Qual é o valor que damos às coisas? Uma experiência onde a simplicidade é o objectivo a atingir, Empty. de Maksym Dzitsiuk, é um bonito jogo minimalista que nos põe a resolver puzzles onde temos que nos libertar dos objectos do dia a dia, e aprender a viver com isso.
Uma experiência zen, com puzzles minimalistas, onde não há limite no número de movimentos, não há relógio a contar, nem há qualquer pontuação. Apenas a procura pela simplicidade, lentamente eliminando objecto a objecto, até nos vermos livres de todas as coisas que preenchem a nossa vida.
Neste jogo estamos perante uma sala carregada de objectos do nosso dia a dia, e a ideia é atingir a simplicidade, fazendo com que todos os objectos dessa sala desapareçam. Para o fazer temos de rodar a sala e procurar o ângulo perfeito para que se consiga eliminar as coisas.
Os objectos são coloridos, e também as paredes são coloridas. Rodando todo o cenário, tentaremos colocar um objecto contra o fundo da mesma cor, fazendo com que o mesmo desapareça aos nossos olhos, e também na realidade.
Se não conseguirmos perceber a existência de uma estátua verde sobre uma parede verde ao fundo, é como se não existisse mesmo, e é assim que ele desaparece. Depois continuamos a rodar o cenário para todos os objectos de maneira a que todos se vão, e fique apenas a sala vazia, para podermos então saltar para o próximo cenário.
Temos de encontrar a ordem certa para eliminar as coisas, pois não pode haver sobreposição de objectos. Há que ter um objecto perfeitamente camuflado na parede ao fundo para que este desapareça. O jogo está muito bem pensado, e é uma experiência zen brilhante, com a sua banda sonora a acompanhar a totalidade dos puzzles, um álbum inteiro de música. Podem encontrar esta maravilha grátis na App Store.
Um jogo que brinca com um conceito que aprendemos em míudos, que é a mistura de cores, Kotoro da Semidome Inc., está hoje grátis na App Store, e é um daqueles jogos que é tão bonito a nível visual e sonoro, que podemos encará-lo como uma experiência zen para relaxar nestes tempos complicados que vivemos actualmente.
A ideia é simples, é-nos apresentada em cima a cor que temos de obter, e em baixo temos uma espécie de bolhas que temos de misturar umas com as outras até chegar à cor que nos é pedida. No final só podemos ter uma bolha, e essa tem de ter exactamente a cor que temos como objectivo.
Começamos com uma bolha branca (ou transparente), e ao tocar em bolhas de outras cores ela passa a ficar com a sua cor, e a partir daí começam a mistura de cores. Azul e amarelo dá verde, amarelo e vermelho dá laranja, e por aí fora.
A partir do momento que tenhamos uma cor secundária, não é possível misturar mais cores com ela, a não ser que seja com a bolha transparente, ou com algumas bolhas especiais que retiram uma determinada cor ao serem misturadas, etc.
O jogo brinca com a ordem em que misturamos as cores, e com a mistura de cores em si, mas a certa altura começa a introduzir bolhas especiais que têm comportamentos distintos e que elevam o desafio do puzzle a resolver.
Um jogo que já esteve em destaque na App Store pela equipa editorial da Apple, e muito bem aclamado pela crítica em geral, temos aqui 9 capítulos carregados com 96 puzzles ao todo para resolver. Uma belíssima experiência que deve ser aproveitada com os olhos, mas também com os ouvidos, que a banda sonora é bem bonita.
Fazer desenhos ou colorir num Apple Watch é toda uma moda que eu não sabia que existia, mas que faz todo o sentido em termos de saúde. A app é a Coloring Watch de Sydvesti Oy, está neste momento grátis na App Store e já foi escolha e app em destaque pelos editores da Apple.
Porquê usar o relógio da Apple para colorir desenhos, perguntam vocês? Para além de ser um passatempo relaxante, e até interessante tendo em conta a mecânica criada pelos programadores para se colorir os mais de 50 desenhos aqui presentes, é também uma óptima maneira de preencher os minutos de atenção plena da app que guarda os registos dos nossos dados de saúde.
Há uma app chamada "Respirar" que podemos usar para relaxar e nos focarmos na nossa respiração durante 1 ou mais minutos, e assim ver o nosso batimento cardíaco baixar. Normalmente é uma app que nos aparece sugerida pelo relógio durante o dia para ajudar com o nosso estado geral de saúde. É também uma app que podemos esquecer facilmente e nunca mais usar, em detrimento da nossa saúde, como é óbvio.
