Qual é o valor que damos às coisas? Uma experiência onde a simplicidade é o objectivo a atingir, Empty. de Maksym Dzitsiuk, é um bonito jogo minimalista que nos põe a resolver puzzles onde temos que nos libertar dos objectos do dia a dia, e aprender a viver com isso.
Uma experiência zen, com puzzles minimalistas, onde não há limite no número de movimentos, não há relógio a contar, nem há qualquer pontuação. Apenas a procura pela simplicidade, lentamente eliminando objecto a objecto, até nos vermos livres de todas as coisas que preenchem a nossa vida.
Neste jogo estamos perante uma sala carregada de objectos do nosso dia a dia, e a ideia é atingir a simplicidade, fazendo com que todos os objectos dessa sala desapareçam. Para o fazer temos de rodar a sala e procurar o ângulo perfeito para que se consiga eliminar as coisas.
Os objectos são coloridos, e também as paredes são coloridas. Rodando todo o cenário, tentaremos colocar um objecto contra o fundo da mesma cor, fazendo com que o mesmo desapareça aos nossos olhos, e também na realidade.
Se não conseguirmos perceber a existência de uma estátua verde sobre uma parede verde ao fundo, é como se não existisse mesmo, e é assim que ele desaparece. Depois continuamos a rodar o cenário para todos os objectos de maneira a que todos se vão, e fique apenas a sala vazia, para podermos então saltar para o próximo cenário.
Temos de encontrar a ordem certa para eliminar as coisas, pois não pode haver sobreposição de objectos. Há que ter um objecto perfeitamente camuflado na parede ao fundo para que este desapareça. O jogo está muito bem pensado, e é uma experiência zen brilhante, com a sua banda sonora a acompanhar a totalidade dos puzzles, um álbum inteiro de música. Podem encontrar esta maravilha grátis na App Store.
Hoje é quinta-feira, dia de novas entradas na App Store, e um óptimo dia para quem gosta de relaxar e resolver pequenos puzzles sem grande stress. Estou a falar de Labirintos de Bolso da BombChomp (Pocket Mazes: Path Puzzles em Inglês), um simpático jogo que podemos encontrar hoje grátis na App Store.
Temos uma placa que marca o início, e temos uma placa que marca o final, e apenas temos que desenhar o caminho na relva ligando estes dois locais. Mas estes campos verdejantes têm muitas casas espalhadas pelo terreno, e muito desse terreno é privado e está reservado para a plantação de árvores.
Então, só temos de obeder às regras simples de construção. Não podemos passar estrada por cima e por baixo de casas que tenham a porta em baixo (as casas laranja), e não podemos passar com estradas à direita e à esquerda de casas azuis com a porta e janela colocadas dos lados. Nos níveis mais avançados começarão a surgir outros objectos com as suas próprias regras, como é o caso dos lagos, que não permitem que passem estradas nos quatro pontos nas suas diagonais, mas que permitem que se passe com uma ponte atravessando os mesmos lagos.
Depois teremos que recolher a placa da saída que estará perdida no terreno antes de nos deslocarmos para a saída, e por vezes só aí é que aparecerá a localização da placa da saída. Os puzzles vão ficando cada vez maiores à medida que vamos avançando, e só jogando e ganhando flores é que poderemos desbloquear mais e mais níveis.
São cerca de 500 puzzles para resolver, e há puzzles diários para resolver, com níveis fáceis e níveis difíceis, para agradar a toda a gente. O jogo é gratuito e conta com publicidade aqui e ali, de longe a longe, e com a possibilidade de visualizar vídeos para desbloquear pacotes de níveis. Nada de muito chato, especialmente para um jogo que tem muito bom aspecto, ideal para quem gosta de resolver puzzles sem grande stress.
Temporariamente gratuito na App Store, e uma óptima maneira para relaxar, Cardinal Landde Petro Shmigelskyi, é um jogo onde temos de resolver puzzles bem simples do estilo Tangram, onde temos de encontrar e encaixar as peças certas para obter a figura correcta.
O jogo arranca com a selecção de um dos 7 continentes, onde cada um deles tem uma selecção diferente de animais para descobrir. No ecrã aparece delineada a forma do animal a descobrir, e em baixo temos as diferentes peças que compõem o seu corpo, e as quais temos de deslizar para cima para o local correcto, inclusive tendo de a rodar para encontrar a posição certa.
Este é também um jogo educativo, pois por cada animal que descobrimos é-nos dada uma explicação e uma descrição sobre o mesmo, sendo ao mesmo tempo um óptimo jogo direccionado para os mais novos, ou um belo e relaxante trabalho de casa. Aproveitem enquanto está grátis na App Store, que há aqui mais de 80 animais para descobrir, e há até um modo temporizado onde temos de descobrir o animal em 30 segundos. Boa sorte.
