não queremos reiniciar o nível. Depois vemos que há blocos que podemos empurrar, ao estilo Sokoban, que podemos lançar para cima das armadilhas, e assim passar por cima delas para chegar a zonas que não podíamos alcançar antes.
E há chaves que temos de encontrar para abrir portas, e interruptores, e tapetes que apenas nos deixam caminhar numa direcção, e teletransportadores, e inimigos. E de repente ficamos bloqueados, e não percebemos o que fazer. E começamos a experimentar, colocamos dois dedos no ecrã e o cubo desfaz-se em dois mais pequenos, e abre-se uma passagem. Dois, três, quatro, cinco dedos em simultâneo no ecrã podem-nos abrir caminhos e levar-nos a atravessar passagens bem pequeninas.
Temos 37 níveis bem desafiantes para resolver num modo 2D, e um modo infinito 3D onde temos labirintos infinitos para resolver, em que a paisagem é constituída por prédios 3D gigantes que nos bloqueiam a visão, e teremos mesmo que navegar por todos os corredores do labirinto para descobrir onde se encontra a saída.
PixelMaze é um jogo que respira Arcade por todos os poros, tanto pelo seu aspecto gráfico como banda sonora e efeitos de som. Aproveitem para o agarrar enquanto está gratuito na App Store, e não o julguem pelo seu aspecto inicial, pois temos aqui um jogo bem divertido e desafiante.
Aqueles jogos de madeira com labirintos onde temos de levar pequenas esferas de metal até aos respectivos buracos continuam a ser dos meus favoritos, e agora acabou de aparecer na App Store um jogo que eleva isto tudo para um nível nunca antes visto. Trata-se de Glopy da Hayrullah Emre KalafatGunes, e não temos apenas um jogo de madeira para resolver, mas sim 24 puzzles delirantes.
Tenho em casa alguns destes jogos de madeira antigos, onde é preciso muita paciência e destreza para resolver os puzzles. Aqueles onde temos de colocar as pequenas esferas nos buraquinhos são especialmente frustrantes e desafiantes, mas quando conseguimos ter tudo no seu respectivo lugar ficamos bem satisfeitos.
Este Glopy põe-nos à frente no seu primeiro puzzle uma pequena bola de madeira, com caminhos escavados na sua superfície, e uma pequena esfera colorida que temos de fazer chegar ao buraco com a mesma cor. O primeiro puzzle é muito simples, e apenas para demonstrar como tudo funciona, e até para praticarmos como mover a bola em todas as direcções.
Estas bolas têm partes móveis, que ao serem rodadas nos permitem estabelecer um caminho viável para a esfera atravessar até chegar ao buraco da sua cor respectiva. Quando todas as bolas tiverem saído pelos seus buracos, passamos para o próximo puzzle, para a próxima bola.
Os primeiros 5 puzzles vamos concluí-los em tempo recorde, mas num instante percebemos que cada bola que vem a seguir introduz algo novo para nos vai dificultar a vida, o que vai fazer com que demoremos bem mais tempo a chegar ao final. Passamos a ter caminhos mais complexos para atravessar, alavancas que bloqueiam as partes móveis da bola, caminhos com tinta que mudam a cor das esferas, etc, etc.
Quando começamos a ter esferas que não têm um buraco com a sua cor, sabemos que temos de levá-las por um caminho que tenha tinta para mudar a sua cor, mas com 4 ou 5 esferas a passearem livres na bola, temos de pensar muito bem nos nossos movimentos para não fazer asneiras. Porque se uma esfera calhar de cair num buraco que não é da sua cor, perdemos o jogo, e temos de recomeçar esse puzzle do início.
Para controlar esta bola gigante, apenas temos de deslizar com o dedo (ou dedos) abaixo do puzzle para a poder girar em todas as direcções, e tocar directamente nas partes móveis da bola para as mover e assim orientar os caminhos para as esferas atravessarem. É de salientar que as pequenas esferas obedecem à gravidade, portanto se inclinarmos o iPhone, estas movem-se em conformidade na direcção da inclinação (como nos jogos de labirintos).
Com uma banda sonora bem simpática e um visual incrível, que parece mesmo que temos um destes puzzles de madeira à nossa frente na mão, este é um jogo obrigatório para quem aprecia resolver puzzles onde é precisa muita destreza, concentração e paciência. Puzzles inspirados em objectos reais, mas com mecânicas que não seriam possíveis num verdadeiro puzzle deste género.
Os gráficos 3D do jogo são incríveis, mas é possível reduzir a qualidade gráfica e desligar a música, se quisermos poupar um pouco a bateria do iPhone, o que por vezes pode dar jeito se estivermos longe de um carregador. Compatível com o ecrã fantástico do iPhone X, este jogo de 2€ é fantástico e recomendo vivamente aos fãs do género.