É aqui que entra esta Coloring Watch, pois sempre que vamos colorir um desenho, podemos optar por fazer uma sessão de pintura onde é registado o nosso batimento cardíaco. Como esta tarefa é altamente relaxante, faz todo o sentido que o batimento cardíaco seja registado como minutos de atenção plena na app de saúde no iPhone. Melhor guardar 5 minutos aqui, do que na app "Respirar", digo eu, que acabo por adormecer se estiver 5 minutos focado na minha respiração de olhos fechados.
Colorir no relógio não podia ser mais fácil. Tocar no lado direito ou esquerdo do ecrã para alterar entre diferentes áreas do desenho, e usar a coroa do relógio para escolher uma das 100 cores que temos disponíveis. Tocar com força no ecrã leva-nos de volta para a escolha dos desenhos, ou para activar uma sessão de minutos de atenção plena onde é feito um registo do nosso batimento cardíaco.
Os próprios desenhos são bem variados e até divertidos, com cerca de 10 desenhos a apresentarem-se animados, como as chamas de uma lareira, ou um homem a esquiar no gelo, ou uns enfeites de natal, ou mesmo uma rua movimentada cheia de gente a andar de um lado para o outro. Uma app bem interessante, que recomendo vivamente a quem tiver um Apple Watch no pulso.
Sei que já pareço um disco riscado, mas a culpa é dos criadores de jogos que continuam a inovar sobre as fórmulas já bem conhecidas do mundo inteiro. Hoje venho-vos falar do recém chegado Match Solitaire da Hot Chai Productions, um jogo clássico de cartas do solitário que mais uma vez muda a mecânica do jogo introduzindo o match-3, e fá-lo de uma forma bem divertida e desafiante.
Não faltam aqui no Apps do iPhone jogos que nos permitem jogar o Solitário de todas as formas possíveis e imaginárias, e este Match Solitaire é apenas mais um a vir preencher este espaço que parece nunca ter fim, desde que haja a criatividade suficiente para trazer algo novo outra vez.
Desta vez fá-lo introduzindo a mecânica do match-3, que aliada à mecânica do clássico solitário, nos entrega nas mãos um jogo bem desafiante e divertido. O objectivo do jogo é livrarmo-nos das cartas todas que temos no ecrã, e para eliminá-las é preciso combinar 3 cartas iguais para que possam saltar lá para cima para o baralho de cartas.
Para nos ajudar na tarefa de desbloquear as cartas para poder tocar nelas e combiná-las, podemos usar os 4 espaços em baixo, onde podemos colocar apenas 4 cartas, libertando as de cima para fazer as combinações necessárias. Como é um jogo do solitário, há que usar a estratégia para colocar as cartas umas em cima das outras, respeitando as regras clássicas de fazer montes de cartas sequenciais umas em cima das outras (2, 3, 4, 5... J, Q, K, A, 2...etc).
Nos primeiros desafios, enquanto vamos jogando com o urso mágico Hugo (quando chegamos ao nível 10 desbloqueamos uma porquinha dançarina e por aí fora), podemos ver todas as cartas no ecrã, mas à medida que vamos subindo de nível, começamos a ter um baralho de cartas escondidas em baixo, no qual podemos tocar para nos distribuir 4 novas cartas em cima das cartas que já temos à nossa frente.
Para além deste modo de campanha onde podemos subir até ao nível 1000, com 10 personagens diferentes para desbloquear, podemos saltar para os desafios por dificuldade, onde podemos escolher entre 7 níveis diferentes de dificuldade, e ainda podemos tentar os desafios diários, o que nos transporta para cerca de 10 milhões de puzzles para resolver.
Todos os baralhos têm uma solução possível, o que é bom saber apesar de haver ajudas que podemos adquirir com as moedas que vamos ganhando, ou mesmo através de alguma compra in-app. De vez em quando aparece uma publicidade no ecrã, que pode ser eliminada de imediato tocando na cruz. No fundo, um jogo para os fãs de match-3 e solitário e não só, com muita personalidade e estilo, e super inovador e divertido. Não percam.
Para os fãs de puzzles match-3 e para todos aqueles que apreciam um bonito jogo onde podem relaxar à vontade, Merge Worlds! da Grrr Game Studio CO., LTD., é um jogo gratuito que acabou de se estrear na App Store onde temos de construir uma cidade e que nos deixa jogar à nossa maneira e ao nosso próprio ritmo.