Um jogo que brinca com um conceito que aprendemos em míudos, que é a mistura de cores, Kotoro da Semidome Inc., está hoje grátis na App Store, e é um daqueles jogos que é tão bonito a nível visual e sonoro, que podemos encará-lo como uma experiência zen para relaxar nestes tempos complicados que vivemos actualmente.
A ideia é simples, é-nos apresentada em cima a cor que temos de obter, e em baixo temos uma espécie de bolhas que temos de misturar umas com as outras até chegar à cor que nos é pedida. No final só podemos ter uma bolha, e essa tem de ter exactamente a cor que temos como objectivo.
Começamos com uma bolha branca (ou transparente), e ao tocar em bolhas de outras cores ela passa a ficar com a sua cor, e a partir daí começam a mistura de cores. Azul e amarelo dá verde, amarelo e vermelho dá laranja, e por aí fora.
A partir do momento que tenhamos uma cor secundária, não é possível misturar mais cores com ela, a não ser que seja com a bolha transparente, ou com algumas bolhas especiais que retiram uma determinada cor ao serem misturadas, etc.
O jogo brinca com a ordem em que misturamos as cores, e com a mistura de cores em si, mas a certa altura começa a introduzir bolhas especiais que têm comportamentos distintos e que elevam o desafio do puzzle a resolver.
Um jogo que já esteve em destaque na App Store pela equipa editorial da Apple, e muito bem aclamado pela crítica em geral, temos aqui 9 capítulos carregados com 96 puzzles ao todo para resolver. Uma belíssima experiência que deve ser aproveitada com os olhos, mas também com os ouvidos, que a banda sonora é bem bonita.
Fazer desenhos ou colorir num Apple Watch é toda uma moda que eu não sabia que existia, mas que faz todo o sentido em termos de saúde. A app é a Coloring Watch de Sydvesti Oy, está neste momento grátis na App Store e já foi escolha e app em destaque pelos editores da Apple.
Porquê usar o relógio da Apple para colorir desenhos, perguntam vocês? Para além de ser um passatempo relaxante, e até interessante tendo em conta a mecânica criada pelos programadores para se colorir os mais de 50 desenhos aqui presentes, é também uma óptima maneira de preencher os minutos de atenção plena da app que guarda os registos dos nossos dados de saúde.
Há uma app chamada "Respirar" que podemos usar para relaxar e nos focarmos na nossa respiração durante 1 ou mais minutos, e assim ver o nosso batimento cardíaco baixar. Normalmente é uma app que nos aparece sugerida pelo relógio durante o dia para ajudar com o nosso estado geral de saúde. É também uma app que podemos esquecer facilmente e nunca mais usar, em detrimento da nossa saúde, como é óbvio.
É aqui que entra esta Coloring Watch, pois sempre que vamos colorir um desenho, podemos optar por fazer uma sessão de pintura onde é registado o nosso batimento cardíaco. Como esta tarefa é altamente relaxante, faz todo o sentido que o batimento cardíaco seja registado como minutos de atenção plena na app de saúde no iPhone. Melhor guardar 5 minutos aqui, do que na app "Respirar", digo eu, que acabo por adormecer se estiver 5 minutos focado na minha respiração de olhos fechados.
Colorir no relógio não podia ser mais fácil. Tocar no lado direito ou esquerdo do ecrã para alterar entre diferentes áreas do desenho, e usar a coroa do relógio para escolher uma das 100 cores que temos disponíveis. Tocar com força no ecrã leva-nos de volta para a escolha dos desenhos, ou para activar uma sessão de minutos de atenção plena onde é feito um registo do nosso batimento cardíaco.
Os próprios desenhos são bem variados e até divertidos, com cerca de 10 desenhos a apresentarem-se animados, como as chamas de uma lareira, ou um homem a esquiar no gelo, ou uns enfeites de natal, ou mesmo uma rua movimentada cheia de gente a andar de um lado para o outro. Uma app bem interessante, que recomendo vivamente a quem tiver um Apple Watch no pulso.
Sei que já pareço um disco riscado, mas a culpa é dos criadores de jogos que continuam a inovar sobre as fórmulas já bem conhecidas do mundo inteiro. Hoje venho-vos falar do recém chegado Match Solitaire da Hot Chai Productions, um jogo clássico de cartas do solitário que mais uma vez muda a mecânica do jogo introduzindo o match-3, e fá-lo de uma forma bem divertida e desafiante.
Não faltam aqui no Apps do iPhone jogos que nos permitem jogar o Solitário de todas as formas possíveis e imaginárias, e este Match Solitaire é apenas mais um a vir preencher este espaço que parece nunca ter fim, desde que haja a criatividade suficiente para trazer algo novo outra vez.