Aqui está mais um jogo gratuito muito bem pensado e concebido para milhares de jogadores que gostam de explorar masmorras e resolver puzzles ao mesmo tempo. Estou a falar de Maze Bandit de Tomasz Lewandowski, um jogo onde há mesmo muitas coisas para fazer.
Dita a história que um feiticeiro terrível raptou e adormeceu todas as princesas de todos os reinos. Eis que aparecem em cena os bandidos que estão espalhados por todas as terras. Nós, mais um bandido, pois claro, teremos que explorar as várias masmorras e labirintos à procura de tesouro e das princesas adormecidas.
Temos aqui 90 masmorras para vencer, em 6 reinos diferentes, onde poderemos encontrar ou não princesas. A ideia é evitar as armadilhas, mover os caixotes e outros objectos para desimpedir o caminho, apanhar o ouro, encontrar a chave da saída da masmorra, e finalmente, sair.
No final poderemos abrir uma de 3 portas, onde por detrás de uma delas se encontra uma princesa, que poderemos depois acordar passado algum tempo, para ser brindados com um beijinho e um presente.
Este presente pode ser uma peça de vestuário para colocar no nosso bandido, mais ouro, ou um objecto para colocar na nossa masmorra. Sim, para além de termos um castelo que podemos melhorar inúmeras vezes, podemos também construir a nossa própria masmorra carregada de puzzles para outros bandidos resolverem.
É aqui que o jogo ganha outro ânimo, porque para além dos 90 desafios que temos para resolver, podemos atacar as masmorras criadas por outros bandidos, o que nos garante um sem número de labirintos para explorar e muito dinheiro extra para ganhar.
Ao mesmo tempo, podemos ir ganhando mais ouro e adquirir objectos para ir melhorando a nossa masmorra, tornando-a cada vez mais desafiante e complicada de ser ultrapassada por qualquer bandido. É de notar que depois de construída a masmorra, temos de a concluir com sucesso 2 vezes, para que não apareçam masmorras impossíveis de ser resolvidas.
Podemos portanto atacar milhares de masmorras de outros jogadores, resolver puzzles bem complexos, alguns autênticos Sokoban, com acesso a portais, caixotes com rodinhas que deslizam até ao primeiro obstáculo que encontram, caixotes de metal que não se destroem com as armadilhas, interruptores, etc, etc.
Temos aqui um jogo espectacular, com uma grande qualidade gráfica e muito bem pensado para durar muito tempo nos nossos iPhones. Ser multijogador é muito bom, especialmente porque podemos visualizar os outros bandidos a tentar resolver a nossa masmorra, o que nos estimula a querer melhorá-la (ou piorá-la, depende da perspectiva).
Vejam aqui em baixo a trailer do jogo e passem já pela App Store que o jogo é grátis e está à espera das vossas criações. Já sabem que é possível comprar coisas através de compras in-app, e visualizar vídeos publicitários para ganhar bónus em ouro ou para ganhar vidas extra.
Hoje temos um jogo de labirinto bem fora do comum. Normalmente temos de levar uma esfera de metal até ao buraco da saída, mas neste aqui há que fundir dois pequenos cubos coloridos. O jogo chama-se Minimal Maze de alper iskender, e está hoje grátis na App Store.
Quebra Cabeças e Puzzles são dos meus géneros de jogo favoritos, porque nos ajudam a manter as ideias frescas, e não há dúvidas que o cérebro precisa de ir ao ginásio o máximo de vezes que conseguirmos por dia.
Este magnífico labirinto vai-nos deixar com a cabeça a andar à roda, literalmente. Para movermos os cubos do seu lugar, até se encontrarem finalmente, temos de rodar o labirinto inteiro. E como este labirinto obedece às leis da gravidade, os cubos lá vão andando encostados às paredes, passando pelas passagens que vão surgindo quando rodamos todo o tabuleiro.
Primeiro, é tudo muito simples, procuramos o caminho certo, e lá vamos rodando até os dois cubos entrarem em contacto um com o outro. Mas depressa percebemos que há que complicar a fórmula, e portanto passamos a ter passagens que se abrem apenas quando encontramos determinadas chaves, ou então temos que navegar com muito cuidado pois as paredes do labirinto começam a ter umas belíssimas e afiadas serras em movimento, etc.
Com uma banda sonora bem interessante a acompanhar a aventura, temos aqui um jogo onde até as regras da física se vão alterando, com a gravidade invertida, ou mesmo como se estivessemos na lua, onde os nossos cubos perdem quase todo o seu peso, ficando a flutuar no interior do labirinto. Há que puxar pela cabeça e há que ter boa destreza, é uma boa mistura para um jogo muito bem concebido.