À primeira vista parece ser mais um daqueles jogos do género 2048, como foi o caso do jogo Criador do Mundo, de que já falei aqui antes, mas não é. Aqui a mecânica é mesmo a do match-3, com alguns toques de 2048, pois as peças obedecem à gravidade e deslocam-se para baixo no ecrã.
Mas a jogabilidade é aquela que nós quisermos, pois o jogo dá-nos liberdade para jogarmos da maneira que nos apetecer. Podemos simplesmente apreciar a música e as construções que vamos conseguindo para a nossa cidade sem stressar com o tempo e a velocidade do jogo, ou então podemos ir atrás dos combos que se activam quanto mais rápidos formos a fazer combinações, o que nos permite obter mais dinheiro e mais certos poderes de uma maneira mais rápida.
O jogo é simples, basta combinar 3 ou mais objectos iguais, para se transformarem num objecto mais complexo e avançado. Por exemplo combinar 3 arbustos dá origem a um pequeno parque com árvores, e ao combinar estes passamos a ter um conjunto de árvores, e de seguida um pequeno parque, depois uma casa, uma mansão, etc, etc, passando até para alguns edifícios e construções famosas do nosso planeta.
E há muita coisa para fazer neste jogo para além de apreciar a cidade e as pessoas que vivem nela. Em termos de jogabilidade podemos investir num jogo livre onde teremos que ver o quanto conseguimos evoluir a cidade até ficarmos sem movimentos, ou então partir para o modo de níveis, onde em cada um deles teremos uma espécie de missão a completar e que nos dará dinheiro extra. Este dinheiro pode ser usado para adquirir novos edifícios e objectos, ou mesmo para desbloquear novas cidades como Paris, Hong Kong, etc.
O único senão do jogo é arrancar em modo Coreano, o que nos obriga a ir às definições do jogo mal acabe o tutorial, e mudar a língua. Depois podemos voltar a aceder ao tutorial nas definições, para voltar a ver como se joga na nossa língua. O impacto na bateria também é considerável, por isso mantenham-se perto de um carregador que este jogo é puxado.
Aqui está a experiência zen para levarem com vocês para o fim de semana. O jogo The Kreator da StarRhyme Co., Ltd., é uma experiência altamente relaxante que nos senta na cadeira do criador (??) e nos põe a criar vida numa viagem de luz que também conta com os seus contratempos, assim como esta nossa aventura da vida.
Em The Kreator controlamos um pequeno ser luminoso, uma espécie de cometa que vai dando voltas ao planeta, que fazemos saltar sempre que tocamos com um dedo no ecrã, e o mantemos a flutuar ao deixar o dedo pousado no ecrã. O nosso objectivo é coleccionar todos os pequenos pontos de luz amarelos, porque sempre que falharmos nesta nossa tarefa imperiosa, aquilo que um dia era luz, no outro dia transforma-se em escuridão, e virá atrás de nós para nos destruir.
A explicação inicial quando arrancamos com o jogo é apenas esta, mas depressa percebemos que podemos contar com algumas ajudas de outros seres luminosos, assim como algumas tarefas extra que nos levam a trazer vida ao planeta. Sim, ao deslizarmos pelo solo fazemos crescer as flores e as árvores, avançando pelas 4 diferentes estações do ano com as suas cores peculiares.
O nosso pequeno cometa tem uma auréola à sua volta, que nos permite agarrar mais facilmente os pontos de luz, mas quanto mais tempo ficarmos no ar, mais pequena fica essa auréola. Temos que voltar a deslizar pelo solo para que a auréola volte a aumentar, o que se torna em algo essencial para a nossa sobrevivência.
Os pontos de luz que se transformarem em escuridão começam a perseguir-nos a e juntar-se uns aos outros, ficando cada vez maiores e mais rápidos. A nossa única salvação são os pontos de luz brancos e cor de rosa, que se aliam a nós para destruir a escuridão, por isso há que apanhar todos aqueles que encontrarmos sem falta.
A ideia é ver quantos dias conseguimos aguentar nesta grande viagem da vida, dando conta que com cada estação que passa a dificuldade também aumenta, com os pontos de luz a ficarem cada vez mais difíceis de apanhar. Esta experiência zen pede absolutamente o uso de headphones, que a banda sonora original é lindíssima, proporcionando cerca de 40 minutos de música sem parar. O jogo não tem qualquer publicidade, e podem adquirir através de uma compra in-app um novo mundo e o modo zen que não traz nenhum perigo associado, só a viagem interminável a apreciar a beleza do planeta e da música que ouvimos.