Desta vez fá-lo introduzindo a mecânica do match-3, que aliada à mecânica do clássico solitário, nos entrega nas mãos um jogo bem desafiante e divertido. O objectivo do jogo é livrarmo-nos das cartas todas que temos no ecrã, e para eliminá-las é preciso combinar 3 cartas iguais para que possam saltar lá para cima para o baralho de cartas.
Para nos ajudar na tarefa de desbloquear as cartas para poder tocar nelas e combiná-las, podemos usar os 4 espaços em baixo, onde podemos colocar apenas 4 cartas, libertando as de cima para fazer as combinações necessárias. Como é um jogo do solitário, há que usar a estratégia para colocar as cartas umas em cima das outras, respeitando as regras clássicas de fazer montes de cartas sequenciais umas em cima das outras (2, 3, 4, 5... J, Q, K, A, 2...etc).
Nos primeiros desafios, enquanto vamos jogando com o urso mágico Hugo (quando chegamos ao nível 10 desbloqueamos uma porquinha dançarina e por aí fora), podemos ver todas as cartas no ecrã, mas à medida que vamos subindo de nível, começamos a ter um baralho de cartas escondidas em baixo, no qual podemos tocar para nos distribuir 4 novas cartas em cima das cartas que já temos à nossa frente.
Para além deste modo de campanha onde podemos subir até ao nível 1000, com 10 personagens diferentes para desbloquear, podemos saltar para os desafios por dificuldade, onde podemos escolher entre 7 níveis diferentes de dificuldade, e ainda podemos tentar os desafios diários, o que nos transporta para cerca de 10 milhões de puzzles para resolver.
Todos os baralhos têm uma solução possível, o que é bom saber apesar de haver ajudas que podemos adquirir com as moedas que vamos ganhando, ou mesmo através de alguma compra in-app. De vez em quando aparece uma publicidade no ecrã, que pode ser eliminada de imediato tocando na cruz. No fundo, um jogo para os fãs de match-3 e solitário e não só, com muita personalidade e estilo, e super inovador e divertido. Não percam.
Trocar pequenos azulejos de lugar para combiná-los uns com os outros é a nova moda Match-3 introduzida por um programador genial. Estou a falar de Tile Snap de Ian MacLarty, um jogo relaxante e ao mesmo tempo desafiante que podemos encontrar grátis na App Store.
Os jogos de Ian MacLarty não deixam ninguém indiferente, desde os seus runners loucos como Boson X ou o absolutamente louco e alucinante Jumpgrid, passando pelo mais recente Dissembler, um quebra cabeças Match-3 no qual este jogo é inspirado, há aqui um pouco para todos os gostos.
Em Tile Snap a premissa é bem simples. Temos de trocar azulejos de lugar, um com o outro, de maneira a que tenhamos 3 ou mais azulejos idênticos encostados uns aos outros, para assim desaparecerem do ecrã.
O objectivo é eliminar todos os azulejos do ecrã, não ficando com nenhum orfão perdido lá pelo meio. É de notar o prazer estranho que é de manipular e trocar de posição dois azulejos adjacentes, ouvindo-se um interessante barulho mecânico, como se estivessemos a ouvir uma roda dentada de um relógio analógico quando estamos a dar corda ao mesmo.
Os primeiros desafios parecem tão simples que não percebemos bem como é que poderá ficar mais difícil que aquilo, mas é só continuar a avançar nível atrás de nível que num instante perceberão que o botão de "UNDO" é o vosso melhor amigo.
Sim, voltar atrás um ou dois movimentos passará a ser uma coisa natural a partir de certo capítulo. O jogo obriga-nos a pensar bem em que azulejos tocar primeiro para que não se fique com azulejos a flutuar solitários no limbo. Isto vai aumentando de complexidade quando começamos a ter mais de 3 azulejos para eliminar de uma vez, e quanto maior for a "peça" a resolver.
Há pistas que podemos activar para nos indicar na direcção certa, e é possível desbloquear mais pistas através de compras in-app (é também assim que se contribui para o trabalho de um programador genial). No entanto há muitos vídeos no YouTube a mostrar como ultrapassar todos os cerca de 250 puzzles, mas que como é óbvio não recomendo que vão ver e os tentem resolver sozinhos. Boa sorte!
Como os seus jogos anteriores, NABOKI de Maciej Targoni, é mais um belíssimo jogo minimalista carregado de puzzles e quebra cabeças para resolver, especialmente indicado para todas aquelas pessoas que adoram perceber como se resolve um problema quando não há quaisquer instruções ou pistas de qualquer tipo.
Um jogo com uma banda sonora lindíssima, que nos põe logo num estado zen bem relaxante, arrancamos com um cubo com uma seta desenhada numa das suas faces, que indica a direcção que este vai tomar ao tocarmos nessa mesma seta.