O criador Sam Hardy anda já há algum tempo a experimentar com os seus vários jogos de labirintos entre outros, e parece que a fórmula tem vindo a ficar afinada, como se pode ver pelo seu mais recente Swipey Maze, um jogo onde temos de encontrar a saída de um labirinto que podemos encontrar hoje grátis na App Store.
Então é assim, cada jogo começa com a bola imediatamente em movimento, e cabe-nos a nós mudar a sua direcção para fazê-la chegar à saída. Alguns problemas com que nos deparamos na nossa viagem é o facto de não podermos deixar a bola bater nas paredes, e há que encontrar a chave para abrir a porta da saída do labirinto.
Portanto, para além de termos de resolver o labirinto antecipadamente na nossa cabeça, para vermos qual o caminho que temos de fazer, há que procurar e apanhar as estrelas, encontrar e apanhar a chave que abre a porta da saída, e depois navegar até à saída para passar ao próximo labirinto.
Com o avançar dos níveis, os labirintos começam a ficar cada vez maiores e mais complexos, obrigando-nos a navegar durante mais tempo naqueles corredores apertadinhos, levando-nos a errar com maior facilidade. No entanto, vamos também ganhando mais prática no controlo da bola.
A direcção da bola pode ser controlada com um simples deslizar do dedo no ecrã do iPhone, para cima, baixo, esquerda ou direita. Os controlos respondem muito bem, e há uma pequena vibração háptica sempre que apanhamos uma chave ou estrela, que me parece ser um tipo de feedback obrigatório na maioria dos jogos que se fazem hoje em dia. O jogo é gratuito por isso aproveitem bem o fim de semana para resolver todos os labirintos que conseguirem nos próximos dois dias.
Um jogo de plataformas com ritmo para se jogar com apenas um dedo, OCO da SPECTRUM48 LIMITED, pode ser encontrado grátis na App Store, e pede-nos logo no início para colocar uns headphones na cabeça, que a música é grande parte da experiência, para além do aspecto visual cheio de estilo.
Jogar com um único dedo é aquela direcção em que quase todos os jogos para telemóvel deviam caminhar, especialmente os jogos de plataformas que sem um verdadeiro controlador nas mãos fica complicado substituir com joysticks virtuais no ecrã. Neste OCO estamos livres dessa dificuldade acrescida, pois apenas temos de tocar no ecrã para fazer saltar o nosso personagem, um pequeno ponto branco.
O objectivo é coleccionar todos os pontos amarelos para vançar para o próximo nível, e claro evitar armadilhas, e evitar cair no limbo. Isto porque todos os níveis se passam numa espécie de pequeno planeta, mas do qual é possível sair disparado caso se atravesse pelo centro.
Mal arrancamos um nível, o ponto branco começa logo a deslizar por lá fora, e há que saltar de plataforma em plataforma para apanhar os pontos amarelos, bater contra as paredes para mudar de direcção, e aproveitar as plataformas especiais que ora nos fazem saltar mais alto, ou ganhar velocidade (para conseguir saltar entre plataformas mais afastadas), etc, etc.
O jogo conta com cerca de 135 puzzles criados à mão, isto espalhado por uma série de mundos diferentes, onde podemos ver uma nova mecânica a aparecer em cada um deles. Os níveis têm um aspecto visual bonito e minimalista, e a banda sonora electrónica acompanha na perfeição num espírito muito zen.
Existe também a possibilidade de jogar mais de 4000 níveis criados pelos utilizadores, e se estivermos para aí virados, podemos nós mesmos aceder ao editor de níveis e criar o nosso próprio mundo para partilhar com a comunidade. Trata-se de um jogo gratuito com publicidade a surgir aqui e ali, coisa que pode ser eliminada com uma compra in-app, como é costume.
Não sou o maior fã de jogos do tipo clicker, mas de vez em quando lá vão surgindo algumas experiências bem interessantes, como é o caso do recém chegado Sprout: Idle Garden da Shallot Games, onde podemos virar para a botânica e criar jardins lindíssimos carregados de todo o tipo de flores.
É muito giro ir ganhando cada vez mais dinheiro para ir desbloqueando flores raríssimas mais valiosas, e ganhar assim ainda mais dinheiro com a venda das flores. Mas na realidade uma das partes mais interessantes deste Sprout: Idle Garden é mesmo a possibilidade que temos de construir o jardim ao nosso gosto, escolhendo o tipo de vasos, o chão, as decorações, os caminhos, etc, etc.