De seguida percebemos que podemos rodar esse cubo, encontrando novamente a seta, e activando-a para que mais uma vez o cubo desapareça do ecrã, levando-nos para o próximo desafio. Desta vez, vários cubos, todos com setas, e não há dúvidas daquilo que temos de fazer.
O jogo agarra neste conceito de rodar as peças e procurar as setas para retirar os cubos do ecrã, e expande-o ao longo de vários níveis com novas mecânicas, novos interruptores que nos permitem rodar os cubos sobre si mesmos, cubos que não se mexem, cubos que pode ser deslocados do seu lugar com alavancas, etc, etc.
Não há instruções, não há pistas, somos apenas nós, a música relaxante, e o explorar da peça que temos na frente à procura de respostas, à procura de nos vermos livre das várias peças que temos à nossa frente, para sermos transportados para o próximo desafio, até voltarmos ao início, muitos e muitos puzzles depois.
Como é costume nos jogos de Maciej Targoni, todos os seus puzzles minimalistas são espectaculares e são uma bela ginástica mental. Pelo preço de 1€ não podíamos ficar mais bem servidos do que isto. São daqueles jogos que volta e meia volto a jogar, pois são uma delícia de resolver, e recomendo vivamente, mesmo às pessoas que não jogam normalmente estes tipo de quebra cabeças.
Se estiverem com curiosidade mas não sabem bem se é o vosso tipo de jogo, então experimentem a demo grátis online, que nos deixa resolver dezenas e dezenas dos puzzles presentes no jogo para perceberem como é que tudo funciona, e se é do vosso agrado.
Para os fãs de puzzles match-3 e para todos aqueles que apreciam um bonito jogo onde podem relaxar à vontade, Merge Worlds! da Grrr Game Studio CO., LTD., é um jogo gratuito que acabou de se estrear na App Store onde temos de construir uma cidade e que nos deixa jogar à nossa maneira e ao nosso próprio ritmo.
À primeira vista parece ser mais um daqueles jogos do género 2048, como foi o caso do jogo Criador do Mundo, de que já falei aqui antes, mas não é. Aqui a mecânica é mesmo a do match-3, com alguns toques de 2048, pois as peças obedecem à gravidade e deslocam-se para baixo no ecrã.
Mas a jogabilidade é aquela que nós quisermos, pois o jogo dá-nos liberdade para jogarmos da maneira que nos apetecer. Podemos simplesmente apreciar a música e as construções que vamos conseguindo para a nossa cidade sem stressar com o tempo e a velocidade do jogo, ou então podemos ir atrás dos combos que se activam quanto mais rápidos formos a fazer combinações, o que nos permite obter mais dinheiro e mais certos poderes de uma maneira mais rápida.
O jogo é simples, basta combinar 3 ou mais objectos iguais, para se transformarem num objecto mais complexo e avançado. Por exemplo combinar 3 arbustos dá origem a um pequeno parque com árvores, e ao combinar estes passamos a ter um conjunto de árvores, e de seguida um pequeno parque, depois uma casa, uma mansão, etc, etc, passando até para alguns edifícios e construções famosas do nosso planeta.
E há muita coisa para fazer neste jogo para além de apreciar a cidade e as pessoas que vivem nela. Em termos de jogabilidade podemos investir num jogo livre onde teremos que ver o quanto conseguimos evoluir a cidade até ficarmos sem movimentos, ou então partir para o modo de níveis, onde em cada um deles teremos uma espécie de missão a completar e que nos dará dinheiro extra. Este dinheiro pode ser usado para adquirir novos edifícios e objectos, ou mesmo para desbloquear novas cidades como Paris, Hong Kong, etc.
O único senão do jogo é arrancar em modo Coreano, o que nos obriga a ir às definições do jogo mal acabe o tutorial, e mudar a língua. Depois podemos voltar a aceder ao tutorial nas definições, para voltar a ver como se joga na nossa língua. O impacto na bateria também é considerável, por isso mantenham-se perto de um carregador que este jogo é puxado.
O extravagante Kenny Sun não é nenhum desconhecido daqui do Apps do iPhone, com os seus jogos de puzzles / quebra cabeças ou experiências para relaxar a deixarem muita gente confusa há já alguns anos. Hoje chega-nos com mais uma destas experiências loucas, um jogo chamado Kubrix que podem encontrar grátis na App Store.
Kubrix é um jogo que tem milhares de caixas misteriosas para resolvermos. Caixas cujas partes móveis podemos rodar, como se se tratasse de um clássico cubo de rubik. O nosso objectivo é estabelecer as ligações, que começarão sempre a partir do centro, uma espécie de coração que vemos e ouvimos a bater durante o jogo, e depois terão de acabar numa espécie de chip electrónico que se iluminará quando estabelecermos uma ligação com sucesso.
Em cima podemos ver qual o número de chips que teremos de ligar ao coração, e só quando conseguirmos todas essas ligações é que passaremos ao próximo desafio. Para mover as diferentes paredes da caixa, basta passar com o dedo sobre elas para rodá-las. e com dois dedos em forma de pinça podemos aumentar ou diminuir o zoom, que é algo que vamos precisar obrigatoriamente mais lá para a frente pois a caixa começa a ficar cada vez maior e maior.
Fica já o aviso que o jogo é gratuito mas lá vai aparecendo publicidade entre níveis, que como é habitual pode ser removida com uma compra in-app. Também uma nota ao nível visual, se dermos um salto às definições podemos activar o modo de poupança de bateria que muda por completo o visual do jogo, passando do visual escuro e misterioso para um um visual mais colorido, que a meu ver até fica mais fácil para resolver os puzzles.
Aqui está a experiência zen para levarem com vocês para o fim de semana. O jogo The Kreator da StarRhyme Co., Ltd., é uma experiência altamente relaxante que nos senta na cadeira do criador (??) e nos põe a criar vida numa viagem de luz que também conta com os seus contratempos, assim como esta nossa aventura da vida.
Em The Kreator controlamos um pequeno ser luminoso, uma espécie de cometa que vai dando voltas ao planeta, que fazemos saltar sempre que tocamos com um dedo no ecrã, e o mantemos a flutuar ao deixar o dedo pousado no ecrã. O nosso objectivo é coleccionar todos os pequenos pontos de luz amarelos, porque sempre que falharmos nesta nossa tarefa imperiosa, aquilo que um dia era luz, no outro dia transforma-se em escuridão, e virá atrás de nós para nos destruir.
A explicação inicial quando arrancamos com o jogo é apenas esta, mas depressa percebemos que podemos contar com algumas ajudas de outros seres luminosos, assim como algumas tarefas extra que nos levam a trazer vida ao planeta. Sim, ao deslizarmos pelo solo fazemos crescer as flores e as árvores, avançando pelas 4 diferentes estações do ano com as suas cores peculiares.
O nosso pequeno cometa tem uma auréola à sua volta, que nos permite agarrar mais facilmente os pontos de luz, mas quanto mais tempo ficarmos no ar, mais pequena fica essa auréola. Temos que voltar a deslizar pelo solo para que a auréola volte a aumentar, o que se torna em algo essencial para a nossa sobrevivência.
Os pontos de luz que se transformarem em escuridão começam a perseguir-nos a e juntar-se uns aos outros, ficando cada vez maiores e mais rápidos. A nossa única salvação são os pontos de luz brancos e cor de rosa, que se aliam a nós para destruir a escuridão, por isso há que apanhar todos aqueles que encontrarmos sem falta.
A ideia é ver quantos dias conseguimos aguentar nesta grande viagem da vida, dando conta que com cada estação que passa a dificuldade também aumenta, com os pontos de luz a ficarem cada vez mais difíceis de apanhar. Esta experiência zen pede absolutamente o uso de headphones, que a banda sonora original é lindíssima, proporcionando cerca de 40 minutos de música sem parar. O jogo não tem qualquer publicidade, e podem adquirir através de uma compra in-app um novo mundo e o modo zen que não traz nenhum perigo associado, só a viagem interminável a apreciar a beleza do planeta e da música que ouvimos.
Não sou o maior fã de jogos do tipo clicker, mas de vez em quando lá vão surgindo algumas experiências bem interessantes, como é o caso do recém chegado Sprout: Idle Garden da Shallot Games, onde podemos virar para a botânica e criar jardins lindíssimos carregados de todo o tipo de flores.
É muito giro ir ganhando cada vez mais dinheiro para ir desbloqueando flores raríssimas mais valiosas, e ganhar assim ainda mais dinheiro com a venda das flores. Mas na realidade uma das partes mais interessantes deste Sprout: Idle Garden é mesmo a possibilidade que temos de construir o jardim ao nosso gosto, escolhendo o tipo de vasos, o chão, as decorações, os caminhos, etc, etc.
Como jogo clicker que é podemos tocar nas flores quando estas aparecem para as vender de imediato e ver o dinheiro a cair na nossa conta bancária. Mas não precisamos de fazer nada disso, basta construir pequenas casas e ligá-las com caminhos até às flores, que cada uma delas vem acompanhada de uma senhora que vai colher as flores por nós.
Isto transforma o jogo num verdadeiro jogo de construção, onde nos passamos a preocupar mais com o design dos nossos jardins, e que materiais usar para as pontes, caminhos de pedra, terra ou relvado, e que cor usar, etc, etc.