Como jogo clicker que é podemos tocar nas flores quando estas aparecem para as vender de imediato e ver o dinheiro a cair na nossa conta bancária. Mas não precisamos de fazer nada disso, basta construir pequenas casas e ligá-las com caminhos até às flores, que cada uma delas vem acompanhada de uma senhora que vai colher as flores por nós.
Isto transforma o jogo num verdadeiro jogo de construção, onde nos passamos a preocupar mais com o design dos nossos jardins, e que materiais usar para as pontes, caminhos de pedra, terra ou relvado, e que cor usar, etc, etc.
Mas não ficamos por aqui, que há alguma estratégia a empregar para aumentar os nossos ganhos da venda das flores. Há items que podemos comprar que aumentam a velocidade de crescimento das flores, como é o caso das fontes de água, ou mesmo dos candeeiros que podemos colocar perto das flores para renderem o dobro do dinheiro.
Há também pequenas mesas com café que podemos colocar no caminho para acelerar o movimento das nossas pequenas jardineiras, e até um megafone que ao ser activado vai tocando músicas diferentes para quebrar o silêncio do nosso jardim. Como clicker, não encontrei ainda nenhum jogo tão simpático e relaxante como este. Não precisamos de gastar dinheiro nenhum, e nunca somos obrigados a visualizar nenhum vídeo com publicidade, a não ser que queiramos claro, que dá sempre para triplicar o dinheiro que ganhamos enquanto estivemos longe do jogo.
Quando se perdem as memórias há que tentar descobrir quem somos e como viemos aqui parar. Passado num ambiente a fazer lembrar a China rural, The Butterfly's Dream de Yang Liu, é um jogo muito bonito e relaxante com puzzles bem interessantes para resolver enquanto nos vai contando a história de Mei.
Arte, música, cultura, jogos, todos com influência do Leste da Ásia, temos de tudo um pouco aqui neste jogo, mas aquilo que impressiona de facto são os belíssimos quadros do jogo, onde parece que estamos numa pintura com vida.
O jogo passa-se nestes quadros pintados com um efeito paralax que tem muita piada, onde navegamos com o nosso personagem para a esquerda e direita, para a frente e para trás, alternando entre diferentes zonas, conversando com personagens para ir avançando na história e obter dicas para resolver os puzzles que vamos encontrando.
Este é um jogo muito zen, super relaxante, onde estamos constantemente a ouvir o som de passarinhos e música de fundo típicamente chinesa, com cenários muito bonitos, e onde a história vai avançando lentamente.
Os puzzles podem parecer simples, mas alguns deles requerem pensar fora da caixa. Há que ter a noção de que não se resolvem os puzzles apenas tocando no ecrã, pois há situações em que precisamos de ouvir o som porque há que afinar um instrumento de ouvido, ou descobrir um padrão de cores ouvindo uma pequena música, ou ter que rodar o iPhone para olhar à volta a 360º, ou mesmo ter de soprar para o microfone do iPhone para tocar uma flauta.
Os desafios que encontramos são muito bem pensados, e é com grande satisfação que os resolvemos com sucesso, especialmente se não forem procurar pelas respostas nos vídeos que nos guiam para a solução no YouTube. O jogo conta apenas com dois capítulos, e promete mais para breve, por isso é aproveitar que está hoje disponível grátis na App Store.
Está na hora de relaxar e meditar um pouco, e nada melhor que fazê-lo com um jogo como este Infinity Loop Premium da Estoty, uma experiência única que nos vai pôr a resolver puzzles de uma forma bem calma e em modo zen, que podem encontrar neste momento grátis na App Store.
Neste jogo apenas temos de rodar as peças de maneira a que nenhuma peça esteja sem conexão. O resultado de ter todas as peças ligadas umas às outras é quase sempre uma belíssima imagem que podemos reconhecer como um objecto famoso, um super herói, ou mesmo uma qualquer imagem abstracta.
Todos os puzzles foram escolhidos pelos programadores de entre os melhores submetidos por fãs, e é de facto uma rica selecção que nos deixa agarrados ao jogo por horas sem fim. Ao concluir um puzzle só queremos passar ao próximo e ver o que conseguimos descobrir a seguir.
É certo que no início todos os puzzles são extremamente simples de resolver (é essa a ideia de ser um jogo de contemplação e meditação, o que é ajudado pela música calminha a acompanhar), mas começa a aparecer uma certa complexidade nas estruturas apresentadas o que nos obriga a experimentar até chegarmos à disposição correcta de todas as peças.