Mas não ficamos por aqui, que há alguma estratégia a empregar para aumentar os nossos ganhos da venda das flores. Há items que podemos comprar que aumentam a velocidade de crescimento das flores, como é o caso das fontes de água, ou mesmo dos candeeiros que podemos colocar perto das flores para renderem o dobro do dinheiro.
Há também pequenas mesas com café que podemos colocar no caminho para acelerar o movimento das nossas pequenas jardineiras, e até um megafone que ao ser activado vai tocando músicas diferentes para quebrar o silêncio do nosso jardim. Como clicker, não encontrei ainda nenhum jogo tão simpático e relaxante como este. Não precisamos de gastar dinheiro nenhum, e nunca somos obrigados a visualizar nenhum vídeo com publicidade, a não ser que queiramos claro, que dá sempre para triplicar o dinheiro que ganhamos enquanto estivemos longe do jogo.
Quando se perdem as memórias há que tentar descobrir quem somos e como viemos aqui parar. Passado num ambiente a fazer lembrar a China rural, The Butterfly's Dream de Yang Liu, é um jogo muito bonito e relaxante com puzzles bem interessantes para resolver enquanto nos vai contando a história de Mei.
Arte, música, cultura, jogos, todos com influência do Leste da Ásia, temos de tudo um pouco aqui neste jogo, mas aquilo que impressiona de facto são os belíssimos quadros do jogo, onde parece que estamos numa pintura com vida.
O jogo passa-se nestes quadros pintados com um efeito paralax que tem muita piada, onde navegamos com o nosso personagem para a esquerda e direita, para a frente e para trás, alternando entre diferentes zonas, conversando com personagens para ir avançando na história e obter dicas para resolver os puzzles que vamos encontrando.
Este é um jogo muito zen, super relaxante, onde estamos constantemente a ouvir o som de passarinhos e música de fundo típicamente chinesa, com cenários muito bonitos, e onde a história vai avançando lentamente.
Os puzzles podem parecer simples, mas alguns deles requerem pensar fora da caixa. Há que ter a noção de que não se resolvem os puzzles apenas tocando no ecrã, pois há situações em que precisamos de ouvir o som porque há que afinar um instrumento de ouvido, ou descobrir um padrão de cores ouvindo uma pequena música, ou ter que rodar o iPhone para olhar à volta a 360º, ou mesmo ter de soprar para o microfone do iPhone para tocar uma flauta.
Os desafios que encontramos são muito bem pensados, e é com grande satisfação que os resolvemos com sucesso, especialmente se não forem procurar pelas respostas nos vídeos que nos guiam para a solução no YouTube. O jogo conta apenas com dois capítulos, e promete mais para breve, por isso é aproveitar que está hoje disponível grátis na App Store.
Hoje é dia de estreias na App Store e temos mais um belíssimo jogo de puzzles para resolver. Estou a falar de Humbug da Dunderbit, um jogo gratuito ideal para quem tem pavor a aranhas e outros insectos, mas com um ambiente completamente zen e 100 fantásticos quebra cabeças.
Este é um jogo cuja mecânica não é propriamente inovadora, pois parte do princípio daquele jogo clássico onde temos um objecto ou personagem a caminhar numa direcção em linha recta até embater num obstáculo, mas a introdução de insectos com diferentes características a habilidades vem transformar isto tudo numa experiência completamente diferente e super divertida.
Começamos com um caracol, que pode caminhar lentamente como é óbvio, uma casa de cada vez. E temos um número limitado de movimentos que podemos fazer, por isso há que escolher o caminho mais curto de maneira a que todos os caracois apanhem as estrelas disponíveis e se possa avançar para o próximo nível.
Os insectos desaparecem quando apanham a sua estrela, ficando o caminho livre para ser atravessado por outro insecto que esteja no tabuleiro. O que temos de interessante neste jogo é mesmo as diferentes habilidades dos insectos, que por exemplo depois do caracol somos apresentados à aranha, que se move todas as casas que puder em linha recta até embater num obstáculo, e portanto há que evitar que ela caia do tabuleiro.
Depois temos o gafanhoto que salta por cima de obstáculos e até por cima dos outros insectos. A joaninha que se move sempre duas casas, a borboleta e a abelha que voam, o que lhes permite atravessar por cima de locais onde não exista terreno, etc, etc.
Os puzzles foram todos criados à mão, e há alguns bem engenhosos que nos vão pôr a coçar a cabeça. Para ajudar, o que eu não recomendo, há a possibilidade de activar as dicas e também de usar o botão de UNDO. O jogo conta com publicidade que aparece de vez em quando, e é daquela que podemos ultrapassar logo nos primeiros 5 segundos bastando para isso tocar no botão de avançar e depois na cruz.