Seja como for é uma promoção que devemos aproveitar imediatamente, que o jogo estará gratuito apenas por alguns dias, e vale bem a pena agarrar estas centenas de puzzles que proporcionarão muitas horas de jogo, para aqueles dias em que queremos limpar a mente e abstrair do mundo.
Chegar a casa, preparar uma bebida, descalçar os sapatos, sentar com os pés em cima do sofá, e apreciar a bebida bem relaxados. É esta a proposta do jogo Open Bar! da Gingear Studio Inc., onde temos de resolver puzzles bem simples e descontraídos enquanto seguramos a nossa bebida virtual.
Neste jogo o nosso iPhone transforma-se num copo cheio de uma bebida borbulhante, e no seu interior um pequeno puzzle para resolver. Quantos mais puzzles resolvermos, vamos desbloqueando novas bebidas, passando de um simples Martini para um Bloody Mary em três tempos.
Os puzzles são simples, mas são daqueles que requerem que se pense algumas jogadas para a frente com antecedência. É possível voltar jogadas atrás se nos enganarmos, e há até dicas que se podem abrir, mas no geral nada disso é preciso, bastando puxar pela cabeça para resolver estes simpáticos quebra cabeças.
Como se fosse um bloco de gelo a boiar na bebida, esta plataforma tem umas linhas na vertical e horizontal, e o nosso objectivo é eliminá-las da plataforma. Para o fazer temos de completar uma linha de um lado ao outro da plataforma, ou de cima abaixo, conforme a sua orientação.
Apenas temos de colocar a peça que temos em baixo num espaço vazio, de maneira a completar as linhas coloridas. É possível rodar esta peça para acomodá-la da forma correcta na plataforma. Mas há uma mecânica muito importante que vamos usar imensas vezes, que é a seguinte.
Ao movermos de lugar uma peça que já se encontra na plataforma, faz com que a peça a colocar em baixo ocupe de imediato o lugar deixado vago pela peça que retiramos. E é por isto que temos de começar a pensar uma ou duas jogadas para a frente. Até porque começamos a ter mais que uma peça para colocar em baixo, o que vai complicando as coisas.
A banda sonora é mesmo relaxante, e fica no ouvido, o que ajuda também a relaxar enquanto estamos a resolver estes puzzles. Todo o visual de Open Bar! é extremamente apelativo, com as sombras, reflexos, e demais animações a mostrarem um grande cuidado no desenvolvimento do jogo. Vejam aqui em baixo o vídeo de apresentação oficial, aproveitem o bar aberto e agarrem o jogo enquanto está grátis na App Store.
Resolver puzzles coloridos ao som do piano é aquilo que nos propõe este Cohex de Adem KAYIRCI, um simples e bonito jogo que foi lançado em Janeiro, que podemos encontrar gratuito na App Store.
Das mãos de Adem KAYIRCI têm saído uma série de jogos com puzzles e quebra cabeças, cada um mais interessante que o outro. Neste Cohex, temos pela frente uma experiência minimalista e zen, tentando replicar no quadro em baixo o desenho de cores que é apresentado na imagem em cima.
Ao tocarmos num hexágono colorido, todos os hexágonos adjacentes se preenchem com essa mesma cor. É desta forma que nos podemos mover pela grelha hexagonal, preenchendo todos os espaços com a cor pretendida.
Há que ter o cuidado de não eliminar nenhuma das cores presentes na grelha, pois teremos que reiniciar o puzzle se assim for. Nos puzzles iniciais o processo é bem simples, bastando preencher rapidamente um lado da grelha com uma cor, e o outro lado com outra. Mas num instante percebemos que a complexidade da imagem a obter aumenta consideravelmente.
De repente temos mais cores, temos cores na grelha inicial em lugares completamente opostos aqueles que necessitamos, obrigando-nos a uma grande ginástica mental para conseguir transportar as cores para os seus devidos lugares.
É um bom exercício para a mente, simples e desafiante, mas um exercício bem descontraído, completamente zen, especialmente porque somos acompanhados por uma banda sonora a piano bem relaxante.
Com 77 puzzles para completar, e o ocasional ecrã com publicidade que pagam o jogo, temos aqui um belíssimo jogo para qualquer fã de puzzles, de um programador indie que gosta de criar jogos onde temos de puxar pela cabeça.
Saíu um jogo bem interessante a semana passada chamado [Exception], que me deixou interessado no seu criador. Numa pesquisa na App Store descobri outro dos seus jogos, o belíssimo LONER da Kunpo, que podem instalar de forma completamente grátis no vosso iPhone.