Para quem não gosta de publicidade é só retirá-la investindo na compra in-app, que também serve para ajudar um estúdio Indie como este da Dunderbit a trazer mais desafios e jogos bonitos como este para os nossos iPhones. Vejam aqui em cima o vídeo de apresentação para perceberem como estamos muito bem entregues a este mundo dos insectos e dos seus 100 puzzles para resolver.
Está na hora de relaxar e meditar um pouco, e nada melhor que fazê-lo com um jogo como este Infinity Loop Premium da Estoty, uma experiência única que nos vai pôr a resolver puzzles de uma forma bem calma e em modo zen, que podem encontrar neste momento grátis na App Store.
Neste jogo apenas temos de rodar as peças de maneira a que nenhuma peça esteja sem conexão. O resultado de ter todas as peças ligadas umas às outras é quase sempre uma belíssima imagem que podemos reconhecer como um objecto famoso, um super herói, ou mesmo uma qualquer imagem abstracta.
Todos os puzzles foram escolhidos pelos programadores de entre os melhores submetidos por fãs, e é de facto uma rica selecção que nos deixa agarrados ao jogo por horas sem fim. Ao concluir um puzzle só queremos passar ao próximo e ver o que conseguimos descobrir a seguir.
É certo que no início todos os puzzles são extremamente simples de resolver (é essa a ideia de ser um jogo de contemplação e meditação, o que é ajudado pela música calminha a acompanhar), mas começa a aparecer uma certa complexidade nas estruturas apresentadas o que nos obriga a experimentar até chegarmos à disposição correcta de todas as peças.
Seja como for é uma promoção que devemos aproveitar imediatamente, que o jogo estará gratuito apenas por alguns dias, e vale bem a pena agarrar estas centenas de puzzles que proporcionarão muitas horas de jogo, para aqueles dias em que queremos limpar a mente e abstrair do mundo.
Preparados para mais um quebra cabeças relaxante? O jogo Hexio de Joey Kazma, que podem encontrar gratuito na App Store, coloca-nos um desafio bem interessante, ao pôr-nos a ligar hexágonos de várias maneiras com uma espécie de elásticos coloridos.
Quase que podemos imaginar o jogo como algo real, como um verdadeiro jogo de tabuleiro, com hexágonos a saírem fora do tabuleiro na vertical, e uma série de elásticos coloridos a passar por pregos e a ligar todos os hexágonos que forem necessários conectar.
A contribuir para este realismo estão os elásticos que fazemos sair dos hexágonos ao arrastar com o dedo, que parecem mesmo algo real quando os passamos pelos pregos e oo vemos a dobrar e a curvar como seria suposto num mundo que obedece às leis da física.
Mas vamos ao jogo, onde temos de ligar os hexágonos com estes elásticos ou linhas, tantas vezes quantas as que estiverem indicadas em cada hexágono. Se um hexágono tiver um número 2, quer dizer que temos de estabelecer duas ligações a este mesmo hexágono, e só quando todos os hexágonos chegarem a zero é que conseguimos passar ao próximo desafio.
Às tantas começam a aparecer pregos no tabuleiro, sobre os quais podemos passar e curvar os elásticos para conseguir rotas e ligações diferentes, pois os elásticos não se podem sobrepôr uns sobre os outros. Para concluir um nível também temos que passar os elásticos por todos os pregos, não sendo possível deixar um único destes pregos sem qualquer conexão.
Depois temos hexágonos de cores diferentes, também com elásticos de cores diferentes, e mais à frente ainda começamos a ter hexágonos mistos, que tanto aceitam ligações de duas ou mais cores, obrigando-nos a puxar pela cabeça, pois o número de soluções possíveis parece passar a ser bem maior.
Temos dicas disponíveis, que podem ser desbloqueadas através de compras in-app, ou visualizando vídeos com publicidade. Os desafios são qualquer coisa, e a dificuldade vai aumentando em conformidade, por isso contem perder umas boas horas para resolver todos os 64 puzzles. Usar as pistas é uma boa ajuda, mas resolver estes puzzles sem dicas é que é o verdadeiro desafio.
Com uma belíssima banda sonora bem relaxante que nos deixa completamente embrulhados e concentrados na resolução destes puzzles, podem ver aqui em baixo um vídeo do jogo que nos mostra alguns dos desafios aqui presentes em acção.
E ao quarto puzzle fez-se luz (novamente). Depois de "HOOK", "klocki", e "PUSH", Maciej Targoni traz-nos o seu quarto jogo Up Left Out, que mais uma vez demonstra grande qualidade na concepção, atenção ao detalhe, e no nível dos puzzles a resolver.
Todos os quatro jogos têm uma qualidade excepcional. Os puzzles são muito bem pensados, mas acima de tudo a qualidade do interface e das peças e partes móveis que temos de manipular são qualquer coisa de espectacular. Botões com um feeling real, que obedecem às leis da física, como se estivessemos de facto com um puzzle materializado nas nossas mãos.
Este Up Left Out volta a ter uma atenção incrível ao detalhe e ao realismo das peças que podemos mover para resolver os puzzles. Ao mover as peças percebemos que algumas estão presas num prego, e que têm de ser libertadas antes de as podermos mover livremente, o que implica deslizá-las na direcção da ranhura onde está enfiado o prego.
Depois temos peças que ficam bloqueadas por um mecanismo ligado a um interruptor que podemos accionar para as libertar, o que faz com que outras peças fiquem bloqueadas. Temos assim que ir jogando com umas e outras, alternando o interruptor para conseguir libertar todas as peças.
Mas qual é o objectivo mesmo? Como nos outros puzzles de Maciej Targoni, não há cá regras escritas, não há tutorial, nem qualquer explicação de como fazer as coisas. É algo que vamos experimentando e descobrindo por nós próprios, e digo-vos já que é altamente satisfatório todo o processo de descoberta.
No início parece que libertar as peças dos pregos que as prendem faz com que passemos ao próximo puzzle. Mas depois temos peças com uma linha pintada no topo, linhas que temos de ligar entre todas as peças para concluir o desafio. E depois temos peças que podemos rodar para além de as podermos deslizar, o que aumenta ainda mais o desafio deste belíssimo jogo.
Por vezes parece que estamos a jogar aqueles clássicos puzzles onde temos de deslizar pequenas peças quadradas até obter a imagem correcta. Agora imaginem que as peças estão limitadas no seu movimento por pregos e outros mecanismos, e estarão a chegar perto daquilo que este jogo nos tem para oferecer.
Mais uma vez, temos um 4º jogo de puzzles que não decepeciona de maneira nenhuma. Só o manipular das peças é um prazer, portanto conseguir resolver cada um dos puzzles é um prazer a dobrar, como vão com toda a certeza achar. Pelo preço de 1€ não há quebra cabeças mais satisfatório que este Up Left Out ou qualquer outro dos jogos de Maciej Targoni, que recomendo vivamente.
Os jogos de puzzles estão a atingir níveis de qualidade excelentes, tanto ao nível gráfico e sonoro como na sua jogabilidade. Ainda há pouco tempo tivemos um excelente exemplo disto, e agora temos mais um caso de sucesso com este Hexologic da MYTHICOWL SP Z O O, um jogo super relaxante com puzzles mais próximos da família do Sudoku.
Já têm aparecido alguns exemplos bem interessantes de alternativas ao Sudoku na App Store, como o Kuros Classic ou TENS!, e agora voltamos a desbravar novos caminhos com este Hexologic, que nos põe a resolver uma espécie de Sudoku num ambiente carregado de hexágonos.
O objectivo é preencher todos os hexágonos que temos no ecrã com pintinhas de 1 a 3. As regras são simples, uma linha de hexágonos contíguos tem um número no final, o que corresponde à soma de todas as pintinhas dessa mesma linha. Quando completarmos todas as somas com sucesso, damos por concluído o desafio e passamos ao próximo nível.
Como no Sudoku, temos linhas de hexágonos que se cruzam com outras linhas, o que nos obriga a pensar muito bem qual o número de pintas nesses hexágonos que intersectam duas ou mais somas em linha. Temos como indicador visual o verde que aparece à volta do hexágono que nos ajuda a perceber se já completamos uma soma, e o próprio resultado da soma que também fica a verde quando chegarmos ao número correcto.
O jogo leva-nos a atravessar 4 mundos diferentes, e cada um deles introduz uma nova mecânica. No início apenas temos de somar as pintinhas da forma mais simples possível, mas de seguida começamos a ter hexágonos que já trazem pintas e não podem ser alterados, e depois hexágonos interligados que ao alterar o número de pintas para um, altera para todos os outros da mesma cor, etc.
O que impressiona pela positiva neste belíssimo jogo é a sua banda sonora e apresentação gráfica. A música é interactiva e vai mudando conforme os desafios e mundo que estamos a explorar, tudo muito relaxante para uma experiência quase Zen. E as animações e aspecto gráfico do jogo e até do menu de selecção de níveis está qualquer coisa incrível.
Como o jogo se propõe como uma experiência relaxante, muitos dos puzzles iniciais são muito fáceis de resolver, o que não nos deixa própriamente encravados em nenhum dos desafios. Só mais lá para a frente, nos níveis finais de cada mundo é que começamos a ter uns puzzles mais complexos, e especialmente os últimos, que nos podem deixar uns bons minutos a coçar a cabeça para os conseguirmos resolver.
O jogo é muito bonito, e é uma experiência espectacular para quem quer resolver uns puzzles de forma bem relaxante. Podem ver aqui em baixo o vídeo oficial de apresentação do jogo, e podem encontrá-lo na App Store pelo preço de 1€.