Em LONER temos uma experiência zen, um jogo super descontraído para jogar enquanto vamos libertando o cérebro de quaisquer pensamentos, quase como se estivessemos a meditar. Para ajudar, a banda sonora que é a meu ver incrível, transporta-nos facilmente para esse estado meditativo, que tão bem faz ao nosso bem estar e ao ritmo cardíaco.
Apesar de no início o seu criador estar a pensar fazer um jogo estilo Flappy Bird, depressa percebeu que tinha algo bem diferente nas suas mãos, algo mais contemplativo, algo bem mais bonito e que acabou por ser inspirado por um grande filme chamado 2001: Odisseia no Espaço.
Neste jogo algo solitário, como tem que ser quando se quer meditar, vestimos a pele de um piloto, na sua viagem de avioneta através de um túnel sem fim. É uma viagem lenta e bela, muito por culpa da música lindíssima que nos acompanha, e a qual apenas é interrompida na sua calma pelos obstáculos que vão surgindo à nossa frente, obrigando-nos a manobrar a avioneta para os ultrapassar.
Obstáculos que são como uma autêntica ranhura de uma fechadura, na qual nós somos a chave, mas que temos de orientar para entrar na perfeição pelo buraco. Por vezes temos de evitar bater em pedras flutuantes, noutras temos de ir atrás da passagem que vai rodando à nossa frente, e noutras procurar não ser esmagado por uma espécie de porta que ora se abre ou fecha.
O jogo é diferente sempre que iniciamos, tudo gerado aleatóriamente, e vamos navegando este túnel interminável capítulo a capítulo, que podemos ir acompanhando cada uma das suas páginas num livro que nos conta a história do nosso piloto. Será esta a viagem infindável de um piloto a caminho do céu? Quem sabe...
Pelo que pude perceber o jogo conta com 3 modos de jogo, um onde vamos acompanhando a história do piloto capítulo a capítulo, um modo infinito livre, e um modo zen que é desbloqueado no final de todos os capítulos, ou através de uma compra in-app, para quem não tiver paciência para esperar, ou simplesmente quiser contribuir para a genialidade do criador do jogo.
Há que desbloquear todas as músicas incríveis disponíveis no jogo, contando com 2 modos de controlo absolutamente fantásticos, um onde usamos dois dedos no ecrã para rodar a avioneta para os lados e movê-la para cima e para baixo, e outro ainda mais intuitivo onde basta mover o iPhone para pilotar este pequeno avião.
Vejam aqui em baixo um vídeo que nos mostra o jogo em acção, e não deixem de experimentar este belíssimo jogo, que é perfeito para quem quer relaxar, e esquecer um pouco o stress do dia a dia. O cérebro e o coração agradecem.
A Ketchapp continua em grande forma com a sua série de jogos minimalistas que exigem grande concentração e reflexos da nossa parte. O último a cair na App Store foi este Blue Edge, que podemos encontrar gratuito, como é costume nos seus jogos, e vem com uma qualidade bem acima da média daquilo a que nos foi habituando com o seu portfolio.
Neste jogo estilo endless runner temos de levar a nossa bola o mais longe que conseguirmos, evitando todos os obstáculos de cor preta, espigões, bombas, etc, e até as perigosíssimas bolas vermelhas, que ao primeiro toque se transformam elas também em bolas pretas, que acabam com a nossa corrida.
Não é a mecânica do jogo que é de salientar aqui, mas sim toda a qualidade gráfica e sonora, e a física da nossa bola assim como de todos os outros objectos que vamos deslocando com o nosso movimento.
Para controlar a bola basta deslizar com o dedo para a esquerda e direita no ecrã, e ter atenção que por vezes a nossa bola será clonada, e há que decidir qual queremos continuar a seguir com o olhar, porque passamos a controlar o movimento de todas em simultâneo por igual.
O jogo tem um modo Arcade fantástico, para quem quer queimar alguns minutos a jogar um joguinho rápido, mas conta com um fabuloso modo de história, completamente zen, onde terminamos cada nível com uma mensagem inspiradora sobre a vida e como a encaramos.
A banda sonora deixa-nos em modo pensativo, quase que em meditação, o que é o estado de espírito ideal para vencer este jogo. Mente bem limpa de todo o tipo de pensamentos é o que precisamos para navegarmos por todos os níveis super concentrados e focados no movimento da nossa bola.
Podem ver aqui em baixo um pequeno vídeo de apresentação do jogo pela Ketchapp, onde irão perceber de imediato o alto nível de qualidade do jogo. Para perder uns minutos ou uma tarde inteira, este Blue Edge é mesmo de se experimentar, sem dúvida nenhuma.
Hoje é dia de novas chegadas de apps na App Store, e tenho a destacar o jogo Sky Dancer da Pine Entertainment, um Endless Runner belíssimo, com um feeling muito zen, que podem encontrar grátis na App Store.
Este é um género bem famoso na App Store, e a fórmula não tem variado muito ao longo do tempo. Mas este Sky Dancer, consegue trazer algo novo para cima da mesa, que é a sua qualidade gráfica, e o tema de voar, colocando o nosso herói a saltar de plataforma em plataforma, enquanto vai caíndo lá bem alto nos céus.
O efeito está muito bem conseguido, deixando-nos facilmente com a sensação de que estamos de facto a fazer sky diving ou algo radical do género. E a única coisa que temos de fazer para continuar vivos é cair com sucesso na próxima plataforma que se encontra abaixo de nós.
Os controlos são bem simples, tocar dos dois lados do ecrã para saltar, e tocar do lado esquerdo ou direito do ecrã para movermos o nosso dançarino dos céus nessa direcção. Isto não é um simples lane runner, pois não nos limitamos a mudar de pista, que o movimento do nosso herói é livre, e se exagerarmos no movimento para a esquerda ou direita, caímos no precipício sem fim.
No início tudo bem simples, apenas temos de saltar a tempo antes que se acabe a plataforma, e temos logo outra imediatamente abaixo, mas num instante passamos a ter plataformas deslocadas mais para a direita ou para a esquerda, obrigando-nos a fazer pontaria para lhes acertar. Pode ser difícil nas primeiras tentativas, mas depressa lhe apanhamos o jeito.
Como em qualquer endless runner que se preze, temos moedas para apanhar, obstáculos a evitar, e para apimentar um pouco as coisas, saltar para plataformas em baixo, passando pelo meio de calhaus gigantes, evitando ao máximo embater nos mesmos.
O jogo é muito bonito ao nível gráfico, passando por cenários lindíssimos e completamente diferentes de cada vez que iniciamos um jogo (dia, noite, alternando a paisagem com o sol, a lua, as estrelas, etc). A música também é recomendada, usando headphones de preferência, e no fundo é uma experiência zen que poderá viciar qualquer pessoa a tentar chegar cada vez mais longe para ver que passagens espectaculares ainda terá pela frente.
A app grátis em destaque pela Apple esta semana na App Store é esta Flowing ~ Meditation & Mindfulness de Franz Bruckhoff, uma app para relaxar, meditar, e ajudar a dormir, que vem no seguimento da espectacular Windy, que também já passou por aqui pelo blog.
Na Windy ~ Sleep Relax Meditate with natural white noise sounds, que é do mesmo criador que esta app Flowing ~ Meditation & Mindfulness, os sons andavam essencialmente à volta do vento, e aqui é mais a água, onde temos 6 ambientes de rios, quedas de água, etc, gravados com microfones 3D de alta qualidade, que nos transportam facilmente para estes locais, bastando para isso fechar os olhos.
Para relaxar, apenas temos de escolher um destes 6 ambientes sonoros, onde temos sempre no fundo o som da água a passar, e depois passar pelas definições do ambiente e seleccionar o nível da música (temos 3 temas bem simpáticos à escolha, de um compositor de Hollywood), e optar por inserir também o som da chuva, passarinhos a chilrear, ou mesmo o barulho de uma fogueira.
A app conta ainda com o modo "Flow", onde podemos activar um tema específico para nos acompanhar a meditar durante alguns minutos, a dormir melhor, ou mesmo para entrar num sono profundo, para aqueles que têm dificuldade em adormecer. Estes temas são acompanhados por uma voz feminina que nos guia através do processo de relaxamento e meditação.
Para simplificar, e para quando queremos dormir, temos sempre presente no canto superior esquerdo do ecrã, um pequeno temporizador, que podemos activar para que os sons parem ao fim de algum tempo específico.
O próprio ecrã fica preenchido com uma cena belíssima para cada ambiente, com uma imagem dinâmica com um efeito paralax que se anima quando movemos o iPhone ligeiramente para os lados, para cima e para baixo.
É ainda possível acrescentar os sons de outras apps do mesmo criador, como por exemplo adicionar vários sons da app Windy, se a tiverem instalada no vosso iPhone (senão são levados para a App Store, para o fazerem). Não há nada como paz e sossego, e conseguir relaxar hoje em dia é um bem precioso, por isso não percam esta belíssima promoção da App Store.